Não quero Alguém que Tenha outro Alguém
"Quando a gente olha com os olhos do outro, vê muito mais ...e aquilo que nós pensavamos ser cinzento,não é cinzento mas uma tonalidade que se desbotou do branco"
Mente fragmentada…
A mente que se recusa a reconhecer o outro como sujeito pleno de existência, que tudo reduz à extensão de si mesma, opera em um vazio relacional que desregula e fragmenta o ambiente ao seu redor. Essa estrutura psíquica, profundamente imatura, é marcada por uma fixação infantil no centro do próprio universo, como se o mundo fosse um espelho a refletir incessantemente suas demandas, desejos e fragilidades. Não há, nesse espaço interno, uma verdadeira alteridade; há apenas ecos de um vazio profundo, preenchido pela constante necessidade de validação externa.
A terapia, ao se deparar com esse funcionamento, frequentemente vê-se diante de um enigma: como dialogar com alguém cuja capacidade de estabelecer uma relação genuína é severamente comprometida? O erro comum é tratá-los como adultos, como sujeitos capazes de introspecção madura ou de firmar pactos terapêuticos baseados em metas compartilhadas. Isso é ilusório. O que se enfrenta, na verdade, é uma dinâmica emocional estagnada em uma idade mental muito precoce, onde a raiva, a frustração e a incapacidade de lidar com limites predominam.
As reações das pessoas ao redor tornam-se, então, o principal instrumento de observação. Esse funcionamento psíquico desregula os outros porque demanda, incessantemente, que tudo orbite ao seu redor. O caos criado não é acidental; é parte intrínseca da dinâmica. A terapeuta, ao tentar impor racionalidade ou estabelecer estratégias adultas de diálogo, não apenas falha, mas se torna vítima dessa desregulação, entrando no jogo confuso de manipulação e frustração.
O caminho, então, não está em alianças ou acordos, mas em uma abordagem que reconheça a infantilidade emocional presente. É necessário recorrer às ferramentas da psicologia infantil e das terapias de trauma. Tratar essa mente como se fosse uma criança de três anos não é uma metáfora depreciativa, mas uma estratégia realista. A explosão de raiva, o rompimento abrupto, o desprezo pelas regras de interação madura — tudo isso são expressões de uma psique que opera em um registro de sobrevivência primitivo, onde não há espaço para a verdadeira reciprocidade.
Portanto, insistir em abordagens convencionais, baseadas em diálogos racionais e estruturados, é não apenas infrutífero, mas também ridículo. É preciso reconhecer que o terreno onde se pisa é o de uma mente fragmentada, incapaz de sustentar os pilares da comunicação adulta. A terapia, nesse contexto, não deve buscar acordos, mas sim trabalhar com paciência, limites claros e, acima de tudo, a compreensão de que está lidando com feridas profundas que ainda não cicatrizaram. É um campo de batalha onde a maturidade do profissional é testada a cada momento, diante de uma estrutura psíquica que, para se proteger, não hesita em destruir tudo ao seu redor.
Meu amor por ti é verdadeiro,
e somos um do
outro de corpo inteiro,
de alma pura.
Eu sei que tu
também és meu amor verdadeiro,
somos diferentes
somos humanos
erramos
acertamos
mas,sempre nos
amando
e nos respeitando.
Deus em primeiro lugar
pois assim
Ele irá nos cuidar
e nos abençoar.
Aprecio as máscaras,
elas possuem um 'ar' de
elegância e mistério...
Porém,para mim,
bastam que sejam
usadas por
uma noite apenas,
dias de folia,talvez...
Mas a realidade
é diferente,
sou sempre
eu mesma,
com crises,
carências,lágrimas,
gargalhadas,
emoções à
flor da pele,
digo e repito
sempre o
que sinto,
mesmo uns gostando,
Vivencio os meus dias
como uma pessoa comum,
horas quieta,horas falante,
às vezes me achando
linda,feia,gorda,magra.
Sinto tudo ao extremo,
Sou muito
Sensível,carinhosa,
manhosa,repetitiva,
pode até ser...
Mas,adoro o
meu jeito
de ser.
Não peço
que me aceitem,
apenas me
respeitem,
a graça,a dádiva
de viver
é sempre ser
Você!
Usar máscaras...
Jamais!
Porque um dia
elas caem,
mas em mim,
sempre verás
minha face,limpa,
verdadeira,e
porque não
imperfeita?
Erro,acerto,
sou falha,
não falsa.
Se eu amo,
amo com
intensidade...
Se eu sinto,
sinto com
verdade...
Do que adianta
tantas quantidades,
se eu quero
mesmo são as qualidades...
que já
encontrei,
em um
certo alguém...
Enfim,
Mesmo errante,
sigo adiante,
agradar a todos,
não faz meu tipo...
Agradar e acarinhar
quem eu amo,
faz mais
o meu estilo...
Posso até usar
uma bela máscara
um dia...
Só se for
contigo
em um baile
à fantasia...
Maquiavel conhecia a espécie humana como nenhum outro. Por essa razão é detestado por muitos. Nos vermos como realmente somos não é algo muito agradável.
Se quer subir de nível sempre faça mais do que te pedem, não a espaço no outro nível para a mediocridade...
Ajude somente quando seu coração sentir-se tocado e quando o outro te pedir ajuda, sem esses dois pontos se mantenha neutro...
O casal escuta um ao outro por meio do subconsciente, a interpretação é complexa por que o que recebemos do outro são símbolos e metáforas.
"Não permita que a névoa que habita o olhar do outro obscureça o destino que já é sol em seu espírito."
O mal que faz ao outro, a si mesmo o faz.
O amor que dá ao outro, a si mesmo o faz.
As formas aparentam separação, mas a essência as conectas como uma só.
Olha lá o tal fiel.
Afogando seu cansaço entre um gole e outro na mesa de um bar.
Imaginando uma desculpa pra chegar em casa e terminar.
Terminar o namoro de dez anos ou quem sabe terminar aquela briga que o ciúme possessivo da mulher motivou.
Após dez anos o romance não é mais o mesmo.
O sorriso é forçado e as trocas de carícias depois da foda é obrigação.
Os ataques ciumistas de cada passeio e cada evento fora de casa tirou-lhe a paciência.
Tornou-se insuportável e ele agora tenta desfazer.
Desfazer contas em conjunto, desfazer o carinho da mãe pela moça, desfazer aquele batizado onde eles são os padrinhos, desfazer os orgasmos talvez.
Em mente a certeza que não é com aquela moça que irá se casar.
O pior ele passou em dez anos, já deu pra aterrorizar.
Quer sair fora e arrumar um jeito de explicar pra mãe que não dá mais.
Quer ir embora trabalhar no Rio com o pai. Tá aí uma desculpa perfeita pra dar fim nessa batata que a muito tempo esfriou, não dá pra comer mais, tá sem graça e sem sabor.
Alí, na mesa do bar, ele conhece os prazeres de uma traição que vem e alivia o cansaço.
O sorriso da moça ao lado é convidativo.
Tempo é algo que ele decidiu não perder mais.
De dose em dose e de corpo em corpo, fiel se torna professor na arte da traição.
As pessoas julgam vitimismo e dramatização, mas tem uma faca jogada do outro lado da cama que eu joguei assustada quando me dei conta da besteira que estava fazendo.
As pessoas julgam vitimismo e dramatização, mas meus braços sangram e a minha cabeça lateja de dor depois de tanto debatê-la contra a parede.
A rotina do dia, o vôo do tempo, a luta pela perfeição e a rejeição do mundo me pressionam e é comigo que eu grito, é comigo que eu resolvo.
É o meu corpo que recebe.
É o meu corpo que sente.
É o meu corpo que sangra.
É no meu corpo que dói,
mas são eles julgam vitimismo e dramatização.
Não é o corpo deles que sangra.
Não é neles que dói.
E enquanto for assim, vai continuar sendo vitimismo e dramatização.
Essa doença tem causa e tem nome.
Mas enquanto seu egoísmo não tiver cura, minha depressão não vai ter solução.
Nos amávamos tanto
Que até na inconsciência éramos um do outro
Meu corpo respondia ao dela até dormindo
Pois em meu sonho ela estava
E nossas almas se entrelaçam tanto
Que os corpos se confunde
E a morte não existe
Pois nossas mentes
São vivas em amor
Refletindo a luz que brilha dentro de nós
Deus teve a sabedoria de alimentar todos os nossos desejos
E nos fazer apenas um para viver juntos para sempre
Nunca me amei tanto até descobrir que sou também você
E te quero para todo sempre em qualquer mundo
Nunca mais quero ter outro cheiro na minha pele
Nem outro olhar sobre mim
Sou seu país ...
Anda com teus dedos no meu corpo
Afasta e afaga seus dedos
E afoga teus lábios nos meus
Sente meus pelos
Assim como te aperto sem fim
Como o aperto de meu peito
Antes de te deixar
É muita saudade
Para dois que não se largam
Amo tanto você
E erro tanto por amar
Errante entre nós
Aquilo no luar
Amo muito
E de tanto amar
Não quero mais ser eu
Só quero ficar ...
Eles já tinha feito de tudo ...
Eram um do outro inteiramente
Viveram em sessenta dias uma vida inteira ou mais
Afastaram-se e sofreram mil mortes e velórios
Então,
Ela o chamou
Com palavras repetidas e
usadas e um sentimento único
Ele resistiu ...
Lutava
Mas ela convicta falou a verdade
E acendeu seu coração
Se encontraram como se nunca tivessem se afastados
Ele amava tudo nela ...
Tudo ...
Ela cautelosa,
Por não saber como batia o coração dele por ela, sorria ...
E, então, se tocaram ...
Veio o clique ...
Toda luz do mundo foi roubada e devolvida sem dar lugar a escuridão
Ela o beijou
Não como sempre ...
O beijou com vida ...
Com alma ..
Com paz
Fez todo corpo dele entender que era só dela
Como o dela era dele
Eles não se casaram ...
Já eram unidos antes do mundo
Antes do tempo
Seu amor estava escrito em estrelas que nem existiam mais
Escrito em luzes
Atravessando o tempo
Um amor como esse só surge uma vez
Depois que a 🐞 pousou em meu peito entendi por que éramos um.
Não havia outro caminho para eles
A não ser confiar
Enterrar tudo que haviam feito de errado um para com o outro
E continuar ...
Não haviam nada no mundo que importasse mais do que estar juntos
Eles não viviam momentos
Eles eram o tempo
Mas por que brigavam ?
Medo ...
Temor ...
Ou talvez insegurança
Quem sabe ?
Talvez a briga fosse uma forma de viver mais intensamente o sentimento que tinham
Ou a maneira errada de passar o tempo ...
Ele dormiu mal
Ela ficou durante a noite tentando resolver questões consigo
Tomaram decisões
E se lembraram da promessa que fizeram de não se abandonarem pelo resto da vida
Dentro da cabeça deles só haviam o pensamento de amar o outro demais
Além do amor razoável...
Eles eram fornalha um do outro
Qualquer distância
Qualquer gesto
Explodia em longos beijos e desejos
E se desejavam tanto que nada ao redor importava para eles
Nem os olhos famintos que os queriam demasiadamente
Ele havia pensado no sabor da saliva que ela, em beijos, colocou em seus pensamentos
No cheiro do corpo deles que era tatuagem e cicatriz ...
Onde nunca mais teriam qualquer traço próprio que na fosse a unidade das suas almas
Esqueceram as filosofias e religiões tradicionais
Para escrever um história nova onde eram protagonistas do idílio
Os dois andavam de mãos dadas mesmo quando não podiam
Afinal,
Nem eram mãos que se encontravam eram a conexão dos corpos que se buscavam em desespero para se fundir
Sentiam um pelo outro algo além da vida e que negava a morte
Faziam sacrifícios e doações nunca vistas antes em nenhum romance ...
Estavam a um passo de não se soltar nunca mais e habitar um dentro do peito do outro
Não havia sentimento mais perfeito ...
E sabiam
Mas por que brigavam ?
Talvez por serem humanos e não acreditar na santidade do amor
Ele não sabia a resposta .
Ele se sentia mal por tudo que falará
E nem sabe por que falou
Queria se desculpar olhando nos olhos mas ante que o fizesse ela disse
- Não ia embora, falei por falar ...
Você sabe que te amo
Ele na mesma proporção falou do amor que tinha por ela
Ainda eram inocentes o amor deles não cabiam em palavras ...
Ia muito além de tudo que era possível expressar ...
Mas falaram assim mesmo
Como ele estava errado de pensar que ela poderia magoa-lo
Nunca ela faria isso ...
Nunca quis...
A intensidade de tudo que sentiam transcende o entendimento das vaidades humanas
Ele já nem sabia dizer o que pulsava em seu coração
Ele queria o ar dela
O toque ...
A presença
Os pensamentos ...
Tudo ...
E nada ao mesmo tempo
Era uma insanidade que curava a vida deles e os levava para o mesma direção
Como e queria apagar tudo e prometer não julgar ou brigar mais
Não podia prometer isso
Tinha ciúmes imensos dela
E não queria deixá-la por nada
Então as palavras perderam o sentido dentro dele ...
Ele a olhou e disse :
Fica para sempre somos um só
Amo você mais que o amor pode explicar
Se calaram ...
E ficaram em sintonia
No silencioso toque de seus corpos
Dedicados somente a unidade que se tornaram para eternidade
Parte para um, parte para outro, tudo à ninguém, caso contrário poderá se tornar vítima de si, de suas idéias.
É ruim quando estamos na vida do outro para suprir expectativas alheias. É notável o descontentamento, o vazio sobressalente, a tristeza exorbitante. Aonde vai parar isso? Não estou aqui para ser malabares do amor, nem tampouco ser lembrada num momento de tristeza como a própria razão disso! Vim ao mundo para amar e ser amada, aquele amor que se dá por satisfeito, ser cortejada, olhada com carinho e lembrada com ternura e compreensão. Gosto de ser fechamento, "pau para toda obra", mas eu não fico triste, pois o que o outro busca não está em mim. É um vazio que cabe a ela e a Deus preencher, mas responsabilizar o outro é para amenizar o fardo sobre você
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