Não quero Alguém que Tenha outro Alguém
A vida é uma competição; um dia você ganha e no outro você perde, mas vamos tocando a vida.
Só de estarmos aqui já é uma grande vitória
Internamente reclamas do outro, pra que pelo espelho, não reflitas a ignorância do próprio ser, nos outros, essa é nossa defesa e não cala bolsos.
Se soubesses o que passsei nem inventaria outro planeta, mas, se o fizer, estaremos juntinhos em ternamente, nosso afeto completamente em objetivas frentes.
Eu desejo um mundo onde a empatia seja praticada, de fato. É tão mais simples compreender o outro quando nos colocamos em seu lugar antes de cada ato, seja sensato.
Hoje, como em qualquer outro dia, esteja presente. Faça o melhor que puder aqui e agora.
Há um tempo infinito no momento presente. Aproveite a liberdade do silêncio.
A lágrima que se desprende encontra o outro olho... desperto do sonho recorrente... o coração queima e minha face sente o travesseiro molhado.
Me viro e olho para o teto, a mente tem cenas vívidas, e recordo... os olhos são preenchidos e o pequeno feixe de luz vira estrelas borradas, as lágrimas agora tem direção opostas e escorrem calmamente até minhas orelhas... recuso-me a enxugar o resultado de meus sonhos pois é só uma vítima da minha realidade... viro a testemunha de minhas noites o travesseiro e aguardo o sono aplacar minhas lembranças e me leve novamente a sonhar.
A mulher compra um homem e se decepciona com a compra, depois, compra outro e não serve, compra outro, más, outras já não estão usando mais. Daí elas investem em sapatos.
AS ROSAS SÃO EXCEPCIONAIS
Como um sopro que dissipa além
Assim esvaeci para outro lugar.
Não parti com a tristeza da partida
Porque no amor me propus a ocupar.
Como uma andorinha veranista
Nesta terra fiz meu ninho, aqui voei.
Plantei pomares, os reguei com amor
Com carinho foi que adubei...
E as lagrimas? Que lagrimas?
Não tive tempo para elas.
Me alaguei nos sorrisos,
Me ative laborando o bem, foi só...
Norteei o barco,
Te ensinei no mar desta vida a remar.
Viu em mim tristeza? Engano seu.
Cumpri o tempo, tive que ir.
Não chores por mim Goianápolis,
Não chores não. De que chorar?
Não espinhei nos espinhos da vida,
Espinhos escudam as rosas.
As rosas são excepcionais,
Lançam perfumes, são multicoloridas.
Elas dão vida aos jardins,
Até as abelhas buscam seu mel...
Vivi os pássaros, vivi as crianças,
Vivi vocês, vivi de maneira honrosa
Fui professora, fui doutora,
Mas parti sendo Rosa...
Se recordarem de mim
Recordem irrigando as rosas.
Fui feliz na vida que vivi!
Vivi o privilégio de ter sido Rosa...
09/01/2020 (Do amigo J.D.)
(HOMENAGEM PÓSTUMA A MARIA FÁTIMA DE OLIVEIRA)
(A DRA. ROSA)
* 09/01/1945
+ 29/092018
Nunca esqueçamos as nossas raízes.
Por vezes, ao tentarmos fingir ser outro Ser, caímos na realidade de ser quem realmente somos. Claramente nas intempéries humanas as raízes vêm sempre ao de cima. Os nossos alicerces são os mastros que não deixam o barco fugir da rota.
O universo não é o verso que está no verso que eu quero inventar, o universo está no verso de outro verso que eu não consigo encontrar.
Alimentação humana…
Dar de beber, a um carro, a gasolina;
Gasóleo ou um outro a tal, beber qualquer;
É como só dar vinho a uma menina;
Quando ela muita sede tiver!
Tal como, só dar ervas a carnívoro;
Mui mal irá provocar em seu ser;
Devido a o tal não ter órgãos de herbívoro;
Pra das tais, alimentar; absorver!
Por isso tu humano, cuida mui bem;
Do cru, que andas a ingerir, com verduras;
Pois ambas, são pra ti coisas mui sérias!...
Porque as bactérias vivas, que isso tem;
Por só bom cozinhar, tornar seguras;
Um dia, poderão estragar-te as férias.
Com a cautela deixada no provado saber, de que a partir do momento em que o ser humano começou a cozinhar os alimentos; duplicou o seu por cá viver (…)
O poder se detém a elite, quando um pobre chora para outro pobre ele o ouve e entende, mas nada muda, mas quando o pobre chora para a elite eles não se importam, já que o poder está com a elite e eles não se importam, nada irá mudar, então o pobre cria a religião achando que algo maior o livrará do seu sofrimento...
Poesia é intensidade, na dor melancolia, no amor alegria. Um eu, sofrendo, outro eu, sorrindo.
O poeta, ora chora tristonho, ora sorri medonho.
Em seus versos romantiza aquilo que a mente eternezina.
Tormento ou imaginação?
Não, claro que não!
São apenas sentimentos embaraçados que se desembaraçam a cada verso iniciado e que nem sempre é terminado.
