Não quero Alguém que Tenha outro Alguém

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⁠O fato de se sentir e transprecer a luz dentro de você e poder compartilhar com outro ser, vem sempre com formato de caracter em virtudes cardinais como: prudência, justiça, fortaleza e temperança e assim dessa forma voce subconscientemente não diminuir a sua luz

Não busque a paz no outro; se quer encontrá-la, o solo para plantá-la está dentro de você.

O invejoso se torna coadjuvante na vida alheia; onde há inveja, a vida do outro deixa de ser apenas do outro.

Aceitar a impermanência é reconhecer que o fim muitas vezes é só recomeço em outro nome.

Uma das formas mais bonitas de ser feliz é inspirar felicidade no outro.

Preocupados e descontraídos,
extrovertidos e retraídos.
Somos um no outro aquilo que vemos no outro sozinho.
A diferença, é que juntos, encontramos companhia para as loucuras.
Conheço seus detalhes e seu jeito,
Percebo suas notas pela melodia da sua respiração.
Você conhece meu jeito e minhas manias, meus medos e minhas virtudes.
Vibramos na sintonia plena de uma vida cheia de conexão.
Júlio Raizer

O outro apenas ativa um gatilho que já estava instalado em nós. Ele é o carteiro que entrega uma correspondência que nós mesmos escrevemos em algum momento do nosso passado ferido.

Até Logo Sol

O sol vermelho,
dia quase no fim,
a noite sedenta
do outro lado da terra.

Prédios sufocam a visão,
O sol arde!
A lua desnuda sai,
Deixa seu banho,
em breve virá.

Enebriado olhar,
brega e covarde,
estapeia o sol quente
em minha car, mente!

Eu aqui, o sol, no último fôlego
Apolo em sua carruagem..
aguardo, reparo e me delicio..
É o fim de tarde.. (Júlio Raizer)

Vou Ali ser Feliz.


Vou ali, a felicidade me sorri do outro lado da rua, cabelos soltos ao vento, cachos esvoaçantes, sorriso de luz na boca e um abraço apertado que me cabe dentro.
Ela me acena, faço leitura labial e leio
Um pedido para o amor.
Estou indo, atravessando por desilusões,
por amores interrompidos.
Caminho, não na certeza, mas na esperança de novamente ser feliz.
Vou ali, a felicidade estendeu as mãos.

O silêncio por vezes pode enlouquecer o outro.

Sartre localizou o inferno no outro, mas a clínica precisa um passo a mais: o inferno se instala quando o sujeito constitui o olhar alheio como instância definitória de si. É a economia do falso self que Winnicott descreveu — a existência organizada em torno da performance para o outro, onde o valor próprio é continuamente terceirizado e, portanto, continuamente precário. O problema não é o outro: é a dependência estrutural de sua validação. A saída não é o isolamento narcísico — é a construção de um eixo interno suficientemente consistente para que a existência não precise ser encenada para ser reconhecida.

Toda transformação psíquica real tem estrutura de luto: exige que algo morra para que outro algo emerja. Prosperidade, amadurecimento, criação — nenhum desses processos poupa o sujeito do desconforto que precede a reconfiguração interna. O abandono precoce, a fuga no primeiro sinal de resistência, não é fraqueza banal — é mecanismo de defesa do ego que prefere a estase ao risco da perda. E quando o sujeito para à margem do próprio caminho, o que emerge não é apenas frustração: é o ressentimento, essa forma encoberta de autoagressão que encontra no outro a culpa que não suporta habitar em si.

"O problema da humanidade é nunca se por no lugar do outro.
Está postura é egocêntrica demais pra poder ver que apartir do momento que você se posicionar no lugar do outro, virtudes fluirão em favor de cada um e ambos sairão ganhando em favor de todos."


—By Coelhinha

Minhas palavras nascem do nada
e ao nada retornam.
No intervalo entre um silêncio e outro,
você lê os meus versos,
esse espaço nu,
onde, sem defesas,
tudo o que sou se revela.


Minhas palavras rasgam o nada
e sangram até o nada.
No meio do corte,
você lê meus versos,
sangue, suor,
lágrimas, vísceras,
âmago e silêncios
que eu não soube calar.


Ali estou,
eu inteira,
sem pele,
sem metáfora de defesa,
descrita não pelo que digo,
mas pelo que já não consigo esconder.


Minhas palavras não começam,
explodem do nada.
Não terminam,
implodem no nada.


Entre uma explosão e outra,
você lê meus versos
como quem abre um corpo vivo
sem anestesia.


Ali estão meus nervos expostos,
minha carne em estado de verdade,
meus silêncios suplicando forma.


Nada foi poupado,
nada foi simbólico.
Tudo sou eu,
visceral,
em hemorragia
de linguagem.
✍©️@MiriamDaCosta

Entre um extremo e outro…


De 40° ☀️🥵 a 22° 🌧🥶
(🌡marcando agora no meu celular📱 )


o corpo aprende a dialogar com o clima,
a pele negocia com o excesso
e a alma busca um ponto habitável.


Há dias em que o sol queima por dentro,
incendeia pensamentos,
derrete certezas.


Noutros, o friozinho assenta,
organiza o silêncio,
e a chuva constante
pede recolhimento.


Entre um calor
que exige resistência
e um frio
que convida à introspecção,
eu existo e resisto,
humana,
oscilante entre extremos
e aprendendo que o equilíbrio
não mora nos extremos,
mas nesse intervalo instável
onde a vida respira,
o pensamento repousa,
o coração aquieta
e a alma transborda versos
entre o banho de suor
e as gotas de chuva...


✍©️@MiriamDaCosta

Em uma guerra não existem vencedores,
de um modo ou de outro, todos perdem.

Antes mesmo do fim, já no instante em que
um ataque é decidido, a perda começa.

Porque a guerra é, acima de tudo, a maior demonstração de falência da racionalidade humana.

Eu sou contrária às guerras.
Odeio a crueldade e a matança.

Mas, neste conflito entre Estados Unidos,
Israel e aliados da União Europeia contra
o Irã, se me for exigido escolher um lado...

ainda que a própria ideia de “lado” já seja uma tragédia, sei para onde se inclina a minha indignação.

Torço para que um dia os grandes arquitetos da dominação global, os imperialistas que transformaram a guerra em instrumento de poder, sejam finalmente confrontados pela própria história.

E espero ainda estar viva para ver aqueles que se julgam donos do mundo, os predadores que semeiam violência em escala planetária, perderem sua arrogância, sua força e sua capacidade de destruir.

Torço, para que antes de morrer, eu possa ver
os maiores terroristas e genocidas do planeta ( USA e Israel) derrotados, destruídos e de joelhos perante o mundo.

Não por desejo de vingança.
Mas por um desejo profundo de justiça histórica.

✍©️@MiriamDaCosta

Um grita para Deus ouvir,
outro silencia para ouvir Deus.

Um tem dó do outro por não ter casa, veículo, emprego e família e o outro tem dó de um por ter tudo isso e nada disso adiantar.

Quando crianças, um viveu na normalidade e o outro na sobrevivência.


Agora adultos certamente discutem e dificilmente chegam a um censo comum realmente com satisfação.


A consciência universal já está cada vez mais perto, independentemente de qualquer coisa.


Vai dar tudo certo.

Ame sua esposa de acordo com seu figurino, antes que outro cative-a como o galã do pedaço.