Não quero Alguém que Tenha outro Alguém

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Não há ninguém tão dependente do outro quanto aquele que persegue honrarias.

⁠Lampejo
.
Entre o hoje e o amanhã,
Um tempo e outro tempo
Todo tempo é pra te amar…
.
O que outrora eu nada era
Sou pra sempre incipiente
Nessa arte de te amar…
.
Se me fosse no seu tempo
Um instante em sentimentos
Me veria em ti estar…
.
Agora pois, é no lampejo
Que te me vejo
Só em mim te encontrar.
.
Edney Valentim Araújo

Entre um e outro

O tempo passa, a saudade fica,
Mas meu amor por você, a um e a outro resiste.
Na saudade, um dia se torna um século.
Mas o tempo que lentamente passa só faz aumentar meu “amor” por você,
Toda a eternidade não seria mais de que um breve instante se eu estivesse com você.

Edney Valentim Araújo

"Quem não governa a si mesmo não está em posição de responder pelo destino do outro"

"O que o outro resolveu viver, não é problema seu. Foque no que te faz feliz!"

⁠Normalmente quem age por interesse está tão obcecado no obscuro, que o outro ao perder o interesse acende a lâmpada do juízo para tudo ficar às claras

Ao jogar flores no outro, jamais permita que os espinhos sejam arrancados.

Entre o toque e o cuidado


Às vezes, não é sobre o outro…
é sobre o preconceito que mora dentro dele —
ou dentro de quem o protege.


Eu nunca soube ver “deficiências”.


Vejo energia.
Sinto presença.


E, quando a minha energia encontra a do outro,
nasce em mim um gesto simples:
um abraço,
uma palavra,
um carinho que não pede explicação.


Mas o mundo anda na defensiva…
e o afeto, que deveria ser leve,
vira invasão aos olhos de quem tem medo.


Eu não me aproximo sem caminho.
Sempre há um antes —
uma convivência,
um silêncio compartilhado,
um laço invisível se formando devagar.


Outro dia, me disseram:
“Ela é adulta.”


E aquilo ficou em mim.


Voltei para dentro,
revisei meus gestos,
me procurei nas minhas intenções…


e encontrei o mesmo de sempre:
carinho.


Porque com todos é assim —
e de todos, o carinho voltou.


Mas, ainda me contive.
Segurei o gesto.
Guardei o abraço.


Mesmo sentindo que, às vezes,
quando o afeto não é recebido,
não é recusa…
é proteção de alguma dor.


Depois, veio a confirmação:
existia, sim, um cuidado ali,
uma história sendo tratada em silêncio.


Mas eu não desisto.
Nunca desisti de ninguém.


No Natal, prometi um abraço.
Antes que dissessem outra vez
o que ela já não era criança,
eu disse o que eu era naquele instante:


“Eu gostaria muito de receber "esse" abraço…
mas, já que não é possível,
então eu apenas dou.”


Porque amar, às vezes, é isso:
não esperar retorno,
não medir resposta,
não endurecer o gesto.


Só ser.


Talvez o mundo confunda idade com sentir.


Mas nem todo corpo acompanha a alma no mesmo tempo.


Há quem tenha trinta…
e um coração de oito,
delicado, sensível,
ainda aprendendo a confiar.


E há quem force encaixes,
rótulos, aparências —
como se crescer fosse caber
em uma forma pronta.


Mas sentir…


sentir nunca obedeceu calendário.


E eu sigo assim:
Me aproximando com cuidado,
respeitando limites,
mas nunca deixando de oferecer
o que há de mais bonito em mim —


o afeto. 🌛☀️

De tanto um apontar os defeitos do outro,
Um bilhete foi deixado na mesinha de cabeceira, com a frase...
Continue sonhado com alguém perfeito meu bem.

⁠A verdadeira felicidade não está em receber uma bênção, mas em ser a bênção na vida de outro.

O olhar do outro sempre será o inferno dos hedonistas

O descortinar da alma pode revelar, no imaginado outro, apenas eu mesmo

Ser íntimo é saber-se inteiro na inteireza do outro que completa em si mesmo a metade nunca completa do nosso ser e do existir.

A traição não nasce da falta de algo no outro. Ela nasce de um vazio dentro de quem não quis sustentar o que tinha.

Não precisa virar esquecimento… o que foi vivido encontra outro lugar dentro de nós. Vira cicatriz, daquelas que já não doem, mas guardam, com delicadeza, a lembrança de que um dia foi real… e, de algum jeito, também foi importante.

Quem expõe demais o outro, revela mais sobre a própria falta de cuidado do que sobre o erro de quem foi exposto.

Curioso é que o perdão parece um presente que damos ao outro, mas, no fundo, é a nós mesmos que ele cura.

O amor mais bonito não é o que nos prende, mas o que nos permite cuidar do outro, sem esquecer de quem somos em Cristo.

Se o Amor de Deus nos alcança mesmo quando menos merecemos, quem somos nós para desistir do outro, ou do laço que Ele permitiu?

Percebi que o adeus começa muito antes da partida… quando o outro já não se importa que a gente fique.