Não quero Alguém que Tenha outro Alguém

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O pior erro que uma pessoa pode comerter é ter inveja da fé do outro, isso supera até todas as doêncas da humanidade, até um pensamento negativo vira voz amaldiçoada que ecoa no universo

QUERIA!

Queria ser um passarinho
Para pode voar
Sair as vezes do meu ninho
E ir para outro lugar
Respirar um ar puro
Me sentir tão seguro
Sem poder me segurar
Queria ser um passarinho
Para viver em dimensão
Ir no além do Horizonte
Conhecer o mundão
Sentir o puro ar
Como plumas flutuar
Em uma certa direção...

⁠Louca de paixão !

Eu tenho uma amiga,
amante da solidão,
não casa com outro homem,
por causa, de sua louca paixão.

Separada desse cabra,
fica louca, quando o ver,
perde a noção do tempo e
a vontade de viver.

O ataque raramente é sobre você. É sobre o efeito que você causa no outro. Você virou espelho. E espelho honesto irrita. Porque ele não discute, ele apenas reflete. A pessoa olha e vê o que não quer ver sobre si mesma. Aí ela tenta quebrar o espelho. Não porque o espelho mentiu, mas porque o reflexo doeu.

⁠Somente Quem Tem Empatia Consegue Entender o Outro... Mesmo Sem Ter Vivido a Mesma Experiência.

Para refletir:


Nunca minimize a dor do outro.
Jamais romantize o sacrifício alheio.
Em hipótese alguma normalize o comportamento tóxico.


O ser humano sempre terá a oportunidade de escolher a atitude mais coerente.


01/04/26

O diálogo é a paz, não há outro.

⁠O ato de amar o outro é algo para os fortes e não para os fracos, ⁠pois só quem realmente ama entende o quanto se exige de si mesmo, porque overdadeiro amorluta contra todas divergências e diferenças.

Se compare somente com que o outro faz de positivo e não seus defeitos para não empatar com os defeitos do outro.

a dor do outro você rir a sua dor você chora e agora? lembre se o mundo dá voltas todos nós passaremos por momentos difíceis

Hoje:
Um novo dia para viver.
Para morrer outro dia.
Mais um dia perdido.

⁠Para ajudar efetivamente o outro, devo entender o que ele entende. Se eu não souber disso, meu maior entendimento não será de ajuda para ele... a instrução começa quando você se coloca no lugar dele para entender o que ele entende e da maneira como ele entende.

Porque nem todos os dias são iguais, mas sempre haverá outro sol.

Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.

Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.

A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.

Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.

Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.

E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.

É SOBRE SABER AMAR...
Sobre se doar para o outro sem pedir nada em troca
Sobre simplesmente estar do lado assistindo ao pôr do sol juntos
Sobre ir para a praia de noite, esticar a manta e contemplar as estrelas juntos
Sobre pesquisar a hora exata que a lua nasce e procurar o melhor lugar para vê-la nascer no mar e registrar esse momento juntos
Sobre caminhar de mãos dadas na beira do mar jogar conversa fora e rir a toa juntos
Sobre preparar nosso jantar ouvindo música e quando sua música favorita tocar, aumentar o som e dançar juntos
Sobre ter maturidade suficiente para entender que não existe perfeição e enaltecer as qualidades, aceitar os defeitos e saber conviver com eles
Sobre entender que todos têm suas limitações, saber respeitá-las e aprender com elas
Sobre olhar junto para o mesmo horizonte e caminhar junto com o mesmo objetivo
É sobre compreender que a tarefa não é fácil, mas se possível suavizá-la, tornando-a leve e gostosa de viver!

Amar é dar ao outro a chave de uma porta que só você sabe que existe.

Olhar para o outro não é um ato de reconhecimento social, mas de violação mútua. É o momento em que a máscara da civilidade cai e sobra apenas a matéria viva, crua e assustadora do outro — que, no fundo, é um espelho de nós mesmos.

Não procure o amor por onde vai
Ele está dentro de você e aí ficará
até quando outro amor chegar
Como é de onde vem não se pode
prever mas, poderá senti-lo

“Comer não é tornar-se o outro é transformar o outro na continuidade de si.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá

Quando Amar é Ver com o Coração


O mais bonito de amar é que conhecemos os defeitos do outro, mas o coração os suaviza e no amor, até o imperfeito encontra sua forma de perfeição.