Não quero

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Não quero palavras de consolo, não quero tapa nas costas, não quero chá quente, não quero telefonemas de socorro. Não quero nada. Quero solidão. O silêncio no meu interior é dominador, e não me deixa pronunciar uma palavra se quer, não me movo e não reclamo. Calo-me para o mundo. O oco é meu conforto e minha cama é o meu abraço. Deixa-me quieta, deitada nos braços de Morfeu, sonhando com o dia que te conheci e tentando resgatar a sensação de felicidade que eu tive ao teu lado.

“O jeito que ela (Britney) se veste… você andaria na rua só de sutiã? Não quero difamar ninguém, mas comigo, as mesmas roupas que uso no palco são as que eu usaria na escola ou na rua.” (Mtv Brasil, 11/2003)

Não vou mais forçar esse fim, dói tanto, e quer saber ? Não quero mais dor, essa é a minha escolha ! Não escolho você, nós, o fim, o começo.. escolho a não-dor e o que ela trouxer junto.

A chuva cai,
as gotas trazem,
lembranças de você
mas eu não quero
a chuva cai, o tempo traz
momentos...
que não me pertencem mais!

A partir de hoje nao quero mais nada que nao seja real ,que nao seja verdadeiro,sonhar é bom mas realiza-los e melhor ainda!!!!!

Medo escuro
Eu não quero.
Pelo ao menos não mais,
esta aqui sozinha nessa escuridão.
Vem pra cá!

Não me deixe assim, na escuridão andar.
Pelo simples fato de te procurar.
Te procurar da medo,
isso me assusta.

Não posso mais te procurar, são muitos obstáculos,
Sou uma pessoa culta e se minha felicidade foi você eu há deixei,
e se o feitiço é ficar na escuridão sem você,
o feitiço foi realizado

Não quero ser o cara por quem você se apaixono. Serei o cara por quem vai se apaixonar todos os dias. Que seja cada dia mais intenso.

Por isso, quero afirmar: se você acredita no que faz, insista.
Não quero que essa frase recaia em um otimismo ingênuo e fácil. Porque sei que, entre esse passo adiante e a frustração que o antecede, há o silêncio no meio. A angústia e a terrível sensação de que estamos condenados a nossa própria mediocridade. Perdemos a força, a vontade, indiferentes ao frio e ao calor, a beleza ou a feiúra, o sem sentido, o cinismo, o niilismo fatigado. Entre o desânimo e o ânimo que faz esse passo existir, há a confusão de sentimentos e a revolta com os nossos limites. Há a sensação de que o outro é muito superior a nós, inalcançável. Há a cobrança de porque não fiz isso, não falei aquilo, estudei aquela outra coisa? Há sempre entre a perda de seu valor e esse passo um enorme abismo onde nos metemos. E, de onde é muito difícil arrumar energias para sair. Como essa energia surge? Não sei, mas ela surge como uma pequena chama de fé “sem religião” que consegue aquecer nossa alma por inteiro. Parte de uma pequena ação que nos “realma” aos poucos e definitivamente. E nos faz ter a paciência de catar os retalhos que sobraram de nós, de costurar esse remendo que nos tornamos depois de perdemos nosso valor próprio.

Estou partindo, Não em pergunte o porquê, ou por quem. Eu não quero que a última resposta seja uma que possa te magoar, por favor, não me pergunte nada, me abrace e peça pra eu ficar.

"Eu não quero sobreviver. Eu quero viver!"

Eu insito em desacreditar, mas tudo me leva aonde não quero chegar. E os motivos que você me dar a isto são as provas reais.

Não quero a clausura e nem a usura de vermes sedentos, quero a liberdade de cinza ao vento; Feito eu, feito meu pensamento.

Não quero ver acabar um amor que construí com tanto afeto.

E hoje não quero parar de escrever nem por um segundo, só pararei quando o sono me pegar e me jogar na cama. Quero manter minha mente ocupada á todo momento, farei o que for preciso pra não pensar em nada. Absolutamente nada. Vou ligar o volume do som no máximo, vou correr, assistir o mesmo filme dez vezes, andar em circulos, tomar rémedio pra dar sono, mais me nego á pensar em qualquer coisa. quero distancia de algum sentimento de indecisão, medo ou insegurança. Tudo que eu preciso agora é de uma boa dose dupla, e sem gelo de Esquecimento.

Não quero ser Xerox, quero ser originalmente eu
Socialmente só, modelando o modelo
Um devir teatral, expondo realidade
No meu palco social
Acreditar que eu sei que sei
Jamais dizer que nada se sabe
Sócio de mim mesmo
Em corpo e alma
Buscando o eu da sociedade
Para construir minha própria empresa
A essência da alma
Uma sociedade perfeita

Quando eu morrer não quero lagrimas, quero sorrisos, lagrimas só se forem de gargalhadas das palhaçadas que fazia. Lagrimas só se for de tanto rir das besteiras que eu dizia. Não quero saudades, agente só sente saudade daquilo que nunca mais iremos ver e de alguma forma eu encontrarei vocês um dia lá em cima. Se possível não quero padres, pastores, bispos nada disso. Tenho religião mas não sou religioso e acima de tudo respeito a cresça de cada um o bastante para que nem numa situação como esta, seja preciso desrespeitar a crença de cada um. Mas uma coisa faço questão desculpe meus amigos, vascainos, palmerenses, tricolores, botafoguenses mas com certeza ira ter uma linda bandeira do flamengo lá. Pois meu time é foda. Não sou santo nunca fui, mas se falarem mal de mim rebatam dizendo tudo que eu fiz de bom e como fui uma pessoa bondosa e carinhosa. Mas se falarem muito bem de mim mostres pra eles que tinha meus defeitos. Nada como defeitos para nos tornar mais humanos. Já perdi muitos amigos e acredito que cada vez que um amigo se vai pra perto de DEUS ele roga por nos lá de cima dando aquela ajudinha quando fazemos algo errado.
Por ultimo quero deixar o meu mais singelo pensamento: “A vida nada mais é que escolhas, não importa qual DEUS você segue encontre...descubra que você é seja fiel a você mesmo que no final todo mundo vai pro buraco. Não importa cor, credo, raça, ou status. A coisa mais bonita que você pode fazer hoje é sorri para alguém.”

Não quero que você caia no esquecimento de minhas lembraças, Quero que você sempre esteja presente nos meus pensamentos, nos meus sonhos na minha vida; Venha fazer parte da mim para sempre.

Não quero matar saudades. Quero alimentá-las.
Se crescerem e criarem raízes em mim saberei da substância do sentimento, garantirei minha subsistência, sentirei sustância, estarei mais perto do amor...

Eu não quero e não vou mais me prender aos meus medos e incertezas!
Se eu me desfazer em pedaços numa dessas investidas, darei um jeito de unir os cacos do meu coração, e assim, ele se metamorfoseará num novo, mais forte que antes e mais experiente também.
Eu quero é viver, e não Sobreviver!

17 de dezembro de 2009

“Não venha arrumar nenhum pretexto para que eu volte a esse amor prisco, não quero novamente voltar a ter presságios de como tudo teria dado certo de nós não tivéssemos falhado tanto”