Não quero
Tenho medo de te perder...
Não quero pensar em não ter mais o seu fio...
Que me deixa no cio...
E o vício do início meio para nunca ter fim;
Porque querer saber! Como me tornar um Don Juan? Se não quero ser uma copia!
Não preciso de técnicas para ser eu mesmo...
Nas montanhas da loucura
Espero a minha princesa árabe
Mas não quero que
A loucura roube a minha vida...
Vivo em uma corrente que busca o desapego do que não me convém
Não quero saber do óbvio, pois do óbvio que atraí os males;
Não quero viver coagido por palavras mal entendidas
Que abalem a minha segurança e proteção...
Me abraça... Me beija, mas no fundo me odeia
Pelas costas me condena, jogando o meu nome ao chão;
Mas retribuo com o meu melhor
O que cultivo em meu coração;
Digo o que não quero quando a raiva me consome
Por ciúmes me desespero tenho medo por um instante
Instante de perder! Perder o teu olhar de admirar o meu prazer...
Te amo sem juízo na verdade nem sei por quê!
Só sei que não consigo viver sem o teu querer
Percorro o meu caminho para feliz poder te fazer
Tenho sonho de dar-te o mundo por isso escrevo para você;
Não quero promessas de palavras inúteis
Nem muito menos uma história mal escrita
Quero a chance de cometer os meus próprios erros
Amando e sendo eu no qual eu aprenda a viver;
Hoje não estou bem para falar! Só recitar
Hoje não quero agradar! Só pensar
Sem que me apontem! Sem inspirar;
Não quero felicitar a vivência dos momentos meus, mas quero a coragem de admitir que ainda preciso aprender;
Não quero luxo, não quero fama, nem preciso de reconhecimento;
O que eu quero realmente é que vivamos como seres humanos civilizados!
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
Não quero usar de subterfúgios para encantar o teu coração;
Mas ainda sim usarei a audácia de roubar o teu coração pra mim;
