Nao Queira Reviver o Passado

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Não existe cansaço que impede eu expressar o que aloja no meu coração, 😘 a felicidade é minha eterna companhia...

As coisas são sempre contrárias, mas se não fosse como haveria saudades? Então vivamos o hoje, sem esperar muito do amanhã.

Nunca deixe para perceber a importância de outra pessoa na vida depois que a mesma já não estar mais perto de você, além da dor e e ansiedade que irás sentir existe casos que não podem mais serem reparados ou mudados.

Não tire conclusão da minha personalidade pelo seu julgamento da minha aparência, me compare aos livros leia o conteúdo antes de descartá-los apenas pela imagem da capa.

Eu entrego tudo nas mãos de Deus, ele resolve tudo da maneira mais certa...
Não vou me adoecer com causas alheias. Cada um tem sua conta a acertar com Deus, quem errou ou errar será cobrado pelo seu erro, não cabe a mim julgar somente a Ele.

Não busque nos outros o que você nunca poderá encontrar, pois suas frustações serão mais intensas a cada decepção. Valorize primeiro você, e lute pelo seus objetivos que assim você se realizará.

⁠Em tudo que você realiza têm sempre alguém querendo ocupar seu espaço, não para fazer melhor o seu trabalho mas por pensar que o lugar que você está é melhor que o dele.

⁠O importante não é a velocidade para chegada, e sim o conhecimento do caminho percorrido; para se preciso retornar, não se perca na primeira encruzilhada.

⁠Quando não desistimos dos nossos propósitos já é o início do que temos como meta e fé para realizar nossas pretenções...
Confiar em Deus e esperar o tempo dEle para realização, é determinação e confiança que não estamos desamparados.

O relógio da vida não retorna para as oportunidades,
se elas surgirem no seu trajeto cotidiano procure aproveitar intensamente pois é sua única e exclusiva chance que terás para usufruir ou rejeitar...
Seja sábio nas escolhas, pois muitas não somarão
nos seus objetivos ou nas metas previstas.

Se passou por lutas e provações e teve oportunidade de recomeçar, não desista. Pois só quem vivenciou dias difíceis, sabe o quanto é importante prosseguir, e conhecendo os obstáculos jamais tropeçará novamente!

Não adianta forçar um sorriso para disfarçar a tristeza ou outro sentimento que machuca seu coração, pois a essência que envolve a alma e irradia a vida, vem de dentro para fora sem precisar de esforços.

Eu amava muito você

Neste momento, neste exato instante, não há espaço para doçura ou nostalgia. Estou mergulhado em um mar de indignação, onde as ondas da raiva e da decepção se chocam contra as rochas da minha alma ferida.

Eu amava muito você. Essas palavras que um dia foram sussurradas com ternura agora ressoam em minha mente como um grito de revolta, uma expressão do quanto fui enganado e traído.

Cada lembrança agora é um punhal cravado em meu peito, lembrando-me dos momentos em que confiei em você cegamente, apenas para ser traído e abandonado no final. Seu sorriso era falso, suas palavras eram mentiras habilmente tecidas para me iludir e me fazer acreditar em um amor que nunca existiu.

Cada gesto de carinho, cada promessa de eternidade, eram apenas uma fachada para esconder sua verdadeira natureza egoísta e manipuladora. Você brincou com meus sentimentos, usou-me como um joguete em seu jogo sujo de poder e controle.

Agora, enquanto olho para trás, vejo a verdade nua e crua diante de mim. Você nunca me amou de verdade, nunca se importou comigo além de suas próprias necessidades e desejos egoístas. E por isso, sinto uma fúria que queima dentro de mim como uma chama inextinguível, consumindo tudo em seu caminho.

Eu amava muito você. Mas agora, tudo o que resta é a amargura de uma traição cruel, o sabor ácido da decepção que envenena minha alma. E enquanto caminho pelos escombros do que um dia foi nosso amor, juro a mim mesmo que nunca mais permitirei que alguém me faça sentir tão indignado e ferido como você me fez sentir.

⁠Tornando-me

"Fiz de mim o que não soube, e o que podia fazer de mim não o fiz.''
Mas hoje, olhando ao redor, encontro quem verdadeiramente sou.
Nas falhas, nas conquistas, no que errei e aprendi, e no que sempre fiz,
Descobri a beleza única de ser eu mesmo, sem qualquer tabu.

Não sou perfeito, nem pretendo ser, pois na imperfeição reside a humanidade,
E é nela que encontro minha força, minha coragem, minha identidade.
Cada passo, cada escolha, moldou meu caminho, minha verdade,
E assim sigo, com fé no coração, rumo à minha felicidade.

No fim das contas, o importante não é o que os outros esperam de mim,
Mas sim o que eu espero de mim mesmo, em cada amanhecer.
Fiz de mim um ser em constante evolução, rumo ao meu fim,
E nesse processo de autodescoberta, aprendi a simplesmente ser."

⁠Amar não é só sentir, é construir. E nenhum relacionamento se constrói onde não há diálogo. Quando um casal para de conversar com o coração, começa a falar apenas com mágoas ou silêncios. É no ouvir verdadeiro que se entende a dor do outro, e é na disposição de mudar que o amor amadurece. Ficar juntos é uma escolha diária, e essa escolha exige empatia, paciência e a coragem de reconhecer que às vezes, o amor mais forte é o que se transforma para não perder o outro.

ABENÇOADA LUTA.
Há uma forma de evangelho que não se encontra apenas nas páginas escritas, nem repousa exclusivamente nos templos erigidos pela tradição humana. Trata-se de um evangelho vivo, silencioso, invisível aos olhos apressados, porém profundamente legível à consciência que se encontra em sintonia com o bem, o bom e o belo. É o evangelho da doação, aquele que se escreve com gestos e se consagra no sacrifício cotidiano.
Aquele que se entrega ao próximo sob a luz do amor de Jesus não apenas auxilia, mas transforma-se em instrumento da própria luz que oferece. E, nesse movimento sublime, ocorre um fenômeno espiritual de alta significação moral: ao doar-se, o indivíduo é também abençoado pela mesma claridade que irradia. A lei de reciprocidade espiritual não é mecânica, mas profundamente ética, conforme ensina a doutrina quando afirma que "fora da caridade não há salvação", indicando que a verdadeira ascensão se dá pelo exercício constante do amor ativo.
Consideremos uma simples narrativa.
Em uma pequena casa de paredes simples, vive Helena, uma mulher já avançada em idade, cujo tempo, aos olhos do mundo, seria de descanso. Contudo, para ela, o tempo deixou de ser propriedade pessoal. Ao despertar, antes mesmo de cuidar de si, dirige-se ao quarto do marido enfermo. Ali, a primeira oportunidade de luta se manifesta: não uma luta ruidosa, mas íntima, contra o cansaço, contra a impaciência, contra a tentação de desistir. Cada gesto de cuidado é uma página desse evangelho invisível.
Mais tarde, ao sair para a rua, Helena encontra uma vizinha abatida pela dor de uma perda recente. Ainda que seus próprios fardos sejam pesados, ela interrompe seu caminho. Eis outra oportunidade de doação. Não há discursos elaborados, apenas presença, escuta e silêncio respeitoso. Nesse instante, o amor não se proclama, mas se faz sentir.
No mercado, um jovem em dificuldade tenta organizar suas compras com recursos escassos. Helena, discretamente, completa o valor que lhe falta. Ninguém observa, ninguém aplaude. Contudo, no plano moral, essa ação reverbera como um ato de elevada dignidade espiritual. Aqui se revela mais uma face da luta: vencer o egoísmo silenciosamente.
Ao retornar ao lar, já ao entardecer, o corpo cansado revela o preço físico de sua jornada. Porém, sua alma encontra-se em serenidade. Ela compreende, ainda que intuitivamente, que o tempo não lhe pertence quando é consagrado ao amor. Nesse entendimento, repousa uma liberdade profunda: a de não viver para si, mas através do bem.
Essa narrativa simples evidencia que o campo da luta bendita não se limita a grandes feitos. Ele se encontra no lar, na rua, nas relações cotidianas, nos encontros aparentemente banais. Cada circunstância é uma convocação. Cada necessidade alheia é uma porta que se abre para o exercício do amor.
A doutrina esclarece que o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. Tal ensinamento não se restringe a um ideal abstrato, mas se concretiza exatamente nesses momentos descritos. É no domínio de si mesmo que o amor se torna ação legítima.
E mais ainda, quando se afirma que a prece é um ato de adoração, compreende-se que a vida inteira pode converter-se em prece quando orientada pelo serviço ao próximo. Cada gesto de auxílio é uma oração viva, cada renúncia é um cântico silencioso, cada ato de paciência é uma elevação da alma.
Assim, aquele que vive esse evangelho invisível não busca reconhecimento, pois sua recompensa não está nas aparências transitórias, mas na íntima comunhão com a lei divina, que é justiça, amor e caridade.
Que se compreenda, portanto, que a abençoada luta não é um peso imposto, mas uma dádiva concedida àqueles que já conseguem perceber a grandeza de servir. E, mesmo quando o mundo não vê, quando o cansaço se impõe e quando o retorno não vem, ainda assim, cada ato de amor permanece inscrito na eternidade moral do espírito.
FONTES DE APOIO.
"O Livro dos Espíritos", questões 886 e 659.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XV.
"Obras Póstumas", estudo sobre a caridade e a moral espírita.
Que cada instante da existência seja reconhecido como solo fértil dessa luta bendita, onde o espírito que ama não se perde, mas se engrandece na mais alta dignidade do bem vivido.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

FULGOR DA DOR QUE ANIQUILA.
Não havia pensamento.
Não havia linguagem.
Apenas a dor.
Bruta.
Imediata.
Sem forma e sem medida.
O ar pesava.
O peito ardia como se algo estivesse sendo rasgado por dentro, sem cessar.
Os olhos não viam.
E, ainda assim, tudo estava diante deles.
O corpo permanecia ali.
Mas o que sustentava o gesto de existir havia sido arrancado.
O chão não sustentava.
O tempo não seguia.
Tudo se comprimia em um único instante interminável.
A imagem dela.
Imóvel.
Silenciosa.
E o sorriso.
Ausente.
A ausência gritava mais do que qualquer som.
As mãos tremiam sem controle.
Os joelhos cederam.
Não havia decisão.
Apenas queda.
O papel.
As palavras.
Cada linha atravessava como ferro em brasa.
Sem interpretação.
Sem defesa.
Apenas impacto.
O coração batia desordenado.
Forte demais.
Rápido demais.
Como se quisesse romper o próprio corpo.
O ar faltava.
Ou talvez não fosse mais necessário.
Um ruído interno.
Constante.
Insuportável.
Como um eco que não se cala.
Nada fazia sentido.
E, ao mesmo tempo, tudo doía com uma precisão cruel.
O rosto dela.
A quietude.
O fim.
A mente tentava alcançar.
Mas algo recusava.
Não era possível aceitar.
Não era possível negar.
Apenas sentir.
Sentir até o limite.
E além dele.
A dor não diminuía.
Não se transformava.
Ela expandia.
Tomava espaço.
Invadia cada parte.
Sem nome.
Sem pausa.
A memória surgia sem ordem.
Fragmentos.
Sorrisos.
Olhares.
E cada fragmento feria novamente.
Não havia abrigo.
Nem dentro.
Nem fora.
O silêncio esmagava.
O espaço sufocava.
E ali, entre o que ainda respirava e o que já não era, restava apenas isso.
Dor.
Inteira.
Total.
Sem consolo.
Sem explicação.
Apenas a presença brutal de algo que não podia ser evitado.
E que não cessava.

SEJAS ANTES.
Se desejas ser amado,não espere pelo outro,ame.
Se anseias carinho, não cobre sem o dar.
Se anseias a gentileza, não amargure a tua e nem a vida do outrem,isto apenas espanta cada vez mais os que pretendem pedir tempo.
Se buscas ser compreendido, não negue a ponderação e a compreensão,cada um possui a sua capacidade ideai para a existência atual.
Se a vida tem te ofertado espinhos isso não nega peremptoriamente a existência das rosas.
Tens se sentido perseguido,continue então sempre na dianteira seguindo os passos de Jesus,os malevolentes acabarão então por chegar até o mestre através de você.
Julgas que tudo esta perdido, não te detenhas em julgamentos é momento de voltar de onde parou e recomeçar mais lívido.
Se a doença chegou até ti como assaltante,mostre-a que nada ela tem para levar de ti a não ser o que es pelo bem que praticas.
Parecem-te pesadas as cargas que surgiram?Recordas que são cargas e podes muito bem não levá-las todas de uma só vez. Cada passo, uma distância a menos.
Levantam falsidades quanto a tua vida? Procure Jesus que também não escapou das mesmas,se as mesmas não fazem justiça quanto à tua consciência.
Sentes que o abandono dos que julgavas amigos e irmãos te batem a porta, entre em tua casa íntima em ti mesmo e ainda que chores,converse com Deus.
Sempre que abrirem-te chagas em mentiras sobre o que realizas,abençoa as mesmas com serenidade agradecendo e dando graças por serem mentiras.
Sempre meus filhos na terra ou na erraticidade existirão os pobres de espíritos que investem contra tudo que fala do bem,mas a ti, tão somente a ti cabe a decisão a tomar;preferindo se lançar no pântano das lamentações a sentir-se o mais infeliz dos seres ou continuar na caminhada que empreendestes em nome da evolução pessoal que direcionam tantos outros irmãos infelizes à paz que tanto buscas.
Não olvides que podemos aparentemente nos mostrar vencidos,contudo não pairem sombras em nossa convicção de que o mundo vem sendo ha milênios guiado por aqueles que se fizeram o menor dos menores e mesmo que não mais aceitos pela terra,foram e são abraçados pelas graças dos céus.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé .

O LUGAR INTERDITO DA ALMA.
Do livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Sim. Porque não há lugar ao meu lado para ninguém."
Joseph Beauvoir pronunciou essas palavras como quem encerra um veredito irrevogável. Não havia revolta em sua voz, mas uma espécie de resignação austera, como se já tivesse percorrido todos os caminhos possíveis e encontrado apenas a mesma paisagem deserta.
Camille Marie Monfort, porém, não se deixou persuadir pela aparência de certeza. Aproximou-se com a gravidade de quem não deseja contrariar, mas compreender até o limite.
"Não há lugar, ou não há permissão", indagou ela, com suavidade meticulosa. "Há uma diferença silenciosa entre o vazio e a interdição."
Joseph manteve-se imóvel. Seus olhos, antes firmes, vacilaram por um instante.
"Se houvesse lugar, alguém teria ficado."
Camille inclinou levemente a cabeça, como quem examina uma ideia antiga demais para ser aceita sem revisão.
"Ou talvez ninguém tenha suportado aquilo que guardas nesse lugar", respondeu. "Há almas que não são desabitadas, Joseph. São apenas profundas demais. E profundidade não é ausência. É excesso."
Ele deixou escapar um leve sopro, quase um cansaço antigo retornando.
"Excesso de quê. De falhas. De incapacidade. De tudo aquilo que afasta."
Ela negou, com uma serenidade que não impunha, mas sustentava.
"Excesso de consciência. Excesso de sentir. Excesso de verdade não dita. O problema não é não haver lugar ao teu lado. O problema é que esse lugar exige mais do que a maioria está disposta a oferecer. Permanência. Paciência. Coragem diante do que não é leve."
Joseph fechou os olhos por um breve momento, como se aquelas palavras tocassem uma região que ele evitava nomear.
"E ainda assim, ninguém fica."
Camille respondeu com um tom mais profundo, quase confidencial.
"Nem todos os encontros são destinados à permanência. Alguns existem apenas para revelar aquilo que acreditamos ser definitivo. E depois partem, não porque não havia lugar, mas porque não era o lugar deles."
Ele permaneceu em silêncio. Não era um silêncio de recusa, mas de assimilação lenta.
"Então o erro não está em mim."
Ela sustentou o olhar dele com firmeza doce.
"O erro está em transformar a ausência dos outros em sentença sobre o teu valor. Um lugar não deixa de existir porque não foi ocupado. Apenas aguarda aquilo que lhe corresponda."
Joseph voltou-se levemente para a escuridão ao redor, como se buscasse confirmar se ainda havia algo além dela.
"E se ninguém jamais corresponder."
Camille não hesitou.
"Então teu desafio não é desaparecer, mas continuar sendo um lugar verdadeiro, mesmo sem testemunhas. Porque aquilo que é autêntico não se mede pela presença alheia, mas pela fidelidade à própria essência."
O ar parecia mais denso, mas não mais sufocante.
E naquele instante, a solidão deixou de ser apenas condenação. Tornou-se também uma prova silenciosa de integridade.

"Quem cultiva a gratidão não exige da vida o imediato, mas acolhe o necessário."