Não Preciso de Namorado para se Feliz

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As pessoas se fecham em suas muralhas
E esquecem que para seguir em frente
É preciso construir pontes!!!

É preciso coragem para não ser mais uma marionete do sistema.

É preciso ser corajoso e bom, humilde e capaz. Se houver talento, melhor ainda, mas este último não dispensa os quatro primeiros.

– Ok. Aqui está minha arma e meu distintivo.
– Eu não preciso deles. Você ainda não está suspenso, você está em licença administrativa.
– Você nunca me deixa fazer nada legal!

Eu sei que é difícil, mas preciso ser forte.
O mundo não vai parar de girar, por causa da minha dor,
e nem mesmo ficará mais bonito, sem o amor.
Não é questão de ficar sozinha, é questão de ser sozinha.
Não me imagino sem alguém, sem um abraço, sem um carinho.
Sou frágil de alma, mas forte de espírito.
Não me fecho para todos, só respeito os meus limites.
Sei quem está comigo, e na maioria das vezes não sobra ninguém,
somente Deus. O único que me entende e dá forças necessárias para
ainda viver neste mundo!

É o seguinte: eu não preciso de quem não queira estar comigo, simples assim!

“É preciso passar pelas lágrimas pra chegar nos sorrisos.”

Não preciso de bons advogados, eu tenho o melhor e acredite ele não cobra.

Preciso desistir de você.
Pára de tentar fazer eu me encantar mais por você.
Pára de me Abraçar.
Pára de me prender.
Me deixe ir.
Pq você me fez chorar sem ter proferido uma palavra.
;/
Eu tô implorando.
Me ajuda a parar de pensar em você.
Até parece que eu não vejo você super FELIZ.
E você não vai desistir de quem você gosta por mim.
Pq isso seria burrice da sua parte.
Mas se você desistir eu estarei aqui.

É preciso sempre desconfiar das coisas fáceis.

É preciso acreditar num novo dia, na nossa grande geração perdida, nos meninos e meninas.

É preciso ter um tempo longe daqui
Tempo de ficar só
De andar na areia e sumir
O amor verdadeiro não reage assim
Pode fazer melhor
Esconde o medo e sorri

Quem já nadou contra a corrente
Sabe usar o vento a favor
Só o momento é diferente
É a mesma ferramenta que usou

Eu não preciso mais fazer o que você diz
Dei valor ao meu suor
Ninguém decide por mim
Se eu agi errado me perdoe porque eu não quis
Amarrar outro nó
Que prende pra dividir

O que impede de andar pra frente
É a direção que escolheu
Se um abismo separa a gente
Quem fez a escavação não fui eu
Eu sei que gente que tem coragem não finge
Que nada disso aconteceu

Quando eu acordei era fim de tarde
Meu lado claro escureceu
(Um novo sol só de manhã)
Faz envelhecer tendo a mesma idade
De tanto que a alma sofreu
Eu sei que gente que tem coragem não finge

A palavra de Deus diz que devemos perdoar quantas vezes for preciso, mas não diz que devemos aprontar quantas vezes for preciso, porque o perdão traz liberdade , mas as feridas costumam deixar marcas aos quais o tempo será precioso pra cuidar...portanto, muito cuidado com seu falar e com seu agir ....

Não sei como, mas de alguma forma você consegue ser exatamente tudo que eu preciso. Esse teu jeito todo de ser que parece ser tão meu, feito pra mim. Tudo em você me salta os olhos, me encanta, me deixa bobo. Você é a certeza de que ainda posso olhar a felicidade nos olhos. Eu até posso sentir o gostinho do futuro, doce como o teu beijo e perfeito como teu abraço.

EU TE PRECISO
(08/01/2008)

Preciso da sua voz,
Preciso do seu sorriso,
Preciso do seu abraço,
Preciso do seu carinho.

Preciso da sua atenção,
Preciso da sua alegria,
Preciso da sua verdade,
Preciso da sua energia.

Eu preciso de você,
Como preciso do oxigênio para viver.
Eu preciso da sua vida,
Como preciso da minha.

Porque eu não sei ser sozinha,
Eu não sei te esquecer,
Eu até já tentei,
Mas aí não consegui mais viver.

Então desisti de tentar
E deixei você ficar.
E você foi ficando
E de novo, foi se apossando,
De mim e do meu coração.

Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão.

"Eu preciso estar disposto a desistir do que sou para me tornar o que serei."

Só preciso que você me enxergue e me diga que você me entende e me aceita. Esconda meus medos. E me abrace. Sou medrosa, mas aparento ser valente para tentar me enganar. Só preciso que você derrube seu muro. E me abrace. A partir daí, o resto é comigo. A sua sorte será every day e… você não vai se arrepender (a garantia sou eu).

Para atravessar agosto é preciso antes de mais nada paciência e fé. Paciência para cruzar os dias sem se deixar esmagar por eles, mesmo que nada aconteça de mau; fé para estar seguro, o tempo todo, que chegará setembro – e também certa não fé, para não ligar a mínima às negras lendas deste mês de cachorro louco. É preciso quem sabe ficar-se distraído, inconsciente de que é agosto, e só lembrar disso no momento de, por exemplo, assinar um cheque e precisar da data. Então dizer mentalmente ah!, escrever tanto de tanto de mil novecentos e tanto e ir em frente. Este é um ponto importante: ir, sobretudo, em frente.

Para atravessar agosto também é necessário reaprender a dormir, dormir muito, com gosto, sem comprimidos, de preferência também sem sonhos. São incontroláveis os sonhos de agosto: se bons, deixam a vontade impossível de morar neles, se maus, fica a suspeita de sinistros angúrios, premonições. Armazenar víveres, como às vésperas de um furacão anunciado, mas víveres espirituais, intelectuais, e sem muito critério de qualidade. Muitos vídeos de chanchadas da Atlântida a Bergman; muitos CDs, de Mozart a Sula Miranda; muitos livros, de Nietzche a Sidney Sheldon. Controle remoto na mão e dezenas de canais a cabo ajudam bem: qualquer problema, real ou não, dê um zap na telinha e filosoficamente considere, vagamente onipotente, que isso também passará. Zaps mentais, emocionais, psicológicos, não só eletrônicos, são fundamentais para atravessar agostos.

Claro que falo em agostos burgueses, de médio ou alto poder aquisitivo. Não me critiquem por isso, angústias agostianas são mesmo coisa de gente assim, meio fresca que nem nós. Para quem toma trem de subúrbio às cinco da manhã todo dia, pouca diferença faz abril, dezembro ou, justamente, agosto. Angústia agostiana é coisa cultural, sim. E econômica. Mas pobres ou ricos, há conselhos – ou precauções — úteis a todos. O mais difícil: evitar a cara de Fernando Henrique Cardoso em foto ou vídeo, sobretudo se estiver se pavoneando com um daqueles chapéus de desfile a fantasia categoria originalidade… Esquecê-lo tão completamente quanto possível (santo ZAP!): FHC agrava agosto, e isso é tão grave que vou mudar de assunto já.

Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu – sem o menor pudor, invente um. Pode ser Natália Lage, Antônio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista. Remoto ou acessível, que você possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do Pacífico Sul, Grécia, Cancún ou Miami, ao gosto do freguês. Que se possa sonhar, isso é que conta, com mãos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convés à lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados.

Não lembrar dos que se foram, não desejar o que não se tem e talvez nem se terá, não discutir, nem vingar-se, e temperar tudo isso com chás, de preferência ingleses, cristais de gengibre, gotas de codeína, se a barra pesar, vinhos, conhaques — tudo isso ajuda a atravessar agosto. Controlar o excesso de informações para que as desgraças sociais ou pessoais não dêem a impressão de serem maiores do que são. Esquecer o Zaire, a ex-Iugoslávia, passar por cima das páginas policiais. Aprender decoração, jardinagem, ikebana, a arte das bandejas de asas de borboletas – coisas assim são eficientíssimas, pouco me importa ser acusado de alienação. É isso mesmo, evasão, escapismos, explícitos.

Mas para atravessar agosto, pensei agora, é preciso principalmente não se deter de mais no tema. Mudar de assunto, digitar rápido o ponto final, sinto muito perdoe o mau jeito, assim, veja, bruto e seco.

Caio Fernando Abreu
Pequenas epifanias. Rio de Janeiro: Agir, 2006.

Nota: Crônica Sugestões para atravessar agosto, publicada originalmente no jornal "O Estado de S. Paulo", em 6 de agosto de 1999.

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As vezes... só é preciso ter fé.