Nao Preciso de Amigos Falsos
olhos grandes, perigo manso. riso que me ganha e prende. teu cheiro fica, teimoso. teimosa, tu.
mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.
mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"
olhos grandes, perigo manso. riso que me ganha e prende. teu cheiro fica, teimoso.
teimosa, tu.
mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.
Olha eles aí de novo !
Sempre pergunto, nas minhas preces,
por quê eles desaparecem ?
Vai fazer quatro anos, olha eles aí de novo,
querendo enganar o povo .
Mas, o povo gostam de sofrer, fazem boca de urna, para eles vencer.
Depois de eleitos e diplomados, os povos ficam ferrados.
Sobem ladeiras, entram em favelas, mas o povo amam sofrer, dando aos miseráveis o
poder.
É tanto beijos e apertos de mãos, que aflige o meu coração.
Depois de eleitos e diplomados, com sua caneta estamos ferrado.
Em um País, o presidente é um pau mandado, quem escreve às leis são os
deputados.
A invenção das cores
Ainda viveremos janeiros apressados
quentes e ensolarados
e se formos ligeiros
não chegaremos ao sol.
O sol está presente, parado
à nossa frente,
apontando o naviono azulão da encosta.
Hoje à noite, jantaremos o mar
Fiaremos peixes em anzóis de milagres, atravessaremos montanhas,
Andaremos sobre as águas ...
Do outro lado da montanha
é onde começao mundo.
Começarei a escalada...
Chegarei ao mundo festivo
Onde as cores foram inventadas.
o sal o fogo deserto... carrilhões de estrelas
O índio a taba o tambor...
O que eu não puder conhecer, receberei em poesia.
Meus primeiros passos começam
em fevereiro.Desde então, não parei
mais de errar.
Observo carnavais febris, revejo fogueiras acesas, chuvas apagadasnas matas...
Observo a lua, ouço o tal clarim de coturnos
Persigo a malta, persigo a matilha, acordo a madrugada...
Esses marcos ficaram na antessala dos meus sonhos.
Em março, o Brasil recomeça novinho,
debaixo de enxurradas.
Depois que a chuva passar,teremos aulas
nos vagões de memória
teremos trovões turbinados
relâmpagos em néon e ternuras com flores lágrimase mortalhas.
Novinho em folha, banhado no leite das luas
encontrarei as primeiras palavras, quebrarei tratos,não irei ao primeiro encontro.
Na maturidade saberei se foi desencanto
com o que se perdeu.
Depois de atravessar a montanha, subiremos ao outono.O outono é paciente. É bondoso. Não inveja. Não se vangloria...Não se orgulha! Como o inusitado que chegará bêbado,
carregado nos braços das epifanias.
O livro se abrirá e se desdobrará sem vida.
Depois do carnaval vestiremos a farda dos enunciados.
Abril. Páscoa. Paixão.
Fórmulas magicas de enfrentar o tempo.
Joaquim Maria Machado de Assis, assistiremos aos teus sagradosrenascimentos.
Em tardes de desmaios, conhecerei Vivaldi,
Deitado sobre as flores da Alemanha, voarei às mais belas flores...
Gostaria de revivê-las, acolhê-las, viver entre as luzes coloridasde suas pétalas.
Junho esfriou comigo.
Chegou-me em pedaços, desenhando tapetes de carpas.
Ele viu a montanha nevar.
Ele viu as onças descerem à cidade
elas foram conferir as novidades,
foram ver vitrines, desenhar tapetes
deCorpus Christi...
Na Piazza Navona, ouvi o melhor pé de serra.
A serra remontando cores, quadros em pedaços, desenhos montadosna fé.
Recolhi todas as moedas em meu chapéu, juntei-as às moedas da Fonte, não bebi as trevas,fui gastar em apostas no Coliseu.
O bagulho ferveu.
Pó de todas as serras, baião de muitos doidos...Julho ficou emocional.
O veio fino, o vento frio, o vinho seco,
corações tristes, adocicados,
trouxeram invernos molhados...
Meu filho já havia chegado
Minha mãe já havia nascido
A graça nasceu em nossos braços.
Tivemos gosto em trazê-la.
Molhei seu rosto na chuva fina de agosto
observando os automóveis parados,
olhando a chuva.
A música de um acordeom deslizou
em meus dedos.
Setembro nos atravessou com fanfarras.
Eu me lembro de tudo.
Finjo esquecer, mas a primaverachegou
em meu quintal, e um escorpião partiu
de dentro do meu quadril.
Outubros virão e trarão novidades.
Acenderei montanhas geladas
acenderei o meu cigarrona pedra de luz.
Em casa, brotaram fileiras de Anjos.
Éramos nove.
Nove, sempre seremos.
Novecentas bocas com fome.
Novembros de amores.
Revólveres com flores, servindode arranjos.
Ossos nobres.
A fila, que já era enorme, crescena sopa
de pobres.
os Açores trouxeram as cores em odres plenos.
Dezembros vazios, deslembramos os melhores atores.Que tristeza! Que desamor!
Humanos, somos iguaisem maldades.
Diferentes no amores.
mais um ano se foi. Abro o calendário anual, ausculto suas páginas e vejo virvindo
de dentro... Vem veloz e vai atravessar o espaço,vai acender a pira do mundo...
Sinto seu turbilhão das cores.
É o futuro!O que será de nós no futuro?
Não sei. Sei que é o futuro e lá estaremos.
CK
Ovelha de Guarda
Por Mônica Barreto Alves
Fui a filha teimosa, a do contra, a rebelde, a ovelha negra que o rebanho não entende. Desobediente aos olhos de quem queria silêncio, fui o erro, o ruído, o eterno desavenço.
Meus passos eram tortos para a régua da família, enquanto os "escolhidos" brilhavam na trilha. Eles eram os troféus, o orgulho, a perfeição, eu era a sombra, o aperto no coração.
Mas o tempo, esse mestre que não sabe mentir, viu o brilho dos "queridos" um a um sumir. E quando o esquecimento se instalou no teu olhar, nenhum dos adorados veio te segurar.
O Alzheimer chegou, apagando o que restou, e o silêncio da casa os "perfeitos" afastou. Onde estão os troféus? Onde está a devoção? Não estão no teu leito, nem te dão a mão.
E aqui estou eu, a ovelha marcada, aquela que, para você, nunca valia de nada. Sou eu que te limito, que te guio, que te dou o pão, sou eu o teu porto, a tua única direção.
Sou eu quem segura o que a memória perdeu, quem cuida do pai que de mim se esqueceu. Porque o amor de quem foi julgado é o mais verdadeiro: não cuido por mérito, cuido por ser inteira.
A ovelha negra, no fim da jornada, é a única luz na tua estrada nublada.
O Teu Olhar Sobre Mim
Por Mônica Barreto Alves
Senhor, eu Te agradeço pelo caminho percorrido,
Pelo que foi ganho e pelo que foi perdido.
Olho para trás e vejo a Tua mão em cada traço,
Dando-me forças quando o cansaço vencia o meu passo.
Obrigada pela força naquelas pernas cansadas,
Que pedalaram 40 minutos por estradas isoladas.
Obrigada pelo "fiado" que alimentou os meus três,
E pela fé que me fez caminhar ao trabalho outra vez.
Obrigada, Pai, por me mostrares a verdade,
Naquela noite em que a janela foi a minha liberdade.
Tu ouviste a minha prece no escuro da rua,
E trocaste a minha dor pela paz que é só Tua.
Obrigada por cuidares da minha mãe no seu descanso,
E por me dares paciência neste mar que não é manso.
Por me ajudares a honrar o pai que se esquece de quem sou,
Enquanto o Teu amor, de mim, nunca se apartou.
Obrigada pelo encontro naquele banco de igreja,
Pelo parceiro que hoje luta comigo, seja o que for que esteja.
E pelo João, meu milagre, meu riso, minha luz,
A prova viva de que a Tua graça me conduz.
Não sou mais a ovelha negra, perdida ou sozinha,
Sou a filha amada que sabe a força que tinha.
Hoje o meu livro se fecha com o Teu nome no final,
Pois sem o Teu amor, nenhuma lição seria real.
Amém.
"Dediquei cada batida do meu coração a nós, porque acredito no que temos. Mas o amor só é pleno quando é escolha, e não insistência. Dou-te o tempo que pede, esperando que ele te mostre o que o meu silêncio dirá por mim: que eu estive aqui por inteiro, até quando você precisou que eu fosse ausência."
"Eu te entreguei o meu melhor porque você merece o mundo, mas entendo que, agora, o que você mais precisa é de espaço. Vou respeitar o seu tempo com a mesma intensidade com que dediquei o meu amor, pois amar também é saber soltar a mão para que o outro se encontre."
Valor após a morte.
Nesta madrugada,
cheguei a uma conclusão,
Você só é valorizado, quando fecham o seu caixão.
Os vivos tem medo de serem ofuscandos,
quando você vive ao seu lado.
Não lhe dão valor, nem reconhecem,
a sabedoria que Deus, lhe concedeu.
Quando você desce a capa fria, choram que nem um falizeu.
Ficam cheios de alegria, porque seu concorrente morreu.
Bandos de miseráveis, igual aos tais,
sempre irão existir, torcem por sua morte,
para poderem ressurgir.
Todos fiquem em casa !
Todos fiquem em casa,
por causa da pandemia,
foi um decreto dos governos,
para quebrar a economia.
Bolsonaro então falou: Todos devem
trabalhar, porque se ficarem em casa a
economia vai quebrar.
Os chamaram de genocida, porque vacina
não comprou.
Apertaram sua mente, tirando os direitos
de um presidente.
Governos estaduais e os prefeitos também,
receberam todo apoio pra impedir o vai e vêm.
Não aguentando a opressão, o presidente
então comprou milhares de vacinas e
o povo então tomou.
Ainda assim vacinados, muita gente
está morrendo.
Agora quem é o genocida ? Que o povo não estão vendo.
Os fofoqueiros !
Os fofoqueiros é uma desgraça,
na vida de um senhor qualquer.
Eles vem com uma conversa mole,
pior que bicho de pé.
Vou lhe dizer algo:
Mas, não conte pra ninguém.
E a coisa fica feia, quando envolve
você também.
Você se lembra de fulana;
aquela que foi nossa vizinha ?
Estava falando coisas tão feia,
que a terra chega tremia.
Eu fiquei tão chateado :
porque tem haver com você.
Mas, por favor me deixa fora,
dessa maldita confusão.
Porque eu não quero, essa senhora,
batendo em meu portão.
Na verdade eu nem queria,
nada pra você falar.
Mas, por você ser meu amigo,
melhor que um irmão, deixar isso passar,
é não ter consideração.
Seja sincero com eles e diga: É melhor
eu nem saber. Porque tudo que me disseres,
eu terei que te envolver.
O fofoqueiro vem do inferno,
para tirar sua paz. Repreenda esse espírito,
sai fora satanás.
Jesus fez milagres !
Jesus fez milagres,
deu visão ao cego,
fez paralítico andar,
multiplicou peixes e pães,
para fome do povo, saciar.
Mas, mesmo assim,
o povo dele zombou.
Escolheram Barrabás,
e crucificaram, ao meu Senhor.
Depois de todos seus feitos,
ninguém o reconheceu,
se crucificaram a Jesus,
então tadinho de eu.
Lamento de um Vampiro em Singelas Palavras
Guia-me na busca pelo meu próprio rastro sob o luar da madrugada,
pois sou mais solitário e desamparado
do que tua alma ousaria conceber.
Caminho onde até o vento parece guardar segredos antigos,
e cada sombra repousa
como a memória esquecida de um século.
Se teus olhos não podem desvendar-me na escuridão,
que meus gritos harmônicos rompam o silêncio
como sinos distantes chamando um destino adormecido.
Sou um cativo do sangue,
um refém da noite gélida,
um eterno amante daquilo que jamais poderei possuir.
Uma criatura moldada pelo breu
e pelo silêncio absoluto das eras,
onde até o tempo parece hesitar em seguir adiante.
Permita-me, então, trilhar o caminho escarlate de tuas veias;
consagra-te como minha Condessa,
minha única aliada no vasto vazio da existência.
Pois entre os homens aprendi um segredo curioso:
até monstros carregam saudades
e até a eternidade pode ferir o coração.
Vem, e deixa que nossas sombras se entrelacem
sob a lua pálida desta madrugada infinita,
como duas almas antigas que se reconhecem no abismo.
E se o destino for apenas um labirinto sem aurora,
que ao menos caminhemos juntos por seus corredores de silêncio,
noite após noite,
pela eternidade que nos consome.
O Pequeno Pai
Por Mônica Barreto Alves
Jonathan, meu primeiro, o fruto da minha imaturidade,
Crescemos juntos na luta, na dor e na saudade.
Nossa relação foi divina, o início de tudo,
O menino dos meus olhos, o meu porto seguro.
Mas o JOKAANA precisava de um pilar, de um cais,
E tu, tão pequeno, assumiste o papel de pai.
Enquanto eu trabalhava, o asfalto sob o pé,
Cuidavas e alimentavas os teus irmãos, com toda a tua fé.
Essa carga pesou, o cansaço te roubou a infância,
A adolescência chegou com a dor da distância.
O ódio veio à tona, os traumas foram jogados,
Decidiste partir, deixar os teus laços quebrados.
Foste morar com o pai, buscar o que parecia lindo,
Mas a realidade doía, o sonho ia sumindo.
Um ano depois, o destino nos uniu na rodoviária,
Eu e a Ana, chorando, numa prece extraordinária.
Recebemos-te de braços abertos, o perdão selado ali,
Pois o amor de mãe nunca morre, eu sempre soube de ti.
Hoje és o meu mais velho, o orgulho que me invade,
Mesmo com as marcas de uma vida com tanta dificuldade.
Sigo orando por ti, por cada sonho realizado,
Terreno e carro aos 25, o teu sucesso é sagrado.
Conseguiste o que eu ainda não alcancei, meu filho amado,
E a minha felicidade é ver o teu futuro abençoado.
O JOKAANA está de pé, e tu és a sua primeira pedra,
O pequeno pai que cresceu, e que o amor agora regra.
Amo-te além das falhas, além do tempo e da dor,
Pois tu és o início de tudo, o meu primeiro amor.
O toque chama — insiste — repete,
um eco metálico no vazio,
como se minha urgência fosse leve,
como se meu tempo fosse frio.
Do outro lado, silêncio.
Um silêncio que pesa, que arranha,
que cresce dentro do peito
feito algo que não se ganha.
Não é só a ligação perdida,
não é só o “depois eu vejo”,
é o desprezo que se insinua
como um gesto sem apreço.
Porque ali vai meu trabalho,
minha pressa, minha razão,
e volta apenas o nada
ocupando a conexão.
E então nasce uma chama breve,
bruta, rápida, voraz —
um impulso de quebrar o mundo
pelo respeito que não se faz.
Mas no fundo, o que grita mesmo
não é raiva — é ser ouvido,
é querer que, do outro lado,
exista alguém comprometido.
... Kenosis ...
... Humor com Amor ...
... Jovem diabo... diabo jovem? ...
Mas ... mas ... o Jovem voa!
Aumenta o próprio corpo
Abraça o fogo ... etc ...
Por gentileza ... em orAÇÃO ...
Não confundamos diabo com quiabo
Enquanto um " prega "
O Outro Alimenta = O Jovem ...
Alimenta o que?
A TRAVESSIA sobre a matéria ...
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