Nao Preciso de Amigos Falsos
A mente humana é uma força extraordinária, capaz de transformar sonhos em realidade e superar qualquer obstáculo que a vida apresente. Quando cultivamos a disciplina mental, nos tornamos invencíveis diante das adversidades, pois aprendemos a controlar nossos pensamentos, emoções e reações. É essa força interior que nos mantém firmes mesmo nos momentos mais difíceis, permitindo que sigamos em frente com coragem e determinação. Lembre-se: a verdadeira liberdade está em dominar a própria mente. Cultive essa disciplina e nada poderá abalar seu equilíbrio e sua paz.
A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.
Diálogo Visionário sobre o Calor Em clareira etérea.
Goya, Hades e Mansa Musa debatem o aquecimento global como profetas adiantados.
Goya: O ar ferve! Geleiras derretem, florestas viram cinzas – monstros do vapor devoram tudo. Como deter?
Hades: Minhas forjas rugem! Petróleo liberta fúrias térmicas, oceanos sobem, terra racha. Freiem o dragão fóssil!
Mansa Musa: Desertos devoram o verde, monções falham. Plantem árvores, usem sol e vento, ou o calor nos iguala no pó.
Unidos gritamos: despertai, ou o mundo se consome!
No silêncio onde o medo floresce, vivem os loucos; como o Cazuza exagerado, que rompeu limites em busca de verdades maiores. Essas flores não são fraqueza, mas pontes para a profundidade do ser. Jonas, engolido pela grande baleia, simboliza o mergulho no abismo necessário para a transformação. A esperança de um amanhã melhor é mais que desejo; é a coragem de enfrentar o medo e deixar que as flores da alma cresçam. A verdadeira libertação nasce quando a loucura do exagero encontra o amor e a consciência.
No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.
No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.
O Caos e a Piada Chamada Brasil: 500 Anos de Escravidão Remodelada Brasil, que piada melancolia é essa? Quinhentos anos de história — desde 1500 que o caos não é acidente, é roteiro sádico. Colonização forjada em sangue africano e indígena, desigualdade como cimento eterno. A escravidão de 1888? Não morreu; trocou a moldura. Chicotes viraram contratos precários, senzalas se metamorfosearam em favelas sufocantes, e o grilhão agora é uma dívida impagável que esmaga gerações. Reflita: o que mudou, além da pose de "democracia racial"?Racismo estrutural não é falha humana; é o esqueleto podre da nação. Negros e pardos — 56% do povo (IBGE) — arrastam-se na base: 70% dos famintos, 75% das prisões, migalhas no poder. A elite, herdeira de senhores de engenho, ri enquanto lucra. No século XXI, o absurdo escala: inflação bater recordes em 2025, corroendo o salário mínimo como ácido, enquanto bancos engordam com lucros obscenos ,bilhões em dividendos para acionistas que brindam com champanhe. O povo? Pão e circo digital, entregadores suando em apps sob sol impiedoso, ecoando as lavouras de cana. E o feminicídio? Virou rotina banal, estatística fria: uma mulher morta a cada seis horas, muitas negras, silenciadas em lares que deviam ser refúgio. Mulheres limpam o chão dos ricos pela manhã, voltam para casa e viram estatística à noite. O Estado assiste, impassível, leis existem no papel, mas o machismo racista as enterra. Que reflexões cabem aqui? Somos uma nação que celebra o carnaval enquanto corpos apodrecem nas ruas. O mito da cordialidade esconde hienas: corrupção sistêmica, terra concentrada em mãos brancas, educação como esmola para manter a pirâmide intacta. Pense no abismo: 500 anos de promessas quebradas, do "país do futuro" que nunca chega. Bancos recordistas, povo no osso; feminicídios cotidianos, impunidade eterna. O Brasil é o caos reflexivo de um espelho torto, nos força a encarar que desigualdade não é destino, mas escolha perversa de quem detém o poder. Quebrá-la exige rasgar a moldura: taxar fortunas vorazes, dividir terras roubadas, punir o terror doméstico com fúria real. Senão, seguimos a piada: rindo por fora, sangrando por dentro, num circo onde o palhaço é o povo.
O caminho da vida é guiado pelo vento que nos impulsiona rumo à liberdade. Cada passo é uma conquista, cada sonho realizado reafirma a dignidade humana que vive dentro de nós. Nunca esqueça o seu valor; a autoestima nasce da certeza de que somos donos do nosso destino, capazes de transformar desafios em oportunidades. Abrace sua essência, confie em você e siga firme os passos rumo à realização e à paz interior.
Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon
A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.
Nas dobras da areia movediça, montanhas se curvam em prece silenciosa, acolhendo a chuva que verte ácido sulfúrico como lágrimas de redenção. Flores na cor violeta irrompem do abismo, pétalas oferecidas ao vento, enquanto abelhas tecem com zumbidos dourados um manto de doação infinita. A areia abraça o caído, as montanhas elevam o humilde, o ácido dissolve o ego, a chuva lava as mágoas, as flores sussurram consolo, as abelhas polinizam sonhos alheios e tudo se entrelaça na felicidade, bálsamo altruísta que multiplica o ser em todos os corações.
Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.
Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.
Asas do Mesmo Pássaro
Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.
No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.
Sob a lona colorida do circo, o mundo parecia suspenso entre a fantasia e o espanto. As luzes se acendiam, os aplausos ecoavam e os sorrisos surgiam no rosto de quem assistia. O anão cruzava o picadeiro com passos firmes, arrancando risadas sinceras, enquanto a mulher barbuda surgia imponente, desafiando olhares e preconceitos com sua presença marcante.
No centro da arena, o homem bala de canhão se preparava. O silêncio tomava conta por um instante, até o estrondo cortar o ar e o público explodir em aplausos, vibrando com a coragem e o risco transformados em espetáculo. Tudo parecia mágico, intenso, vivo.
E então vinha o palhaço. Com sapatos grandes, maquiagem exagerada e um sorriso pintado no rosto, ele tropeçava, brincava, fazia o público rir e esquecer, nem que fosse por alguns minutos, os pesos do mundo lá fora. Crianças batiam palmas, adultos sorriam, e o circo cumpria seu papel de encantar.
Mas por trás da maquiagem e do riso fácil, havia silêncios que ninguém via. Porque nem sempre que o palhaço está sorrindo significa que ele esteja feliz.
O Mundo dá voltas e o que hoje dói pode curar quem foi embora sem olhar talvez volte só pra lembrar os ventos mudam de direção o tempo ensina sem falar e quem te fez chorar um dia pode te ver sorrir sem alcançar
Como cada pessoa traz consigo sua bagagem intelectual, moral e espiritual, nossa empatia, embora necessária, por mais que nos esforcemos, ainda assim, será sempre relativa.
- Relacionados
- Mensagens para Amigos
- 72 frases de amigos que reforçam o valor da amizade
- Frases Românticas para Amigos
- Frases de Decepção com Amigos
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
