Nao posso te Ajudar
Se você pega um cachorro faminto e o torna próspero, ele não morderá você. Esta é a principal diferença entre um cachorro e um homem.
Meu amor por você,
Não pode ser descrito em meras palavras.
É um sentimento maior que versos, estrofes ou poemas,
um sentimento demonstrado através de atos, pequenos gestos, simples detalhes.
Um sentimento inexplicável, e incomparável.
Um sentimento único, chamado AMOR!
A liberdade que ainda não temos
A tão aclamada liberdade de ir e vir não funciona para todas. Podemos até ter o direito, mas não a segurança.
Uma mulher sozinha sempre será alvo de olhares e julgamentos. Se viajamos, vamos a bares, restaurantes, praias ou caminhamos sem companhia, logo nos questionam: por que está sozinha? Supõem solidão ou até mesmo um problema de caráter. Para os homens, essas são atividades comuns. Para nós, um ato de resistência.
Sentar-se à mesa sem companhia não pode ser apenas uma escolha? Uma experiência consigo mesma? Mas não. O mundo insiste em nos colocar numa posição de espera – de alguém, de algo. Como se estar só fosse um sinal de disponibilidade, um convite a abordagens invasivas e cantadas baratas.
Estar só não é estar perdida. Muitas vezes, é apenas uma pausa. Um momento para silenciar o barulho externo e organizar a mente. Mas até isso nos é negado. Se caminhamos sozinhas, somos alvo de comentários maldosos. Se nos recolhemos, somos chamadas de frias. Se nos valorizamos, incomodamos.
Enquanto homens andam livres, nós calculamos riscos. Precisamos de segurança para viver a liberdade que já deveria ser nossa. Até lá, seguimos – sozinhas, mas não solitárias.
Onde o Amor Não Sobrevive
O amor não sobrevive onde a admiração se desfaz. Onde o olhar já não brilha ao encontrar o outro, onde as palavras perdem o calor e se tornam apenas ruído de fundo. Sem admiração, o que antes era encanto vira hábito, e o hábito, com o tempo, se torna indiferença.
O amor não resiste onde a consideração se esvai. Quando a presença do outro se torna um detalhe, quando as dores não são escutadas e as alegrias não são celebradas. Onde não há consideração, o amor é deixado de lado, esquecido como um livro não lido, pegando poeira na estante do tempo.
O amor se apaga onde o carinho se torna escasso. Porque o amor não vive apenas de grandes gestos, mas dos pequenos toques, do cuidado que se expressa nos detalhes do dia a dia. Se o carinho se torna raro, o amor se sente sozinho, frio, e acaba encolhendo até desaparecer.
E, por fim, o amor morre onde o respeito é quebrado. Onde as palavras machucam mais do que acolhem, onde os limites não são respeitados, onde a presença se torna um fardo. Sem respeito, o amor deixa de ser refúgio e passa a ser exílio.
Por isso, se perceber que tudo isso se perdeu, não insista. Esqueça, silencie, saia. Não por orgulho, mas por amor a si mesma. Pois o amor que precisa implorar para existir já não é amor, é apenas lembrança. E você merece mais do que sobras.
Vá onde seu amor possa florescer. Fique onde ele possa respirar.
Onde a admiração desfalece, onde o respeito silencia, o amor não respira. Parta antes que reste apenas a sombra do que foi.
Chega !!!!
Chega de sofrer por quem não me da valor...
Chega de amar quem não me ama..
De fazer rir quem me faz chorar .....
A vida cansa, sofrer cansa, queria poder ser forte pra dizer o que penso e o que sinto...
Queria saber voar, pra poder fujir de tudo e de todos ..
Mas isso não iria aliviar a minha dor, pois o q sinto dói tanto q chorar é inevitável......
Alguns dizem q a felicidade está em nós mesmo, mas em mim só encontro tristeza, eu finjo ser feliz quando muitas vezes estou morrendo por dentro, eu rio pras pessoas querendo no mais profundo da minha alma chorar ...
Queria não sentir isso.. Mas o que devo fazer ??????
Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse.
Mesmo que alguns não vejam, nunca duvide do seu brilho. Afinal, ele será visto apenas por quem se permitiu ver e sentir você.
Percebi hoje que você não me ama, não te culpo por isso, mais eu preciso culpar alguem embora saiba que a culpa é minha mesmo, pois sempre soube que não me amava só não queria enxergar.
Não nos conformemos à pura condição de ouvintes, diante das Verdades Eternas. Como classificar o aluno que estuda indefinidamente sem jamais aprender, ou o homem que desaprova sem experimentar?
Pela minha absoluta desesperança, meu coração bate ainda mais forte. Quando não se tem mais nada a perder, só se tem a ganhar.
O mérito é dela, e o apoio não a diminui
Por que, quando uma mulher é bem-sucedida, insistem em dar o crédito a um homem? Como se ela não fosse capaz de trilhar seu próprio caminho sem que alguém a conduzisse.
Durante séculos, fomos ensinadas que nosso valor estava atrelado a uma figura masculina – ao pai, ao marido, ao chefe. Quando conquistamos algo grande, muitos tentam justificar: “Deve ter alguém por trás”, “Teve sorte”, “Alguém abriu as portas para ela”. Como se esforço, competência e resiliência não bastassem.
Isso não significa que o apoio masculino não tenha valor. Pelo contrário, um homem que respeita e incentiva uma mulher fortalece sua caminhada. O problema está na ideia de que uma mulher só alcança o sucesso porque um homem permitiu, e não porque ela lutou por isso. Um parceiro, um pai, um mentor podem ser aliados importantes – mas o mérito de suas conquistas ainda é dela.
O homem pode ser provedor, pode estar ao lado, pode ser suporte. Isso não anula a força da mulher. E a mulher, ao ser independente, também não invalida o papel do homem. O que precisamos é equilíbrio: reconhecimento sem subestimação, apoio sem apagamento.
Porque, no fim, sucesso não deveria ter gênero – mas sim mérito.
Então você cresce, amadurece, e aprende, a duras penas, que o mundo não é feito de açúcar, que os adultos nem sempre detêm a verdade (quase nunca detêm...), que algumas coisas não saem do jeito que a gente quer. Mas a dor do crescimento aparece mesmo quando você descobre que algo em que você acreditava deixou de existir.
É assustador ter que reformular tudo aquilo que te constituía e não constitui mais.
Temos que estar dispostos a abrir mão de nossas crenças, de nossos planos tão reais, palpáveis, terrenos... para acreditar numa nova realidade.
E vamos descobrindo que nada é tão real, palpável ou terreno. Que tudo pode mudar num piscar de olhos, enquanto nos apegamos ao que é conhecido.
Percebemos que vivemos, mas não pertencemos. Amamos, mas não controlamos. Temos fé no invisível, mas nunca estamos prontos...
