Não posso
Separo notas distendidas
Nas sombras há algo que não posso moldar
São cigarros que nem trago comigo
Dispersos em mundos medíocres
Alto falantes submersos em épicos solares
Gritam um jeito de me camuflar
Não posso conter a ida e parto
Ao sol ao mar ao sul
Do precioso caminho inundado, ainda existe
Agora há corvos a titubear o céu
Restos de uma gangorra travada
Nem ondas se formam mais
Neste mar de amar
Navegar é perfeita emoção
E é feliz quem diz
Que foi eterno o que pouco durou...
Já não posso mais! Já não posso!
E como pedir socorro?
É tudo derrubando até a sanidade.
Ninguém entende o inferno que vivo.
Não entendem o porquê de querer tirar minha vida!
Sei que estou muito doente e tenho que me virar em mil, sozinha, mas mal consigo caminhar até o banheiro!
O que dói ainda mais e a incompreensões das pessoas.
Já cansei de tentar ser forte.
Estou caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, a tanto tempo e não vejo o fundo.
Acontece que o nosso amor nunca foi real. Não posso dizer que acabou, porque, na verdade, ele jamais existiu entre nós. A verdade é que não fomos feitos um para o outro. Confesso que não sei como me sentir em relação a isso, mas talvez algum dia eu descubra.
É estranho perder algo que nunca tive. É estranho desejar você assim. É estranho senti-lo como uma parte de mim que não foi e que nunca será minha. Como lidar com o fim de algo que nem sequer começou? Reconheço o quão estranho tudo isso é.
Com o tempo, quem sabe, eu consiga apagá-lo da minha vida. Talvez um dia eu consiga desviar minha atenção de você. Talvez eu encontre um novo caminho, diferente do seu. Pode ser que meu coração aprenda a bater em um ritmo mais calmo, caso um dia eu esbarre em você. E, talvez, só talvez, eu consiga superar tudo isso sem sentir meu peito arder de tanta dor.
Não posso aproveitar todas as oportunidades que me são oferecidas, porque nem todas me cabem no meu propósito de vida ou nos meus valores.
A imensidão do vazio da alma
Chega gritante
Lembrando que
Não posso te ter
Pelo simples fato
Do teu ser
Não me querer
Os dias se passaram
Os meses
E os anos também
E me mostraram
Concretamente
O sofrimento de amar
Alguém que não deveria
Enfim a solidão
De uma vida
Que esperava seu amor
Já que não posso mais
beber do seu santo corpo,
Só me resta agora, o copo...
Vou de bar em bar, vou beber cachaça;
quem sabe assim
essa dor passa.
Eu sou quem eu sou
Eu não posso ser outro
Não vou cumprir
À sua versão
Do que eu devo ser
Porque
Eu sou quem eu sou
Eu não posso ser outro.
eu não posso dizer que te amo
alguma coisa tem
já duvidaram de meu amor
e sentindo esta dor
prefiro não mais amar ninguém.
Ao te contemplar ao longe na madrugada, assim, tão ao léu, não posso dizer que te amo, nada posso, a não ser lacrimejar a noite e me perturbar com o frio do sereno de uma madrugada sem fim...
sou horrível, não me posso se dá ao luxo de amar e nem ser amado, não posso ter alguém pra cuidar e beijar com gosto de amor e com o prazer de dois enamorados, sou algo e mais nada...
Eu estudo e não consigo os méritos. Não consigo passar no mínimo, e o pior, não posso oferecer a minha família o que merecem, apesar que nunca reclamam nada de mim, amam-me, e muito, mas qual a minha missão, o que faço na terra, eu não sei mais, o que sonho não dá frutos, vira outros sonhos, outros sonhos, outros sonhos, outros sonhos... Não estou reclamando, é a inutilidade contida no peito.
Não posso dizer te amo
Não sei se o que sinto é verdadeiro
Apesar de todo nosso encanto
Pode ser um sentimento passageiro
Não posso dizer te amo
Estou hipnotizado com sua beleza
E vejo agora meu desencanto
Ignoro toda sua delicadeza
Não posso dizer te amo
Apesar de que teu corpo incendeia meu ser
mas arde o sabor dos teus lábios estranhos
mesmo sem saber como viver
não posso dizer te amo
Que eu ande de noite ou de dia, Jesus é meu guia, na escuridão eu não posso ver, mas não estou sozinho. Deus manda a lua nascer para clarear meu caminho.
Odiar não posso, veja na oração do Pai nosso que a bíblia esta a nos ensinar; que a nossa felicidade esta atrelada à nossa capacidade de perdoar.
