Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

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Damon: Talvez o problema dele seja passar tempo demais não sendo ele mesmo.

A gente se encanta mesmo é pelos detalhes, traços bonitos até são bonitos de se ver. Mas não há traço mais lindo do que aquele que fica desenhado com amor no coração da gente.
Ricardo F.

Não importa se sou diferente dos outros, mas sim se faço alguma diferença para os mesmos

Estou cuidando mais de mim, não sei exatamente se poderíamos chamar isso de amadurecimento ou evolução, mas a verdade é que sonhos e grandes projetos já não me fascinam mais, busco pela simplicidade e, reconheço hoje que apenas no sorriso da criança encontrei a sinceridade, pois que os adultos, riem ou choram com a mesma facilidade.
Hoje vivo de pequenos momentos e na verdade, nem a tal felicidade me inspira como dantes e nem busco mais saber se ela ao menos existe. Procuro ler mais e por vezes, assuntos que nem me importam e, interessante, os erros na escrita já não me chamam tanto a atenção, preciso sim, urgentemente corrigir os meus, também não me preocupo com o alimento para o corpo, entendo que apenas a alma é eterna e é dela que tenho de cuidar, e por isso hoje eu oro mais, muito mais; caminho sem ilusões, já não importa mais se ganhei ou se perdi, me atenho à apenas na retidão do caminhar; de resto, sei que desenfreada a vida segue, mas será apenas até onde ela realmente deve ir; sem temores, sem angustias e sem dúvidas; pois que só teme pela morte, aquele que não sabe para onde vai, sinto que já vivi tudo o que tinha pra viver; sorri tudo o que tinha pra sorrir e já sofri tudo o que tinha que sofrer, sigo a ti de olhos fechados, e, sim, pode vir buscar-me , que eu estou pronto.

Paz e que Deus abençoe...

TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.

⁠A maioria das pessoas não têm capacidade de compreender a verdadeira escuridão, mas tentam consertá-la de qualquer maneira.

Para compreender o que desconhecemos, primeiro precisamos aceitar que não compreendemos..."

Não é a sociedade que determina o futuro das pessoas, são as pessoas que determinam o futuro da sociedade.

Eu não acredito nas pessoas, eu
acredito nas evidências. Pessoas
mentem, evidências não.

O problema não é a atitude impensada que tomamos, mas sim as consequências que cada uma delas causará aos outros e a nós mesmos.

⁠De repente encontrei a Gratidão
abraçada à Fé e ao Amor...
Não sei bem como ali cresceu,
pois não foi plantada.
Simplesmente nasceu!
Agora é só cultivar,
para que nunca esqueça o solo
que um dia a permitiu brotar.

Se não deu certo, tenta de novo. Se for pra acontecer, mesmo que com muito trabalho rola! SE FOR PRA DESISTIR DESISTA DE SER FRACO.

Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.

Até hoje não entendi,
se era minha fascinação
ou a distração dos outros,
que faziam dela,
a mais linda das solitárias.

Para mim,
ela era perfeita,
linda, doce, sexy,
mas a solidão era sua rotina.

Eu não compreendia tal combinação,
mas creio que seu jeito,
fascinante no olhar,
nos lábios,
no andar,
vinham justamente de sua solidão.

Talvez por isso,
ela,
mesmo sem perceber,
tomava atitudes para manter-se só.

Ela flertava com a solidão,
ela maquiava-se de solidão.

Ultimamente não consigo controlar, esse desejo intenso de absorver o máximo de informação possível, para obter uma vida melhor.

Quem persevera alcança. Não deixe os seus sonhos de lado, lute por eles com sua força máxima. Não desista fácil, não deixe seus sonhos serem apenas sonhos, faça o possível para realizá-los. Boa noite!🙏🙌🌉🌛🌟❤💕😍

A vida que se vive é um desentendimento fluido, uma média alegre entre a grandeza que não há e a felicidade que não pode haver.

PIERROT, cismarento:
Não...Para que beijar? Para que ver, tristonho, no tédio do meu lábio o vácuo do meu sonho... Beijo dado, Arlequim, tem amargos ressábios... Sempre o beijo melhor é o que fica nos lábios, esse beijo que morre assim como um gemido, sem ter a sensação brutal de ser colhido...

Continuo com essa mania de viver em constante alegria, porque felicidade não simplesmente acontece, ela já nasce com a gente.

Precisamos mostrar que somos fortes, não importa a dor e a ferida que sentimos.