Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Até que ponto a gente é realmente livre pra ser quem é?
Não é uma pergunta simples, é algo complexo de se pensar, mas no meu ponto de vista, nós nunca somos nós mesmo, somos apenas um reflexo de como lidamos, com o ambiente, com as pessoas, com as situações felizes e tristes, e principalmente com a nossa família. Tudo o que nós somos, é aquilo que nós aprendemos a ser.
Agora falando sobre o “Até que ponto a gente é realmente livre para ser quem é?”, bem nunca somos, por que não somos um só, todas as pessoas são “duas caras”, por que quando estou sozinha eu sou uma pessoa, com a Gabriela eu sou outra, com a Julia outra, com a minha família outra, e é por isso que eu considero muito difícil reunir todos os meus amigos (de diferentes grupos) e a minha família em um só lugar.
Também abordaremos os principais assuntos sobre ser livre para ser quem é, até por que vivemos em uma sociedade recheada de críticas, onde tudo é criticado, se eu sou bom uns vão dizer que sou gentil, outros dirão que sou trouxa, e outros ainda que eu sou falsa, mas isso não diz muito sobre mim, diz mais sobre quem eles são, não acha? E nessa minha idade, não só, mas principalmente, tudo é julgado, muitas vezes pelo fato de que a tecnologia está expondo muitas coisas. Então tudo o que fazemos é seguir, não o que consideramos certo, mas aquilo que consideramos que todas as pessoas, ou boa parte delas, acharam certo, por que temos medo das críticas.
Respondendo finalmente à pergunta, “Até que ponto a gente é realmente livre pra ser quem é?” simples, nunca somos livres para ser quem somos, por que nunca somos apenas uma pessoa, somos tudo e ao mesmo tempo nada, com cada um somos diferentes, e sempre somos criticados, sempre, mas isso diz mais sobre o outro do que sobre nós.
O que é ser feliz de verdade?
Bem, ser feliz não é só ter um sorriso, no rosto, muitos consegue sorrir, mas não são felizes. Também não pode ser dinheiro como muitos acham, muitos tem dinheiro, mas ainda assim, não são felizes. O dinheiro pode até nos dar uma sensação momentânea de felicidade, mas isso é só sobre o tal “o tédio de ter e a ânsia de possuir”, depois que temos, a felicidade passa.
Acho que a felicidade está nas coisas simples, um milionário pode comprar muitas coisas, mas não pode comprar sentimentos bons. Ele até pode ser feliz, mas só se parar para refletir tudo o que ele já fez e tudo o que tem, assim ele pode viver uma boa vida. Uma pessoa, que é considerada pela sociedade “pobre”, pode ser feliz apenas por que tem uma família unida, muitos consideram isso muito pouco, mas não é ter uma família é ter uma base.
Cada um tem a sua felicidade, basta procurá-la. Uma a encontram em religião, uns na profissão, uns na família, uns nos amigos, uns em fazer o que gosta.
Ter a felicidade significa ser satisfeito em ter feito algo ou em possuir algo, e se sentir grato por isso.
O que é o suficiente?
Bem, eu tento ser o suficiente, mas acho que não consigo, meus 8 não são o suficiente para minha mãe, acho que eu ser simpática não é o suficiente para a sociedade, eu preciso ser perfeita. Preciso ser boa, mas não de mais, se não sou trouxa, mas também não de menos se não sou grossa, preciso ser magra, mas não de mais, senão estou doente, mas também não de menos, por que senão sou “gorda”, preciso ser madura o suficiente, senão ou, tenho muitos traumas, ou sou infantil, tenho que ser inteligente, mas não de mais, por que aí estou focando de mais nos estudos e esquecendo o restou mas também não de menos, por que sou burra, ou estou focando mais em outras coisas, preciso ser sociável, mas não de mais, se não sou sem noção, mas não de menos, se não sou tímida. Se não faço a coisas, que eles nem pediram, sou preguiçosa e se faço sou puxa saco.
Então o que é preciso para ser o suficiente para a sociedade? O que é preciso para estar dentro do padrão? Existe alguém que é TOTALMENTE dentro dos padrões que a sociedade espera? Se sim, essa pessoa é feliz consigo mesma? E se não, por que existe um padrão tão alto se ninguém o alcança?
Desde de que nascemos já temos que atingir as expectativas que esperam de nós. Quando somos bebês, toda vez que aprendemos algo novo, não podemos guardar em família e ficar feliz por isso? Eles querem que mostremos o que sabemos fazer. Aprendemos a falar “papai” e depois querem que repetimos mais 30 vezes para os outros saberem o que aprendemos. Isso é mesmo necessário?
Não podemos sair do padrão por que se não estamos errados, afinal, para que existe um padrão de aparência – loiro(a) e olhos azuis/ moreno e olhos azuis – se nós não podemos escolher com que aparência nascemos? Por que mudar quem você é, só por que o outro não gostou de você? Só por que apontam que você não deve ser assim? Por que todo mundo não pode só... conviver bem com nós mesmos?
Ainda nem cheguei da fala da cor da pele, né?! Por que o outro é considerado diferente, por alguns, só por que a pele é mais morena? Se o diferente está no outro, por que eu tenho que reclamar disso? A pessoa não escolheu ser mais morena, ou mais clara, então por que bater, xingar e desprezar essa pessoa? Só por que ela é diferente? Por isso ela não merece paz? Não merece conforto e amor? Não merece ser acolhida? Ser feliz?
Por que não podemos só acordar um dia e descobrir que não há padrões? Que não há racismo, que não há preconceito? Será que tudo não seria melhor?
Será que todos somos o suficiente, ou a palavra o suficiente não pode ser definida para a raça humana? Ou será que ela não tem um significado concreto, pode ser que seja relativa. Mas mesmo assim, não podemos só ser feliz com o que somos, e com o que o outro é?
Ser chamado para cuidar do rebanho não é uma profissão, e sim, um ministério divino que promove o crescimento e a edificação do mesmo.
Talvez não seja possível ensinar um adulto a ser bom, digno e honesto. Porque caráter não se ensina como uma lição: apreende-se na consciência e revela-se nas escolhas.
A inveja não deve ser condenada; ela é um dos galhos da árvore do tolo, cuja obsessão o conduz à raiz de sua própria mediocridade.
"O passado não se altera. O futuro não se antecipa. O presente, porém, pode ser dignificado. É nas escolhas de cada dia, como a honestidade, coragem, gentileza e dever cumprido, que se edifica uma vida memorável. O legado não é obra de um único grande feito, mas da soma silenciosa de pequenas atitudes."
Relacionamento. O papel da mulher é ser companheira do homem, e não o homem ser companheiro da mulher. A mulher independente não aceita isso, se sente só porque recusa ser companheira do homem cumprindo o papel dela. O companheiro deve ser a prioridade.
Sobre Jesus ser magro ou não, forte ou não. Lembrem-se que Jesus era carpinteiro, imagina o peso das madeiras daquela época, materiais, o serviço braçal. E os homens de antigamente eram mais fortes, mesmo os mais franzinos. Os de homem de hoje tem mais estética, mas, menos força
Exijo
No lugar em que o mínimo é por merecimento, prefiro não ser suficiente, exijo ser invisível neste mesmo lugar.
Abaixo de zero
Para os olhos atentos uma companhia não pode ser uma necessidade, ela deve ser tratada cuidadosamente como uma escolha,
A ansiedade mata muitas pessoas, mas podemos combater isso através de gestos simples como oferecer um ombro amigo, fazer um cafuné relaxante com aquele ouvido atento, falar o que deve ser dito calmamente e se precisar repetidamente, além de apresentar o amor que consola como música de ninar,
Abrir um diálogo, resgatar pensamentos bons e prometer dias melhores não é pecado pode ser a salvação.
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