Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

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⁠Retire do seu vocabulário a palavra impossivel!
O limite está no que pode ser possível!Pra não esquecer posta esta frase no seu status.
Impossível ,é o nome que chamamos de quebra de obstáculos! Só pra saber!
Vai em frente ,tudo é mais fácil do que possa parecer.

⁠Não é fácil ser uma pessoa honesta vivendo num planeta onde quase todos faltam com a sinceridade e acham normal fazer maldades...

⁠A vida passa tão rápido! Viver os muitos bons momentos para ser feliz, é o melhor a fazer!
Não desperdice tempo,use do bom senso e chegarás a velhice!

Ah, pode me chamar de louca, insana ou desvairada eu não ligo. Prefiro ser assim desse jeito que ser oca como muitos que se dizem normais. Amo demasiadamente, sofro por mim e por todos, não sou e nunca serei santa, porque além de amar e sofrer, eu também tenho dentro de mim um desejo incontrolado de mudar certas atitudes que hoje me fazem mal, e, diante disso, sofro de ódio de ser um nada e nada poder fazer.

⁠"Não se compare com os outros, concentre-se em ser a melhor versão de si mesmo no século XXI."

Temos que ser verdadeiros e não milagrosos.

Quem disse que fisioterapia não pode ser divertida, nunca teve um bom fisioterapeuta.

O pior do ser humano não é manipular pessoas, é fazer isso com tanta naturalidade que passa a chamar de convivência.

A cada texto, tento ser alguém diferente. Mil mensagens me aguardam, mas não sei se minhas forças chegarão até elas.

A noite, queria ser apenas um passo, não uma pessoa.

O ser humano não foi dominado pelas máquinas, foi substituído por escolha própria.

⁠"A vida é curta demais para não ser vivida plenamente."

Até onde o ser humano vai…
Não na medida do que possui, nem na velocidade com que corre, mas na profundidade de suas escolhas — porque cada decisão, por menor que pareça, deixa marcas em sua vida e na sociedade inteira. Cada gesto ecoa; cada silêncio influencia. Cada olhar, cada omissão constrói ou corrói, muitas vezes sem que sequer percebamos.
Dentro de cada pessoa existe um universo silencioso: memórias que moldam reações, dores que ensinam resistência, silêncios que guardam verdades e sonhos que insistem em sobreviver. Nenhum comportamento nasce do nada. Nenhuma ação é isolada. E é nessa complexidade que repousa nossa responsabilidade — mesmo o mais discreto dos atos reverbera, tocando vidas que nunca conheceremos, influenciando caminhos que nunca veremos.
A história nos confronta com extremos que desafiam a compreensão. O Holocausto revela até onde a indiferença coletiva pode levar, transformando pessoas comuns em agentes da desumanização. Mas, ao mesmo tempo, trajetórias como a de Nelson Mandela mostram que dignidade, perdão e reconciliação podem florescer mesmo após as maiores feridas. Não há aqui juízo. Há alerta, há reflexão: cada escolha tem consequências.
A psicologia nos oferece lentes para compreender essas decisões. Viktor Frankl lembrava que, mesmo em meio à dor extrema, ainda existe a liberdade de escolher nossa própria atitude. Essa liberdade é silenciosa, íntima, quase imperceptível — mas suficiente para transformar vidas e, aos poucos, influenciar sociedades.
A psicanálise nos revela que dentro de cada pessoa há uma tensão constante: impulsos, desejos, medos, consciência. Sigmund Freud nos ensina que reconhecer essas forças não é fraqueza; é maturidade. Ignorá-las ou projetá-las no mundo gera sofrimento; integrá-las gera humanidade.
E a biologia nos lembra que não somos apenas decisões conscientes. Nossos neurônios, hormônios e circuitos cerebrais moldam emoções, empatia, medo e compaixão. Somos seres sociais desde a base, e nossa própria biologia nos conecta aos outros, mostrando que o cuidado pelo próximo é tanto instinto quanto escolha consciente.
O que nos torna humanos é justamente essa interseção entre corpo, mente e inconsciente: o corpo que sente, a mente que percebe, o inconsciente que lembra. Quando conseguimos perceber esses três aspectos, nossas escolhas de agir com empatia e responsabilidade deixam de ser apenas éticas — tornam-se inevitáveis, naturais, silenciosamente poderosas.
O ser humano se expande quando olha o outro com empatia.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando escolhe compreender em vez de endurecer.
Há grandeza em preservar a sensibilidade em meio à dureza do mundo.
Há força em escutar antes de reagir.
Há maturidade em admitir falhas sem perder a dignidade.
Refletir sobre até onde o ser humano vai é um chamado à lucidez, à empatia e à atenção plena. Cada decisão, cada gesto, cada silêncio constrói não apenas a vida de quem age, mas a sociedade que compartilhamos, invisível e tangível ao mesmo tempo.
E talvez seja nesse equilíbrio — entre consciência e instinto, sombra e luz, corpo e mente, individualidade e coletivo — que repousa o verdadeiro limite do ser humano.
Um limite silencioso, profundo e definitivo, que não muda nem se negocia: o ponto mais alto da humanidade não se mede pelo quanto domina, mas pelo quanto escolhe amar, compreender e respeitar. É nessa escolha constante que reside a grandeza que ninguém pode tirar, nem o tempo, nem o mundo, nem nós mesmos.

"Não tenha medo de ser feliz.
Não seja o seu próprio carrasco.
Acredite que você merece ser feliz."

⁠Não é minha culpa se as pessoas interpretam apenas um verso do livro.
A vida não deve ser lida pelo verso, mas pelo parágrafo.
Porque, se julgarmos a existência por um único verso, pessoas ruins parecerão boas e pessoas boas parecerão ruins.
A vida não se interpreta pelo fio, mas pela costura que o fio construiu.
O verso só ofende quando o parágrafo não está aceso pois onde falta luz, sobra julgamento.

Ser feliz sem motivo é a sua melhor escolha,contanto que você não deixe ninguém interferir no teu sorriso.

Não é jogar fora certos pensamentos, é afiar os que devem ser lançados e estruturados como material físico

Viver com uma pessoa irritante é ser escravo duas vezes, é não se libertar de si e viver uma utopia do próprio imaginário...

Um cliente encantado não precisa ser convencido a voltar.

Não é a solidão que te assusta mas sim não ser capaz de encontrar a pessoa adequada para partilhar a vida. Esse é o medo de quem ainda não aprendeu o auto conhecimento. Você não será capaz de enxergar ninguém se não conhecer a ti mesmo primeiro.