Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Só
Mais uma vez
A mente
Teimando em ser
Feliz, novamente
Somente.
Se mente,
Mente que germina
Semente –
Poda, arranca, corta,
Sem ao menos nascer.
Água fria,
Letra morta.
E tudo volta a ser
O ser, somente
Sozinha, mentira
Só mente, que sente
O ser que foi
Sem ao menos ser.
"Criar expectativas em relação Às outras pessoas pode ser algo desafiador. O que se espera de alguém senão de nós mesmos."
Se todo ser humano age conforme uma finalidade, e na essência é formado pelo bem, a verdade e o belo, evidentemente se não procurar esses fins básicos em sus existência não conseguira se sentir bem. Se a essência de tudo o que existe é o bem, o belo e o verdadeiro, enquanto a pessoa não agir assim não conseguira ter toda a felicidade que inclusive merece já nessa existência
Tenho a finalidade de conscientizar o ser humano sobre a verdadeira realidade, que é a impericilidade do bem - pois o mal sendo sua ausência, é impossivel querer viver indefinidamente nele, que constitui na oposição à existência.
Posso afirmar que todo o conhecimento vem da vibração interna do ser humano, ao entrar em ressonância com a externa - que pode ser sensorial, mas muito mais alta com a espiritual, no nível dos anjos e do próprio Ser Divino.
Uma orientação pedagógica errônea aumenta sobremaneira a patologia do ser humano, na conduta que denominei de sociopatológica.
Se todo ser humano age conforme uma finalidade, e na essência é formado pelo bem, a verdade e o belo, evidentemente se não procurar esses fins básicos em sua existência não conseguira se sentir bem. Se a essência de tudo o que existe é o bem, o belo e o verdadeiro, enquanto a pessoa não agir assim não conseguira ter toda a felicidade que inclusive merece já nesta existência.
Eu queria ser um peixinho para poder nadar ao rio abaixo sem pensar para onde ir, poder me favorecer de toda beleza do oceano e quem sabe ouvir o canto da sereia, conhecer o boto rosa e quem sabe conhecer o sapo que me faria ser a princesa do mar!
O bem-estar pode ser comparado à pessoa ingrata: quanto mais a gente se preocupa com ele, mais ele se distancia.
O moço do metrô
Era pra ser só mais um dia comum. Despertador estridente e banho frio como método de tortura e adeus ao sono às cinco horas da manhã. Paciência e agilidade matinal - dualidade duvidosa - pra domar a jubinha de leão, deixar pra depois o café que eu não tomo e enfrentar aquele trânsito caótico da cidade maravilhosa rumo às aulas de inglês.
O fato é que o sono não é tão invencível, a cidade não é tão maravilhosa às seis horas da manhã e após enfrentar o trânsito nosso de cada dia, que parecia duas vezes pior, desisti da aula já que pelo horário, só chegaria a tempo de ouvir o "bye, bye...see you on friday!"
Aproveitei o tempo para resolver outras pendências.
Mudei de rota e dessa vez fui de metrô. Até que não estava tão cheio, tinha espaço suficiente para entrar com calma e poder virar o pescoço observando a calmaria comum e tediosa que habitava o local. Habitava, até que, para surpresa geral, chega um cidadão carioca, rompendo o silêncio dominante, cantando a música "fora da lei" em volume e tons propagáveis para todo o vagão. O cidadão comum que acordou se achando o Ed Motta, atraiu a atenção e o estranhamento de todos ali presentes.
A senhora com cara de "tô brava", lançava olhares de fúria, decerto achou um disparate a coragem e suposta má educação do rapaz. O engravatado olhou com cara de reprovação, repassando bravamente as folhas de seu jornal. O nerd afundou ainda mais a cara em seu livro de "alguma coisa chata demais" certamente sentindo vergonha pelo rapaz que, não só cantava, mas insistia nos "paradibirudubuaê" típicos do Ed.
E eu? Eu só conseguia rir. Rir dos "paradibirudubuaê", rir da naturalidade em que o rapaz levava aquela situação e principalmente da reação ao redor.
Me recordei de um episódio do programa "De cara limpa" em que o ator-humorista-músico-autor e corajoso Fernando Caruso entra no metrô vestido de mulher e dança na barra de aço, realizando uma inusitada e divertida performance de pole dance para surpresa, estranhamento e simultaneamente risada geral.
Trata-se de um programa que visa desmistificar as regras do marasmo, levando humor e descontração a locais públicos onde a tensão ou o tédio imperam, assim, na cara dura, ou conforme o nome, de cara limpa. O que é sensacional, eficaz, positivo e porquê não, construtivo em tempos de estresse coletivo e certeiro. Em tempos de correria e agitação trivial, desatenção aos detalhes cotidianos, ao que é essencial. Um momento pra sorrir, um momento pra romper com as barreiras invisíveis do silêncio, doa a quem doer, custe os olhares insatisfeitos que custarem.
Momento pra respirar leveza, diminuir o ritmo. Despir as vestes da formalidade, dos bons modos, ser quem se é quando ninguém está vendo, mas quando todos estão vendo. Coragem? Sim, e autenticidade.
Me remete a uma citação de um dos meus escritores preferidos. Luis Fernando Veríssimo disse "Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo". Eu concordo. E o moço do metrô também.
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