Não Pedimos para ser Eternos
A fé é a confiança que temos mesmo quando a resposta ao que pedimos ao Senhor ainda não chegou, quando o milagre ainda não veio. A fé é a declaração de que Deus tem um Tempo para tudo e, mesmo em silêncio, continua Agindo em nossa vida.
Nós brigamos, ficamos horas sem se falar, mas depois o orgulho some, nos pedimos desculpas, e todo amor que sumiu volta.
Pedimos tanto a Deus algo que desejamos, mas seguimos por caminhos diferentes dos que nos levariam ao almejado.
E ainda reclamamos que o que queremos não é alcançado.
Deus tem um amor imenso por nós. Porque damos um trabalho danado.
Deus de amor, pedimos por aqueles que se elevam com arrogância, que praticam a zombaria e o escárnio. Quebra o orgulho em nossos corações, concede-nos a humildade de reconhecer nossa dependência de Ti e de nossos irmãos. Transforma a indiferença em compaixão e o julgamento em aceitação, para que possamos verdadeiramente expressar o amor divino. Amém.
Deus prepara o nosso coração antes de nos dar o que pedimos, para que o presente não nos afaste d’Ele, mas nos aproxime.
Oração Pedindo Chuva:
"Pai Amado, Pai Querido, nós, humildes e vis mortais, vos pedimos por intermédio do Vosso Filho Nosso Senhor Jesus Cristo, sob a intercessão generosa de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do nosso Brasil, as chuvas necessárias e úteis para todo o nosso País, socorrendo os mais necessitados que tanto precisam deste líquido precioso para as suas sobrevivências e a de seus familiares, cujo bom uso nos comprometemos em fazê-lo para maior honra e glória do Vosso Santo Nome. Amém".
Façamos juntos esta humilde prece, com muita fé, esperança e amor, olhando para o céu, por várias vezes ao dia, observando sempre as nuvens escuras se formando, para que caiam as chuvas necessárias sobre a nossa Nação Brasileira, amenizando assim, o calor intenso e insuportável pelo qual estamos passando, alimentando a todos nós, os animais, a plantação e florestas em geral. Abraços fraternos.
Quando descobrimos que só pedimos o que não temos, a gente para de pedir amor e começa a se preocupar em doá-lo.
O poder da oração. Nenhum.
Toda vez que fazemos uma oração, pedimos bênçãos e agradecemos a Deus por tuas obras e realizações feitas em nossa vida.
Mas, há uma falha nesse pensamento. A oração apenas busca fazer uma conexão de quem ora, com o divino, mas, na prática é um monólogo no qual você tenta ser um consultor de Deus, tenta dizer a Deus o que fazer.
Entenda que você é fruto do criador, ou seja, você é apenas uma ideia, logo, nada há o que pedir, implorar ou até mesmo agradecer, você é a ideia concretizada, assim sendo, tudo que você vier a receber neste plano, seja algo positivo ou negativo, é seu. Simples assim.
Imagine você preso em uma enchente, e a água começa a subir, se você não tiver como sair dessa situação, você irá morrer, e Deus, estará apenas observando, não é porque ele é sádico ou cruel, é porque você é somente uma ideia de sua criação, e ela pode ser apagada a qualquer momento.
Orações fervorosas não lhe afastarão o mal, ou qualquer infortúnio da vida. Agora, suas ações poderão retardar alguns infortúnios, é mais saudável ir na igreja do que frequentar um bar. Se presume menos problemas.
Da mesma forma, se você tiver alguma sorte na vida, como ganhar na loteria, não pense você, que é uma obra divina, isso acontece porque você jogou, e seus números foram sorteados, simples assim.
Se você se sente bem fazendo uma oração, ótimo. Mas, entenda, você é a criação, não é o criador.
Aprenda a ficar em silêncio ante seu criador, aprenda a respeitar e aceitar, tudo que for posto em seu caminho.
Não adianta culpar a Deus sobre alguma perda ou infortúnio. Temos esse hábito ruim. Da mesma forma, agradecemos pouco, e criticamos muito. Coisas da fraqueza humana.
Se você silenciar suas orações, começará a entender e aceitar os caminhos a serem trilhados por você.
Não estou dizendo que você não deva acreditar em Deus ou não deva tentar se conectar a Ele, ao contrário você deve sim acreditar e tentar se alinhar com o divino, e mais ainda, saber e compreender que Deus sabe o que faz e, que Ele opera em sua vida.
Compreenda que uma oração que busca apenas fazer com que Deus seja seu provedor particular de bênçãos, nada mais é do que você querer ser maior que o criador. Que Ele, seja seu empregado. Isso é no mínimo estranho e errado.
Se você pede algo a Deus, você está dizendo nas entrelinhas que a obra D'Ele pode ser melhorada, ou seja, que Deus não está fazendo bem seu papel para com você.
Por que você se acha merecedor de bênçãos que pede em silêncio? Ora, será que seu criador não sabe de suas necessidades?
Se você quer ficar próximo ao criador, peça em oração para que Ele te leve, ou faça o arrebatamento de sua pessoa. Mas, isso dificilmente pedimos.
Orações do tipo eu agradeço por A, mas, me dê o resto do alfabeto, e uma vida boa, tenha a certeza, não há valia alguma.
Pense nisso.
Reflita.
Ilumine seu dia.
Paz e bem.
Massako
Muitas vezes pedimos que Deus mude as circunstâncias, quando o maior milagre é Ele mudar o nosso coração para atravessá-las com coragem.
Que a sua fé seja maior que o seu medo e que a sua confiança em Deus seja o alicerce que sustenta todos os seus sonhos.
SerLucia Reflexoes
"Comportamento"
"Pedimos direção, mas evitamos o caminho que ela aponta, porque no fundo sabemos que mudar exige deixar para trás aquilo que ainda temos dificuldade de soltar."
@Suédnaa-Santos.
DEUS NÃO ENTREGA ATALHOS, ENTREGA CAMINHOS
Muitas vezes pedimos a Deus caminhos fáceis, vitórias prontas e conquistas sem esforço.
Mas, em Sua infinita sabedoria,
Ele nem sempre nos entrega o que pedimos. Em vez disso, oferece oportunidades, desafios e lições que nos fortalecem e desafos que nos moldam.
Deus não nega para punir; nega para preparar.
Porque aquilo que conquistamos com dedicação tem mais valor do que aquilo que cebemos sem sacrifício.
As maiores vitórias não são presentes caídos do céu, mas recompensas construídas com fé, perseverança e coragem.
Nem sempre Deus dá o que queremos, mas sempre nos dá o que precisamos para crescer.
Entre a Queda e Deus
Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.
As vezes os milagres que pedimos ...são aqueles que bateram em nossa porta mas nós recusamos abrir...
