Nao Obrigo que Ninguem Goste de Mim
Todo cuidado é pouco então melhor aprender na força bruta na marra sem distorção, ninguém é insubstituível o próprio tempo ensina nasce cresce retorna ao criador, começa o convívio não vá sofrer lamentar brigar com o mundo, aceita a decisão está escrito antes de você nascer.
Fatos na vida em que quase ninguém entende a realidade verdadeira, você pode se uma pessoa do bem verdadeiro importante junto honesto de bom caráter, a coisa muda de lugar quando você está do lado oposto, vão dizer que você não vale nada, aceita é a verdade.
Ninguém tem o dever de escolher o que é bom ou ruim na vida de alguém, nem tem o direito de impor regras valores e limitações, a pessoa é livre de pensamentos para decidir o próprio caminho.
Tem dia que a pessoa se sente ninguém, a pesar de ninguém se importar por ninguém, é tudo uma fração de ninguém tá pra ninguém.
As armadilhas da vida combinado com o destino manipulam os caminhos, assim ninguém vai saber os segredos por trás do ocultismo, quanto menos informação a nação segue manipulado perto e tão longe do conhecimento.
Vá viajar em teus pensamentos livres, em velocidade que ninguém possa te acompanhar, até você encontrar o que tanho procura.
A pesar das dores dificuldades ninguém está interessado no sofrimento, o mundo continua perdido em busca de resultados.
Você é um mundo desconhecido; ninguém entende o seu melhor. Você aprendeu a viver suas ideologias desenhando o seu próprio mundo. Portanto, não tente se modificar para agradar quem não conhece sua capacidade de viver nesse mundo único.
Quem vive pensando na vida do outro acaba esquecendo do próprio caminho, ninguém é tão importante para viver vivendo a vida do outro a ponto de esquece da própria vida.
Ergue as mãos enclina os pensamentos abaixe o semblante confessa o teu problema para que ninguém possa te ouvir.
Desenhar acepções pouco importara. Ninguém as percebe. Delinear aspirações fizeram dele apenas o que é. Mistura Invulgar. Contorcido nas suas viagens rumo ao desconhecido. Desconhecido. Anônimo. Porém, com seu espetáculos em cartaz. Sempre.
'CERTO DIA'
No fim das contas ela sabia de tudo! Sabia que iria para um lugar que ninguém sonha. Lugar de pessoas medonhas. Ninguém se importam muito umas com as outras. Estão muito ocupadas para isso. Quando se tem tempo, gasta-se como quer, plantando e espalhando cicatrizes paradoxas...
Não dá para ignorar os infortúnios da vida! Eles veem quando menos esperamos. Logo ela que, creio, não merecia! Lavou, passou, fazia comidas das mais agradáveis quando pudia. Era atenciosa com o homem da casa. Sem perceber, as doenças lhe atacara. Tinha vida pacata, exceto por um vício que nunca deixara...
Todo mundo tem vícios, pensara! Pelo menos um deve-se ter nesse corre corre contemporâneo. Homem sem vícios parece não ter muito sentido. Não teve filhos como a maioria das mulheres. Não sei se, seu futuro rebento agradeceria-lhe, mas confessou-me algum dia: falta ou diferença pouco fazia. Colocar filho no mundo e tentar moldar-lhe não é tarefa fácil...
Já cuidara de crianças de outros pais e dera muito amor de mãe. Seus caminhos findaram como a água de poço no verão. Sua face não esbanjava felicidade. Isso soa meio clichê, talvez constrangido. Não se fala de algo que parece tão distante dos olhos. Ela sorria feito criança, brincara nas calçadas da vida. Sempre próxima, parecia distante...
Dia atrás, o mundo virou-lhe às costas. Não parecia ser grande problema. O emblema é que: o mundo sempre deixa-nos à ver navios. Isso acontecerá com todos, sempre dissera! Apenas acho que ela não teve muita sorte com o tempo. Bem, ela poderia estar entre os sortudos. Desses que apostam tudo, e não têm medo das consequências...
Certo dia seus olhos fecharam de vez e hoje, depois de algum tempo, não é muito lembrada. Talvez isso faça ou não faça alguma diferença. A receita para vida se aprende em pouco tempo. O amanhã é coisa que não nos pertence. Os aprendizados tornam-se palavra de bolso, sem muita praticidade. Mas a verdade é que, o vilão sempre será o tempo, correndo nas mãos...
Tentara de tudo, desde jogar as pedras que tinha nas mangas e beijar o infinito, mas não foi mais possível. Deitada, descobrira que seus ciúmes fora em vão. Que suas raivas não tinham sentidos. O seu lar ainda esconde imenso aprendizado, não ensinados em faculdades. Perdeu todas as arrogâncias e os bens que planejou. Seus pés não mais tocam os chãos, e os seus braços não abraçam. Perdera àquilo que nunca ganhou...
Mas as frase de bolso ainda perduram em alguns corações. A vida parece tão, mas tão pequena! Um dia sentiremos falta dos amores que nunca tivemos e da essência das flores que não cheiramos. Falta dos abraços das crianças ainda vivas no peito. Falta da vida, dessa que sempre sonhamos. O hoje será esquecimento. Amor findo. Brisa leve jorrando solidão. Algo nada inspirador no escurecer...
