Nao Obrigo que Ninguem Goste de Mim
I.mpossível não te
D.ar tudo de mim e
I.rei sempre me doar , mesmo sem ser tão
O.portunista, procuro te oferecer o melhor
T.e fazer feliz é minha prioridade
A.mor não sei se é mas quero que se torne.
Passei 6 meses dando 100% de mim
Para uma pessoa que não me deu em 6 meses nem 1% de si
Percebo que um cachorro poderia me entregar em apenas 1 dia muito mas que você me entregou em 6 meses
Mas ainda assim eu te agradeço
Me fez melhor do que eu era à 6 meses atrás.
Quando descobri a igreja que eu trazia instalada em mim, não quis mais buscar por outra que me cobrasse instalar-me nela.
Cada dia que se passava eu sentia uma parte de mim indo embora, eu não entendia, eu fazia as mesmas coisas, frequentava os mesmos lugares e via as mesmas pessoas, mais tudo parecia tão cansativo, tudo ao meu ver era uma perca de tempo, o mundo tinha perdido a sua graça ou talvez eu que estivesse amarga de mais, mais quem se importa?
Fui moldado na poeira do não-dito,
Onde os deuses escrevem com pranto e mito.
Carrego em mim o eco do início,
E a cicatriz sagrada do sacrifício.
Vi meu reflexo em rios que não voltam,
E beijei lábios de sombras que soltam.
Nos olhos do tempo, busquei o que é puro,
Mas só encontrei silêncio e futuro.
Te amei no intervalo entre dois mundos,
No compasso dos coros mais profundos.
Foste chama em meio à ruína,
Vestida de luz, ferida e divina.
Mas todo amor é lâmina em flor,
Perfuma, encanta — e sangra em cor.
E mesmo entre os véus da eternidade,
Perdi-te na curva da realidade.
Caminho agora por ruínas celestes,
Onde os anjos têm olhos terrestres.
E cada passo que dou na ausência,
É um salmo perdido na consciência.
O universo é um coro de dúvidas,
Cantando em línguas de luz e lâminas.
Mas no centro do caos há um altar,
Onde as almas nuas vêm descansar.
Se a morte for apenas uma canção,
Que tua voz ecoe na escuridão.
E quando o silêncio enfim me tocar,
Quero teus braços a me embalar.
Pois tudo que morre, volta a ser chama
No ventre do tempo que tudo reclama.
E mesmo no fim, onde tudo termina,
Nasce o infinito — em forma divina.
Tu não me conhece não sabe nada de mim mas, tu não sabes quem sou sonha comigo sem esquecer, não sei quem tu és sonhei te linda, lágrimas no peito coração aberto, te procuro até no deserto.
Meu mundo devastado não se mistura ao teu espaço vazio, onde a liberdade em mim não cabe no silêncio do teu mundo.
Estou preso atado fugindo de mim, minha tentativa na ignorância não soma resultados apenas contraiu ausência em minha felicidade.
Não tô aí nem vou chegando quem quiser falar mal de mim pode rasgar o verbo, mas não esqueça de falar a verdade.
Humildade não é a pobreza nem a simplicidade de onde está, o mestre ensinou, aprendei de mim, que sou manso e humildade de coração.
Trago na lembrança para onde vou levar na lembrança se a lembrança não sai perto de mim, então devo deixar a lembrança viver de lembrança não de mim.
Passa por mim, esconde o olhar pra que eu não o vejo a tua beleza encantadora devastadora em minha vida vivida, você não vai esconder nem fugir do mel olhar que viaja a tua procura, a tua beleza não está escrita juntos vomos escrever a nossa história.
Forge de mim pra eu não te encontrar, esconde o teu olhar na lágrima do choro, será você vai esconder do amor que eu te dou, de carinhos envolventes dos caprichos que são teus, você pode escolher mudar é tua escolha, no entanto quando a saudade lembrança assolar estarei a te esperar.
