Nao Obrigo que Ninguem Goste de Mim

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⁠Não confie em ninguém.
Não confie em você, porque você pode procrastinar ou nunca fazer o que estava pensando ou sonhando.
Confie somente em Deus.
Ester Rodrigues

Inserida por ester_rodrigues_7

⁠Eu não tenho mais medo de nada, porque eu tenho a Ti, Senhor, e nada nem ninguém é mais poderoso do que a Tua presença na minha vida. Que a força do Espírito Santo toque o seu coração e que você consiga sentir a Sua libertação.

Inserida por paula_ingrissy

⁠A cura começa quando a alma aceita que não precisa mais provar nada para ninguém.

Inserida por olucaswilde

⁠Sou competitivo por natureza. Não quero que ninguém tenha sucesso.

Inserida por pensador

Se não atrasar o corre de ninguém, o seu corre já está adiantado.

Inserida por renan_lacerda

⁠Era incrivelmente difícil deixar de amar alguém completamente quando não se tem mais ninguém para amar.

Inserida por pensador

⁠Ninguém nunca me teve, não como você.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música So High School.

Inserida por pensador

⁠Não deixa ninguém travar seu caminho não.

Inserida por pensador

Um brinde a nós que só queremos crescer na vida, realizar sonhos e não perturbar a vida de ninguém, porque viver em paz é a nossa meta.

Inserida por karllarochaa

⁠As fotografias que nos marcaram por toda à vida, perpetuarão até que não haja mais ninguém que as aprecie.

Inserida por pablo_rego

⁠Mesmo que não tenha sobrado ninguém nesse mundo, é bom saber que ainda tá por perto, parceira.

Inserida por pensador

⁠"Segue aí fingindo… só não reclama quando ninguém reconhecer quem você realmente é."

Inserida por macjhogo

⁠Ninguém é tão grande que não tenha algo a aprender, e ninguém é tão pequeno que não tenha algo a ensinar. Por isso, que cada um reconheça seu lugar com humildade, aprenda a valorizar o outro com justiça, e seja grato por tudo aquilo que cada pessoa acrescenta em nossa jornada.

Inserida por ProfessorMarcos

⁠Eu sou gay e isso é bom. Nunca serei homem e isso não é mau.
Não há ninguém que eu queria ser além de mim.

Inserida por natan_1

⁠Eu sou expressiva, explico detalhadamente para não haver dúvidas.
Sou firme no que falo.
Ninguém me pergunta nada depois, sabe por quê?
Já disse tudo.

Inserida por Janinekelle

⁠Me acostumei a não sentir falta de ninguém. Quando sinto… é porque me tocou de um jeito que ninguém mais toca.
Aprendi a viver na minha própria companhia, protegendo meu coração. Não sinto falta de ninguém porque não entrego minha ausência facilmente.
Mas quando sinto, é porque alguém quebrou minhas defesas e tocou uma parte que eu achava impenetrável. Não é qualquer pessoa que merece esse espaço.
Sentir falta assim é raro, é profundo. É entregar o que tenho de mais íntimo e vulnerável.
E, mesmo assustador, é isso que faz tudo valer a pena: sentir de verdade, sem meias palavras.
Quem já sentiu sabe do que eu tô falando.
Quem toca a alma muda tudo. Não é pra qualquer um.

Inserida por danrattess

⁠Exclusividade não é promessa, é postura. E a minha é simples: se é você, não existe mais ninguém. Quando eu escolho, o mundo lá fora perde o sentido. Eu sou de uma pessoa só.

Inserida por danrattess

⁠não houve justiça. nem perdão. só o costume de esquecer.

a professora faltou hoje.
mas ninguém perguntou por quê.
disseram que ela "estava estranha" há dias —
como se tristeza usasse crachá.

a vizinha do oitavo foi despejada.
levou um gato.
deixou uma planta na portaria.
ninguém subiu com ela.
ninguém ligou depois.

um amigo meu não responde mais.
não porque sumiu.
mas porque cansou de tentar explicar
por que dói mais quando dizem que você precisa seguir em frente
como se a frente existisse
pra quem ficou soterrado por dentro.

falam muito em cura.
mas quase sempre é cobrança disfarçada.

falam muito em perdão.
mas quase sempre é silêncio em cima da dor alheia
pra não estragar a estética do discurso.

ninguém quer saber o que te quebrou.
só querem que você pareça inteiro.

a mulher que denunciou
foi lembrada como “intensa demais”.

o homem que chorou
foi tachado de instável.

a criança que travou
foi chamada de birrenta.

não existe justiça
quando o critério é o incômodo que você causa.
nem perdão
quando o outro não acha que errou.

e ainda assim,
o mundo continua a se cumprimentar nas calçadas.
a desejar bom-dia
com a voz pastosa de quem não quer escutar resposta.

não houve reconciliação.
houve esquecimento.
que é o nome elegante do abandono.

a justiça virou post.
o perdão, estética.

ninguém quer reparar.
só remendar o que aparece.

e se você insiste em lembrar,
te chamam de ressentida.
te pedem leveza,
mas nunca te devolvem o que te tiraram.

ninguém paga.
ninguém volta.
ninguém segura a mão da criança que você era
quando a dor começou.

perdoar virou roteiro.
mas ninguém ensina a segurar o corpo
quando ele treme só de ouvir o nome.

a justiça falha.
mas o que mais dói
é ver quem sempre se calou
sendo cobrado por não reagir bonito.

a verdade é que a maioria não quer justiça.
quer tranquilidade.

e o perdão?
só serve se vier com laço e silêncio.

hoje,
eu vi alguém chorar no vagão do metrô.
ninguém olhou.
ninguém estendeu palavra.
mas todos pensaram:
“tomara que fique bem.”

como se torcer fosse gesto suficiente.

não houve justiça.
não houve pedido.
não houve volta.

mas houve alguém que entendeu
que continuar,
mesmo sem reparo,
tambem é um tipo de resistência.
e isso, aqui,
é o mais próximo que a gente tem do perdão.

Inserida por Umamineira

⁠I. a parte em que ninguém percebe

há dias em que o mundo continua ~
mas eu não.

eu me arrasto dentro da roupa.
cumpro compromissos como quem finge
ainda habitar o próprio nome.
me sento onde sempre me sentei,
mas algo em mim não chega.

o corpo levanta,
mas não comparece.



há horários que evito.
nomes que pulo.
itens na gaveta que não toco há meses.

não é superstição.
é autodefesa.

ninguém entende.
porque continuo funcionando.
mas já não pertenço à máquina.



II. a parte que só eu escuto

há um som que só eu ouço.
não é voz,
não é memória,
não é aviso.

é uma frequência baixa
que vibra quando tudo está em silêncio.

uma presença que não se mostra,
mas me atravessa.

me obriga a manter as janelas fechadas,
a não reorganizar os móveis,
a conservar os espaços como estavam
no dia anterior ao que nunca mais passou.



não estou esperando nada.
mas também não fui.
é isso que ninguém entende:
o não ir.

o continuar por engano.

o viver como quem segura a respiração
no fundo da piscina
sem saber se ainda é possível subir.



III. a parte em que eu entendo

as coisas não melhoram.
elas se adaptam.
e chamam isso de cura.

eu aprendi a conversar sem falar.
a sorrir sem acionar músculo.
a dormir com a sensação
de que algo ainda respira ao lado.

talvez seja eu.
talvez não.

mas sigo deitada.
olhando pro teto
como quem espera uma explicação
que não chega.



e então amanhece.
como se nada tivesse acontecido.
como se meu corpo não estivesse carregando
o peso exato
do que ninguém ousa perguntar.

e eu levanto.
porque a vida, ao contrário da morte,
não precisa pedir permissão pra continuar.

Juliana Umbelino • O Luto Sou Eu

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Inserida por Umamineira

⁠“Às vezes, o ‘talvez’ que você espera já é o ‘não’ que ninguém tem coragem de dizer.”

Inserida por macjhogo