Nao Mereco tanto Amor

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Não deixe sua tragédia definir você.

-Ela nunca recobrou a consciência: não reconheceu ninguém desde o momento em que a deixou, - disse eu - Ela jaz com um doce sorriso nos lábios, e seus últimos pensamentos a levaram de volta aos dias felizes. Sua vida encerrou-se como um sonho suave - que ela possa despertar tão suavemente no outro mundo!

-Você não ousa trilhar o caminho da virtude o caminho da luz.
-Não senhor a verdade é bem mais simples que tudo isso... eu sou malvado.

Nós humanos não somos diferentes dos macacos, eles pisoteiam todos os invasores até que todos sejam eliminados.

Se todos te adoram não se acostume com isso.
A mesma mão que aplaude arremessa pedras.

O que é impossível pra você? Tudo que os outros dizem ser? Não ligue para os outros, acredite nos seus sonhos, corra atrás, lute e quando não der certo, não é motivo para desistir e sim, para que você procure outro caminho, cresça, aprenda e nunca se esqueça: Se uma mentira vira verdade quando alguém acredita, por que seu sonho não pode ser real? Apenas acredite em você.

Tudo o que era deixou de ser, tudo o que será não é ainda. Não busqueis fora daí o segredo dos nossos males.

No começo dói.
Mas depois você vai acostumando e deixando de dar prioridade a quem não te valoriza.
É a lei da vida. Uns vão para outros melhores chegarem.

Querer algo não é suficiente para conquistá-lo. É necessário desejo e comprometimento para isso.

⁠Reze, tenha esperança e não se preocupe. Deus é misericordioso e ouvirá a sua oração.

Eu gostei de mim e da vida como não gostava há muito tempo...

Palavras cortam mais do que facas. Elas não perfuram a pele, rasgam a alma.

Porque eu não posso estar realmente vendo o que meus olhos me dizem

Quarta-feira chegou e não está sozinha, veio acompanhada de uma chuvinha. Simbora! É hora de avaliar as indecisões e dar um salto de qualidade. A vida merece, você merece. Feliz dia!

"Você só existe através de lembranças dos outros, o que não é lembrado nunca aconteceu."

Falamos do que não sabemos,
porque a morte nos espanta
e dói a mortalidade.

O que é ser imortal?

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Não importa o quanto você se esforce pra comunicar certas dores para alguém, no fim do dia elas são só suas. Amores que nunca foram. Memórias sepultadas. Ninguém nunca vai conhecer o toque gelado dos seus fantasmas, e, ainda assim eles, são tão reais, vagando, dançando, arrastando correntes pelos porões da consciência. De dia, espetam seu coração com espinhos; de noite, sussurram que você é insignificante. Vai ver eles só estejam entediados, revoltados, por terem sido enterrados vivos.

⁠A vida é difícil sim, é esgotante, mas só dá pra dizer que é feia se vc não estiver olhando direito.

Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.

Jennifer L. Armentrout
O problema do para sempre. Rio de Janeiro: Record, 2017.