Nao Mereco tanto Amor

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Ofereça amor, ofereça amizade, mas não implore para ficar onde sua presença não faz diferença!
Em algum lugar você será imprescindível!

"...O amor não consiste em sentir grandes coisas, mas em despojar-se e sofrer pelo amado..."

Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.

O amor não existe.
E se ele existe,
Ele está fugindo de mim,
E quando sinto que estou
A um passo de agarrá-lo,
Ele se distancia com 10
E ai não o vejo mais
Em meu horizonte.

Mas agora não pretendo mais
Procurar o amor,
Vou deixar que ele venha até mim,
Pode ser que demore,
Pode ser que quando ele resolver
Vir até mim, eu não acredite mais nele,
E faça alguém que acredite chorar.

Mas isso faz parte da vida
E provocar uma desventura
Dessas na vida de outra pessoa
Às vezes torna-se primordial,
Pra que saibamos o quanto valemos
E o que significamos.

No entanto, para dizer a verdade, hoje em dia a razão e o amor quase não andam juntos.

O amor é uma escolha, não é uma necessidade!
Eu gosto de você, mas eu não preciso de você.

Marília Mendonça

Nota: Trecho da canção melhor sozinha :-)-:, com Luísa Sonza.

O amor pode curar, mas também nos machuca muito se não correspondido...

Sou PhD em desilusão amorosa. Fui muito honesta nas relações, não sei jogar. Odeio quando o amor se transforma em violência, competição, morbidez.

Preço não é nada, tudo é valor.
Não entende no amor, aprende na dor...

O fim

Aos poucos fui vendo nosso amor
se perdendo, se acabando...
No desespero de não querer aceitar,
lutei o que pude para você ficar.
Fui sentindo a cada dia você mais distante,
o seu sorriso já não era o mesmo,
já não aceitava a rotina como antes,
já não me olhava com tanta ternura
e já não fazia questão de esconder o descontentamento...

Me enlouqueci, lhe sufoquei
e você estava ainda mais longe do meu amor,
e não se importava com a minha tristeza.

Fui perdendo você cada vez mais,
e quanto mais te buscava,
mais solidão eu sentia...

Deixei,
você se foi...

Hoje,
Não sei mais de você,
sinto apenas uma grande saudade do que fomos,
do que juntos sonhamos,
de tudo o que com felicidade construímos...

Não sei de você,
sei apenas do meu coração
que sente medo,
que foge dos sentimentos,
que não se entrega mais
e que vive atormentado de culpas
a perguntar:
Porque?

E assim,
sinto que talvez eu não lutei o bastante,
deixei que você partisse...
E, ao mesmo tempo,
penso que você está feliz assim:
Longe de mim,
em algum lugar,
com alguém,
talvez sozinho como eu estou,
talvez triste,
talvez longe... ou perto...
não sei,
talvez ainda te ame muito,
talvez eu sinta apenas uma dor no coração,
mas não por te amar,
e sim por ter deixado você partir...

Se se morre de amor

Se se morre de amor! – Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n’alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d’amor arrebentar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes ao morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D’amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração – abertos
Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!

Compreender o infinito, a imensidade
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D’aves, flores,murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, é não saber, não ter coragem
Pra dizer que o amor que em nós sentimos;
Temer qu’olhos profanos nos devassem
O templo onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis d’lusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

O amor é paciente, o amor é bondoso.
Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.
Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor.
O maior deles, porém é o amor.” (1 Corintios 13)

Não fiquem devendo nada a ninguém, a não ser o amor mútuo.

Apóstolo Paulo
Romanos 13:8.

Quando eu digo que o amor não existe, é só uma forma de me proteger do sofrimento mais uma vez.

Um dia a gente aprende que palavras não bastam; e que buscar reciprocidade onde sequer há amor, é perda de tempo. Um dia a gente entende que amar é voltar-se para si mesmo e abrir mão de si para que o outro se complete. Um dia a estação muda, o dia anoitece, os planos recuam e a gente compreende que é preciso muito mais do que três palavras para descrever o que se sente. É que um dia, moça, tudo passa. E inevitavelmente a gente aprende a abrir mão. Um dia a gente muda! De tanto tentar, a gente cansa. E então aprende, finalmente, que certas coisas simplesmente não valem mais o nosso esforço. Mas leva tempo, viu? Leva noites mal dormidas, leva dias, meses e anos... até que um dia finalmente a gente chega lá, ou simplesmente finge que chegou. Mas a gente dá um jeito, lembra? O importante é nunca desistir! Porque eu sei que um dia a gente se esquece, ou esquece o passado e se encontra de novo.

Se alguém fala que gosta de você pela sua beleza, não é amor, e sim tesão... Pela sua inteligência, não é amor e sim admiração... Pela seu status no banco, não é amor e sim interesse... Mas se alguém fala que gosta de você, sem saber ao certo o porquê... Isso sim é amor.

Não me faltam homens, me falta amor.

Não foram os cravos que prenderam Jesus numa cruz. Foi o Amor

Amor que é amor não se transforma
porém durante o tempo se dilata!
Se isso for um erro ou meu engano
for provado, eu jamais terei escrito
ou alguém terá amado!

William Shakespeare

Nota: Trecho do soneto 116.

Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.