Nao Mereco esse Amor
O ZEN representa a solene paz de espirito, e um elevado estado de pureza onde não existe o reino da visão, audição, tato ou paladar... Apenas o intocável vazio, absoluto entre o céu e a terra.
Não espere o tempo enfraquecer seus sonhos! – Hoje é o melhor dia para fazer o que necessita ser feito. Separe somente àquilo que for realmente precioso e, siga em frente. – Sua história começa agora.
A cura das mágoas e profundas feridas, não se encontra no tempo, o tempo apenas passa, a cura encontra-se no falar.
Vento fraco não me leva, forte
não me arrasta... Prossigo.... A
profundidade das raízes me
sustentam na fragilidade.
Não existe grandeza onde não existem a simplicidade, o bem e a verdade.
Nunca falamos muito, acho que nunca falamos nada. E não sinto necessidade de começar agora. O que poderia dizer? Existem séculos e séculos de silêncio entre nós e, debaixo dos séculos do silêncio, ocultas lá no fundo, se calhar esquecidas, se calhar presentes, se calhar apagadas, se calhar vivas e a doerem-me, coisas que prefiro não transformar em palavras, coisas anteriores às palavras...
Não sou um senhor de idade que conservou o coração menino. Sou um menino cujo envelope se gastou.
Não há ninguém que eu odeie, acho que dá muito trabalho odiar. Há é pessoas que me são indiferentes.
As mães sofrem para tirarem seus filhos das fraldas, mas não conseguem
impedi-los de continuarem fazendo merda.
OLHAR DO TEMPO
Não posso, e nem quero, olhar a vida alheia, muito menos julgá-la: afinal, também tenho meu teto de vidro!
Eu observo, isto sim, o tempo que corre velozmente e me expõe nu...
A fadiga que hoje me pesa nos ombros, eu a criei. E das sementes que plantei, busco regá-las. Mesmo que não colha os melhores frutos, estarei pronto para a colheita, no tempo certo!
O tempo é o próprio jogo da vida. Rebuscar o passado requer coragem, exige nobreza; é uma questão de honra!
Ensinaram-me valores tais que me perdi neles. Não por culpa de outrem, mas pela minha própria visão tacanha sobre o mundo.
Eu vivo as ilusões que me foram ensinadas e busco aperfeiçoá-las, de modo que tudo que vejo se torne belo. Não para mostrar aos outros o caminho da felicidade, mas para provar a mim mesmo que também erro quando falho em entender os porquês da vida!
Eu ouço o despertar do relógio, e são 6 horas...
Logo mais, ouço o badalar dos sinos, e são 18:00 horas. Comprazo-me com o tempo: ele foi ajeitado em compassos lentos nos ponteiros do relógio... mas a vida... a vida passa, dando sinais de que o tempo que me resta jaz confinado neste corpo. Um corpo pueril e condenado à dor; a dor que eu não queria sentir, mas que, por consequência das horas, se desfaz involuntariamente nas veladas marcas do tempo.
