Nao Mereco esse Amor
Nietzsche não é meu inimigo.
O Amor Fati foi sempre a minha Guia —
fios de Ariadne.
Wagner foi seu labirinto.
E assim, sua morte, absurda,
se encontra com a de Heráclito.
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido... Enfim o que mudaria?...
Não sei se isso importa pra alguém, nem mesmo sei se importa pra mim mesmo. Só sei que não é bom o sentimento de saber que sua vida, suas atitudes, seus sonhos e realidade pode interferir em varias outras vidas, seja pra bom ou ruim, enfim você se ver com uma vida linda e cheia de graça...
E ao invés de vive-la você percebe que pra vive-la necessita realizar escolhas e escolhas das mais simples as mais complexas... sempre terão resultados negativos ou positivos...
Por exemplo: Um garoto olha pra uma garota e ela o olha de volta em fração de segundos, no dia seguinte eles ficam juntos, por coincidência a sua amiga que a acompanhava fica com um amigo meu pra não ficar sozinha...
De repente paro de ficar com a garota e meu amigo continua com a garota que o foi apresentada.
Resultado: Os dois se casam, geram 3 filhos, são felizes, eu escolhi recuar.
Conclusão: Um simples olhar e ação pode gerar grandes coisas, positivas ou negativas, mas o fato é que escolhas sempre serão escolhas e jamais poderão apenas realizar...
Hoje escrevo sem rumo, sem pé nem cabeça, apenas escrevo o que me passa pela cabeça, mas uma coisa é certa, minha mente se encontra em um estado de transição entre o querer e o fazer, pensar e agir, amar e ser amado, ferir e ser ferido, aceitar ou não aceitar...
Hoje escrevo como quem se pergunta, e se eu morrer hoje ?
A resposta é óbvia: Alguns escolherão lembrar, porque eu fui importante, outros “esses são” as incontáveis variáveis incontroláveis que nunca saberão o que é o amor.
Amor e ódio caminham lado a lado, como dois extremos de uma mesma emoção que não pede licença. Um dia, o coração se aquece com lembranças doces, sorrisos que parecem eternos e promessas silenciosas que só ele entende. No outro, a mesma memória corta como lâmina, deixando raiva e decepção queimando na pele.
É estranho como alguém pode ser capaz de provocar tanto afeto e tanta dor ao mesmo tempo. O amor nos dá asas, mas o ódio nos ancora; o amor nos ilumina, mas o ódio nos cega. E, no meio disso, aprendemos que a linha que separa os dois sentimentos é tênue, quase imperceptível. Talvez por isso, aqueles que amamos profundamente também sejam capazes de nos ferir com a mesma intensidade.
No fim, amor e ódio são faces da mesma moeda: paixão que não se mede, que nos transforma, que nos lembra que viver é sentir, mesmo que doa.
Glaucia Araújo
Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.
O verdadeiro desafio não está em entender o diagnóstico, mas em enxergar, com amor, e aprender, todos os dias, novas formas de sentir, compreender, cuidar e acolher.
“Laços de sangue não significam amor; significam apenas origem. O verdadeiro vínculo é feito de respeito, empatia e presença — não de parentesco.”
Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.
Não é a distância que define o amor, mas sim a paciência que dedicamos a ele. É isso que o torna inestimável.
Não existe amor perfeito: existem pessoas que amam e aquelas que ainda não aprenderam a amar. Por isso, de mim terás apenas o equivalente àquilo que deres ao meu coração.
Se você não for o amor da minha vida
Dessa minha vida
Eu terei que te procurar nas outras que virão
Se vc chegar primeiro
Vc sabe que eu vou ficar perdido
Vou precisar da sua localização
Se vc não for o amor da minha vida
Então eu tô no no trem errado
Era pra eu ter descido na próxima estação
Se não for você o amor da minha vida
Então eu me enganei de vida
Errei de vagão
Seja o meu último amor, por favor. Não um pedido romântico, desses que a gente faz no auge da paixão. É uma súplica de quem já se cansou de começar do zero, de quem sente a alma pesada por recomeços que parecem ter sempre o mesmo fim.
Sejas o meu último amor, não por medo do futuro, mas pela exaustão do passado. Fui colecionador de "sempre", de "para sempre" e de juras que o tempo desfez como se nunca tivessem existido. Acreditei que se podia amar várias vezes, mas a cada nova tentativa, sinto que perco um pouco de mim. Já não sei o que é amar de verdade, ou se apenas me vicio na ideia de ter alguém.
A cada novo relacionamento, a rotina de apagar e reescrever se repete: novas lembranças para construir, novas lições para aprender e, principalmente, novos nomes carinhosos para inventar. Nomes que precisam ser únicos, para evitar a nostalgia dos apelidos antigos que, mesmo no silêncio, ainda ecoam. O cansaço é real. A cada novo "corpo" a que me adapto quimicamente, sinto que as cargas emocionais se misturam e o meu coração se sobrecarrega.
O ciclo é sempre o mesmo: a apresentação aos amigos, as promessas, e o inevitável fim. De quatro em quatro meses, parece que preciso aprender um novo idioma do amor. É uma apresentação de novos parceiros e histórias, que no fundo, sinto que ninguém mais aguenta ouvir.
Mas apesar de tudo, a minha esperança permanece: que sejas o meu último amor. Que venhas para me curar, para me fazer acreditar que ser um casal pode ser realmente bom. Eu vivi tantas conexões intensas, com finais em dor, ansiedade e tristeza, que a minha mente se tornou um arquivo de memórias a comparar qual amor foi o melhor, qual me marcou mais, e qual me feriu com a sua partida.
És tu a cura que busco para a dor que habita no meu coração e na minha mente. Aquele que me fará esquecer o que é a tristeza para me mostrar onde mora a felicidade.
Sejas o meu último amor... por favor...
#viral
Há lembranças que o tempo não apaga; apenas aprende a embalar com mais ternura.
São pedaços de amor que permanecem,
mesmo quando a presença já virou silêncio.
Recordar é como abrir a janela e deixar o vento tocar o rosto:
há doçura, há ausência, há um fio invisível que ainda une.
A saudade, quando vem mansa, é quase oração.
É o coração dizendo baixinho:
“obrigada por ter existido em mim.”
— Edna de Andrade
