Nao me Pergunte quem sou

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É gostoso gostar de quem gosta da gente.

No livro da vida,
Quem trata o outro
Como tanto faz,
Um dia vira página esquecida
Pois a lei do retorno é implacável
e não faz distinções de ninguém
Às vezes, para uns, vem na velocidade da luz
Já para outros, vem em passos lentos, mas nunca erra o caminho
Inexoravelmente adentrará pela "porta da sua vida", mesmo que não seja bem-vindo!

Quem olha com pacificação percebe beleza em qualquer cenário.

⁠Praticar os ensinamentos de Deus é o aprendizado que nos liberta de quem somos pra quem devemos ser.

Nada é mais belo do que a verdade dita com coragem,
por quem permanece fiel
ao que acredita.

Quem tem muito a esconder sempre parece que tem muito a dizer.

⁠No xadrez da vida, quem manda no jogo é a Rainha. Parabéns, mulher!

A calma essencial retorna sempre que lembramos quem somos.

Quem insiste em carregar o passado no presente acaba comprometendo o próprio futuro, sem perceber que cada passo o leva para mais perto do abismo.

⁠"Evite se envolver em brigas de casal, pois no final eles se acertam e você é quem sai prejudicado."

⁠Hoje é segunda-feira e para quem já acordou, desejo um bom dia. Agradeço a Deus por me levantar mais um dia e me dar a oportunidade de viver.

⁠Saiba que o brilho que seus belos olhos refletem, e se torna a esperança para quem deixou de sonhar.

Bom dia.

"A chuva cai para todos, mas quem sabe nadar, sobrevive."

Meu bom dia, esta é para quem se acha!




O fio da vida é tênue e fino, rompe-se com um pequeno sopro do tal destino, nada somos! Nada o temos! Apenas um corpo, que rasteja em busca de um bom sono, muitos se fazem reis e poderosos, mas o buraco é o mesmo, nos prantarão um dia, no mesmo solo...


(Zildo de Oliveira Barros) Campo Grande MS

Rico é quem é dono do seu silêncio.

O parâmetro mais seguro para se identificar quem ainda tem recuperação dos que estão perdidos para sempre é que os verdadeiros canalhas nunca se arrependem, não sentem culpa e nem remorso. Vão repetir a vida inteira o mal que espalham porque se identificam com o que fazem na sua essência.

O amor incondicional pode ser dignificante para quem o dá, mas nada meritório para quem o recebe. Ainda que revele inquestionável capacidade de caridade e compaixão de seu doador, não contribui para retirar o beneficiado de sua pequenez, antes condenando-o a permanecer em perene processo de vermificação por conta da relação de dependência doador/receptor. A plenitude do amor é atingida quando o oferecemos àqueles que nos despertam admiração tal que simplesmente não conseguimos represá-lo dentro de nós, pois que o conquistaram por seus próprios méritos. E como tal, este tipo de amor se faz muito mais legítimo, pois que invariavelmente tanto irá despertar quanto oferecer mutuamente o que houver de melhor em ambos.

Quem foi que disse que a primeira impressão é a que fica? Conheço quem passou toda sua existência tentando aplicar o golpe perfeito, e na última oportunidade o consegue... E sai como mocinho desfrutando de todas as prerrogativas dos heróis, onde os golpes de uma vida inteira são zerados porque se mostrou bastante convincente no último.

Para quem usa de rigor no cumprimento de suas responsabilidades muitas vezes se mostra extremamente sofrido – e até torturante – ter que deixar o balde entornar quando a outra parte envolvida simplesmente ignora o acertado para se manter dando as cartas, como é de sua natureza. Dói principalmente saber que outros pagarão o preço do que deixará de ser feito, mas se continuarmos a apagar incêndios de última hora para prevenir mortos e feridos nos tornamos coniventes com o domínio ilegítimo que tentam impor sobre o nosso inalienável direito de escolha, e jamais voltaremos a recuperar as rédeas da própria autonomia.

Tanto quem concede o perdão quanto o perdoado firmam, no exato momento em que se expressam, um compromisso entre si: pelo perdoado, o de deixar no passado seus erros e partir para um novo começo; pelo que perdoa, o de valorizar a decisão como momento de mudança, não se dispondo a repeti-lo em outras ocasiões e se tornar conivente com o desvirtuamento de seu real propósito. Ao concedê-lo a Madalena, o próprio Cristo não afirmou que voltaria a faze-lo. Antes lhe disse: “Vai e não peques mais!”