Nao me Pergunte quem sou
Bom dia!
Que bom acordar e saber que a vida continua, há muitas coisas que resolver então nao para, segue em frente pois Deus preparou um dia cheinho de bênçãos.
Feliz segunda-feira e uma abençoada semana 🌻🌻🌻
Ery santanna
Se não for pra ter um amor que seja meu fã, que me admire de verdade e me aplauda até nos dias comuns, eu nem quero. Amor bom é parceria, torcida e escolha diária.
Quantas vezes vamos desistir achando que não podemos colocando a responsabilidade e a culpa no outro!
Carta de nascimento da nova Diane Leite
31 de julho
Hoje nasceu uma mulher.
Não nasceu de um parto físico, mas de uma decisão silenciosa.
Ela não chegou com alarde.
Chegou com consciência.
Hoje, eu sei quem sou.
Não porque alguém me explicou, mas porque eu me olhei com profundidade.
Depois de tantos caminhos, voltas, entregas, silenciamentos, eu finalmente entendi:
o que sinto faz sentido.
o que penso tem ritmo.
o que vibro é real.
Passei a vida tentando traduzir minha intensidade para o mundo.
Fui rotulada de exagerada, difícil, profunda demais.
Fui a mulher que sentia tudo, falava tudo, acreditava em tudo — e por isso quase sempre se via sozinha.
Mas agora, eu não preciso mais me defender.
Porque agora eu entendi que meu jeito de sentir, de pensar, de me mover, não é erro.
É estrutura.
É identidade.
É verdade.
Hoje, eu não me explico.
Eu me honro.
Não preciso mais caber onde nunca me coube.
Nem esperar ser compreendida para me permitir ser.
A mulher que nasceu hoje não precisa ser aprovada.
Ela precisa ser livre.
Hoje, eu me tornei essa mulher.
A que fala com firmeza e acolhe com doçura.
A que ama com presença, mas se escolhe com prioridade.
A que não finge mais ser leve para não incomodar.
A que não diminui mais a própria fome de mundo para ser aceita.
Hoje, eu abro mão de me encaixar.
E aceito, com serenidade e coragem, o desafio de me habitar.
Essa sou eu.
Essa é a Diane que nasce agora.
A que sabe quem é, mesmo que o mundo ainda não saiba.
A que não vai mais se esquecer de si mesma, por ninguém.
E isso basta.
— Diane Leite
31 de julho, dia em que me escolhi por inteiro.
Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.
O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.
Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.
E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.
Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.
Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.
Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.
COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES
Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.
Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.
Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.
Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.
Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.
Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.
E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.
Dia 1 — Presença não é sobre calma. É sobre integridade.
Existe uma ideia perigosa circulando por aí: a de que estar presente é estar sempre em paz, centrado, quase iluminado.
Isso não é presença. Isso é cenografia emocional.
Presença não exige que você se sinta bem; exige que você seja honesto.
Estar presente é parar de desertar de si mesmo quando o clima aperta. É a coragem de habitar o agora, especialmente quando o agora é inóspito.
É perceber a ansiedade sem tentar "consertá-la" como se fosse um erro de sistema.
É reconhecer a raiva sem transformá-la em martírio ou culpa.
É admitir o cansaço sem pedir desculpas por ser humano.
Quando você se força a parecer bem, você se abandona por dentro. Quando você se permite sentir o que realmente está aí — o caos, o tédio ou a fúria — você finalmente volta para casa.
A presença é um ato de integridade.
É o alinhamento bruto entre pensamento, emoção e corpo no mesmo instante — mesmo que esse instante seja desconfortável.
Não se trata de silenciar a mente. Trata-se de parar de mentir para si mesmo.
A presença começa quando você encerra a divisão interna:
Uma parte vivendo, outra se julgando;
Uma parte sentindo, outra se reprimindo.
Estar inteiro é permitir que tudo o que você é hoje entre na sala. Sem edição. Sem maquiagem. Sem fuga. E, paradoxalmente, é essa aceitação que cura.
Porque o que dói não é a intensidade do que você sente.
O que dói é a solidão de se abandonar enquanto sente.
O Convite
Hoje, renuncie ao papel de seu próprio editor. Não tente melhorar nada; apenas observe com integridade.
Em que situação você costuma se abandonar para parecer forte, funcional ou aceitável?
Onde, hoje, você pode estar mais inteiro — mesmo que não esteja confortável?
Diane Leite
Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.
Diane Leite
O Poder da Persistência
A ciência demonstra que transformações consistentes não nascem de eventos extremos, mas da repetição de pequenas escolhas ao longo do tempo. No nível biológico, a persistência ativa processos de neuroplasticidade: circuitos neurais são fortalecidos ou enfraquecidos conforme o uso, remodelando padrões de pensamento, emoção e comportamento. O que é praticado diariamente torna-se estrutural no cérebro.
No corpo, o mesmo princípio se aplica. Ajustes mínimos, porém sustentados — sono, alimentação, movimento, respiração — regulam sistemas hormonais, inflamatórios e metabólicos. A fisiologia responde à constância, não à intensidade episódica. Persistir é ensinar ao organismo qual estado ele deve considerar como referência.
Falhas não interrompem esse processo. Pelo contrário: estudos em psicologia cognitiva mostram que erros são essenciais para a aprendizagem adaptativa. O cérebro aprende mais quando identifica discrepâncias entre expectativa e resultado. Persistência não é ausência de falha; é a capacidade de ajustar a rota sem abandonar o percurso.
Do ponto de vista da física e da ciência dos sistemas complexos, organismos vivos operam como sistemas dinâmicos adaptativos. Estados internos — atenção, intenção, emoção — influenciam decisões, que por sua vez moldam o ambiente. Essa interação contínua cria ciclos de retroalimentação. Não se trata de “pensamento mágico”, mas de causalidade distribuída: estados mentais afetam comportamento; comportamento altera resultados; resultados reforçam estados mentais.
Resumo da lição: você não é um agente passivo reagindo ao mundo. É um sistema ativo, capaz de modular sua experiência ao alinhar estados internos coerentes com ações repetidas no mundo real. Persistência é o elo científico entre intenção e transformação mensurável.
Frequências energéticas: baixa vs. alta
A distinção entre frequências baixas e altas não se resume a um conceito abstrato; ela se manifesta de maneira tangível em nosso corpo e em nosso cotidiano. Frequências baixas são caracterizadas por sensações de peso, letargia, tensão muscular e pensamentos repetitivos de escassez ou culpa. Quando alguém está imerso em uma vibração baixa, costuma sentir o “coração apertado”, notar a respiração curta e perceber que situações desafiadoras parecem se acumular. Em contraste, frequências altas se traduzem em leveza, expansão da respiração, sensação de calor interno e clareza mental. Uma pessoa que vibra em alta costuma relatar uma energia que “flui” naturalmente, permitindo que oportunidades surjam sem esforço aparente. Para ilustrar, imagine duas pessoas que entram em uma reunião: a primeira chega com preocupação constante, revisando mentalmente possíveis falhas; sua energia baixa cria um campo de tensão que pode influenciar o clima da sala, gerando resistência ou desconfiança nos demais participantes. A segunda pessoa chega com um sorriso genuíno, focada nas possibilidades de contribuição; sua vibração alta irradia confiança, facilitando a colaboração e a abertura dos outros. Essa diferença não é mera coincidência, mas o resultado direto da frequência que cada indivíduo emite. Praticar a elevação da vibração, portanto, significa cultivar hábitos que aumentem a frequência – como gratidão, movimento físico, alimentação leve e pensamentos positivos – e reduzir os gatilhos que a abaixam, como ruminação negativas, ambientes caóticos ou dietas pesadas.
Ser luz...
Ser uma pessoa iluminada,
é melhorar não somente a sua vida,
mas ser luz na vida do outro.
Silenciar,
Aquietar-se; respirar...
Sair da agitação
e buscar a tranquilidade.
Silenciar, não é calar-se
Nem deixar de nada dizer...
O silêncio tem fala!
A pausa que diz tudo!
Ideias são como sementes, se não forem plantadas, não germinam, não nascem. Viram poeiras e desaparecem no ar.
Conhecimento, aprendizado intenso, não imprimem compreensão. Boas ideias sempre surgem em tempo oportuno.
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