Nao me Pergunte quem sou

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Cuide-se! A jornada começa com um primeiro passo, escolha priorizar-se. Autocuidado não é egoísmo, mas necessidade. Escute suas emoções, considere todos os seus sentimentos e seja gentil com o seu processo.

O pior para um Chefe é a solidão do comando.
Um Chefe leva fardos sozinho, não por vaidade, mas, porque às vezes o que carrega é indivisível.

Ela não foi abandonada, ela escolheu continuar.

Algo pior não torna o ruim menos ruim.

No propósito de Deus, Cristo não só é Doador de tudo o que precisamos, mas ele é tudo o que precisamos. ⁠

Nossos maiores medos habitam a mente, não o mundo real. A antecipação do sofrimento costuma ser mais intensa que a dor em si. Respire fundo, enfrente a incerteza. Você é mais forte do que imagina. A coragem nasce quando decidimos agir, apesar do temor.

A depressão
não grita,
ela pesa.
É um cansaço
que mora na alma
e finge ser silêncio.
Mesmo assim,
todo dia
eu tento ficar.

Viver
é respirar fundo
mesmo com medo.
É tropeçar
e ainda assim
escolher continuar.
Não é sobre ter tudo,
é sobre não desistir
de si.

Somente cumprir o básico, ou apenas fazer o que todos fazem, é sumir em uma multidão.
Não aceite fazer menos se queres ser reconhecido pelos seus talentos.

Eu não te tenho,
mas te sinto.
E às vezes,
sentir
já é amar
do jeito mais puro.

Mulher forte não é a que nunca cai, é a que se levanta sem perder a ternura.

Ela carrega cicatrizes, não pesos.

Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.

" Segundo Sêneca, em Cartas a Lucílio, “não é livre aquele que se inquieta por conservar o que teme perder.” Essa inquietude é a espada invisível de todos os que constroem sua paz naquilo que não depende de si: riquezas, status, controle, aprovação. O que Dâmocles aprende não é apenas o medo, mas a urgência de renunciar ao ilusório em nome da serenidade. "

TEMPO INTERIOR E O PESO DO OLHAR ALHEIO.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Há um instante na vida em que a presença do outro se torna uma espécie de espelho de profundidade. Não o espelho superficial que devolve formas, mas aquele que devolve densidades. Quando alguém se inclina para compreender aquilo que guardamos sob as camadas do cotidiano, desperta-se uma tensão antiga: reconhecer-se, permitir-se e, ao mesmo tempo, temer-se.
A filosofia clássica recorda que o ser humano é dividido entre o que conhece de si e o que evita conhecer. A psicologia aprofunda esse paradoxo ao mostrar que nossas regiões mais sensíveis raramente se revelam por vontade, mas por contato. E o contato que tenta desvendar nossas zonas obscuras é sempre grave. Há uma penumbra que pulsa, uma sombra que observa, uma quietude que denuncia o quanto somos opacos até para nós.
Essa aproximação do outro funciona como rito. Exige cuidado, lucidez e um silêncio que escuta. É antropologicamente raro e é espiritualmente comprometido, pois trata do mistério da interioridade humana. Quem adentra o território da alma alheia participa de um processo tão antigo quanto as civilizações que refletiram sobre a intimidade, a confiança e o vínculo.
E, no entanto, o verdadeiro movimento filosófico surge no interior daquele que percebe essa aproximação. A alma, antes reclusa em seu próprio labirinto, começa a se ver pelos olhos de alguém que não teme a escuridão. Isso provoca uma espécie de iluminação discreta, uma revelação que não estoura, mas amadurece.
O drama existe, mas não é destrutivo. É drama de reconhecimento. É a constatação de que somos feitos de camadas que só se revelam quando alguém se aproxima com coragem e intenção sincera. Nesse gesto repousa a grandeza da psicologia do encontro humano: a alma só se completa quando aceita ser lida.
E toda leitura profunda, ainda que assombre, sempre reacende a força que sustenta a travessia.

Que cada olhar que te alcança em profundidade te lembre de que a verdadeira imortalidade começa no instante em que alguém percebe quem você é.

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

⁠" Não tropece no que já se encontra abaixo de você. "

O problema não é a solidão, o problema é a companhia errada.


- Schopenhauer

Pode ser pela bebida, e minhas memorias, mas não sinto a vida vindo de mim.... Curioso, a parte ruim que está em mim, fala até no subconsciente.

⁠Se você não crescer, ficará cada vez menor.