Nao me Pergunte quem sou
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
A dor não avisa quando chega.
Ela não pede passagem, não explica o que veio ensinar. Apenas atravessa e, no caminho, desmonta certezas, derruba expectativas, desfaz versões nossas que já não se sustentavam. No início, a gente luta contra ela. Questiona. Implora respostas. Revira o passado como quem procura um detalhe capaz de mudar o fim. Mas a dor não negocia. E o tempo não responde. Ele apenas segue.
É nesse silêncio que algo começa a se mover por dentro.
Nada muda de repente. Não existe virada bonita, nem cura cinematográfica. A mudança acontece nos intervalos, entre um choro contido e outro, entre noites em claro e manhãs que chegam sem prometer nada. A dor vai afinando o olhar, desacelerando o coração, quebrando a pressa de ser forte o tempo todo.
Sentir dói, mas não sentir custa mais caro.
Porque é no excesso de sentimento que moram a coragem, a entrega e a verdade. Não há fraqueza em sentir fundo. Há humanidade. Há risco. Há vida.
Com o passar do tempo, aquilo que era ferida aberta começa a fechar. Não some, transforma. Vira marca, vira memória, vira aprendizado silencioso. A cicatriz não grita mais, mas conta histórias. Lembra que fomos frágeis e ainda assim seguimos. Que acreditamos em promessas que não ficaram, mas não deixamos de acreditar no amor. Que nos perdemos e mesmo assim encontramos outros caminhos de volta, ainda que levassem a versões diferentes de nós.
Depois da dor, o mundo muda de tom.
A gente passa a enxergar valor no que antes parecia pequeno. Um abraço que não exige explicação, um olhar que permanece, um silêncio que acolhe. Aprende a não mendigar presença. Aprende a não ficar quando não há verdade. Aprende a ir quando o coração já disse tudo. Isso não é frieza, é maturidade. É entender que nem tudo que machuca precisa ser resolvido. Algumas dores só pedem espaço para existir.
Sentir continua sendo o centro de tudo.
É o que dá densidade ao amor, profundidade à saudade e sentido ao tempo. E o tempo não apaga, ele ensina. Ele suaviza o desespero, transforma ausência em lembrança e dor em sabedoria. Quando percebemos, já não somos os mesmos. O que antes feria, agora orienta. O que quebrava, agora molda. O que partiu permanece apenas como parte da história, nunca como o final.
A dor não vem para nos destruir, apesar da aparência.
Ela vem revelar forças escondidas, camadas que só emergem quando tudo parece ruir. E quando o barulho interno finalmente silencia, a gente entende, com calma e verdade.
Sobreviver ao que um dia achamos que não suportaríamos é uma das formas mais bonitas de continuar vivendo.
Os piores pesadelos não acontecem quando fechamos os olhos, mas quando precisamos abri-los e encarar a realidade.
Eles não se dissipam com o despertar, pelo contrário estão ali, imponentes diante de nós exigindo coragem, escolhas e renúncias, mesmo tremendo por dentro.
Eles se escondem nas decisões difíceis, nas perdas inesperadas, nas verdades que preferiríamos não ouvir.
A diferença é que, acordados, não há como fugir deles ao despertar, e enquanto os sonhos ruins da noite se desfazem com a manhã, os pesadelos da vida real permanecem, testando nossa força, nossa paciência e nossa fé à luz do dia.
Eles não podem ser simplesmente evitados, mas precisam ser enfrentados.
E é nesse confronto, doloroso e inevitável, que descobrimos o quanto somos maiores do que aquilo que nos assombra.
São aqueles momentos em que não podemos simplesmente fugir ou esperar que passem, mas sim respirar fundo, sustentar o olhar e atravessar.
E, ainda que doam, são esses pesadelos vividos acordados que nos mostram do que realmente somos feitos.
Se não fosse o cuidado e o direcionamento de Deus, eu já mais teria suportado as armadilhas do homem mau
A verdadeira questão não reside nos problemas em si, mas na maneira como os percebemos e interpretamos.
Sem evangelização vigilante, a sentinela permanece ineficaz; não há crescimento possível para a Igreja sem o trabalho árduo e a perseverança na fé.
Se você não tem certeza do seu propósito divino, com o tempo você se acomodará, mas se deixar que Deus habite em você rendendo-se à Sua vontade, Ele o levará ao lugar certo, no tempo certo.
Somos a expressão máxima da obra-prima de Deus,o milagre sublime já concebido na terra.Não há obstáculo que possa limitar quem tem dentro de si a chama da fé e a determinação inabalável de seguir o propósito divino.
Não dependa de aplausos para se levantar. O sol nasce diariamente, independentemente da plateia. Faça o seu melhor dentro das suas possibilidades e permita que Deus celebre com você suas vitórias.
Deus não está apenas no controle, Ele é o controle. Confie na Sua estratégia, mesmo quando você não entender o caminho. Ele está moldando você para algo maior e melhor. Acredite que Ele está trabalhando a seu favor e que Seu plano é perfeito.
Confie em Deus na sua vida. Ele é o autor do seu destino e sabe exatamente o que está fazendo. Não permita que a dúvida e o medo o desviem do caminho. Acredite que Ele tem um plano perfeito para você e que tudo irá dar certo no final. Você não precisa ter todas as respostas, apenas precisa confiar no Guia.
As palavras por mais falsas que sejam, não têm poder de lesar, desde que não lhes conceda crédito; a verdadeira sabedoria reside no discernimento e na prudência.
Aqueles que não têm clareza em seus objetivos, ao se depararem com o valioso, muitas vezes se encontram desprovidos da sabedoria necessária para aproveitá-lo, pois a falta de direção pode transformar a oportunidade em perplexidade.
A razão humana é frequentemente assediada por circunstâncias contextuais que, embora não possam ser rejeitadas, tampouco podem ser resolvidas unicamente pela força da vontade, revelando assim a complexidade e a fragilidade da condição humana.
A ética da gratidão não se apresenta como um estatuto que nos impõe a obrigatoriedade de sermos felizes, mas antes se revela como um convite a cultivar a virtude, tornando-nos assim dignos de acolher a felicidade como uma hóspede convidada.
Não há virtude tão robusta que se possa considerar imune às seduções e aos desafios do mundo, pois é na própria fragilidade que reside a oportunidade de crescimento e de transformação.
Jamais teremos a certeza de que o medo não prevaleça sobre a razão e a coragem, pois estas são virtudes que se cultivam no âmago da alma, e não se comparam em termos de suficiência, mas sim se vivem em cada escolha e em cada circunstância.
Se o café não faz parte do seu ritual, respeito sua escolha; contudo, se o desdenha, talvez seja um sinal de que novos desafios aguardam por você.
A saúde e a segurança permanecerão estagnadas se não revisitarmos os alicerces da sociedade. A educação emerge como o pilar fundamental para o progresso nacional; sem uma educação eficaz, a sociedade permanecerá refém do infortúnio da penúria intelectual.
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