Nao me Pergunte quem sou
Promessas pra quê?
Se ninguém compra, ninguém acredita, ninguém sustenta.
A vida não aceita cheque sem fundo,
ela cobra — e cobra caro.
Com juros, correção, e sem prazo de carência.
Cada palavra dita sem ação vira dívida.
Cada sonho abandonado vira cobrança.
E quando o boleto chega, não adianta fugir:
a vida é credora implacável,
ela não esquece, não perdoa, não atrasa.
Então, que se fale menos e se faça mais.
Porque promessa não paga conta,
mas atitude constrói futuro.
Não faço propaganda dos livros que li e nem dos que escrevi. Livros são como pessoas que cruzam nossos destinos. Alguns nos acompanham, outros envelhecem na estante do esquecimento.(Walter Sasso)
Aprendi que a não-ação é mais avassaladora que a ação, o silêncio é mais contundente que palavras e que a nossa habitação é o olho de um ciclone.(Walter Sasso - autor do livro Tsuru Li Tai chi chuan).
O introvertido não é tímido. É um ser que precisa de silêncio para ouvir seus próprios pensamentos.(Walter Sasso)
Qualquer lugar, onde quer que você esteja, um paraíso, o céu. Se você não tiver a liberdade para partir tornar-se-à um inferno.(Walter Sasso)
Não me venha com exagerada euforia em suas congratulações, se é, por causa de uma data específica essa sua exagerada gratidão.
Prefiro a calma em nos reconhecermos com sabedoria!
“Aprendi que não vencemos nossos demônios — apenas os acomodamos no pensamento para que não façam barulho.”
Na Trindade não há vaidade. Há unidade. Vemos que aquilo que o Pai pede o Filho não retruca e o Espírito não murmura
O amor verdadeiro não é estático — ele respira, se expande, se refaz.
Aceitar mudar para melhor é reconhecer que até nas quedas há sementes de transformação.
Quando caímos na poeira, não é apenas o corpo que se marca, mas o chão que guarda nossa história. Cada cicatriz no cenário é um testemunho de que a rotina foi quebrada, que o antigo se desfez para dar espaço ao novo.
O amor, então, é essa força que não teme o impacto da queda. Ele recolhe os fragmentos, reorganiza o caos e constrói beleza onde antes havia ruína.
É no pó que se levanta a esperança, é no chão marcado que floresce a coragem de continuar.
Em outras palavras: o amor não é só suavidade, é também resistência. Ele aceita mudar porque sabe que a mudança é o único caminho para permanecer vivo.
Eu não estou perdido, nem à deriva, para que tua mudança me desloque ou me afaste da evolução.
Meu amor, somos feitos de transformações súbitas, mas nunca de rupturas radicais.
Somos o sopro da vida que se reinventa, o fogo que aquece sem destruir, a corrente que flui sem aprisionar.
Que a tua mudança não seja muro, mas ponte.
Que ela não seja pausa, mas impulso.
Que cada passo teu edifique não apenas o instante, mas o caminho inteiro das nossas vidas vividas.
Pois amar é aceitar o movimento, é dançar com o inesperado, é reconhecer que a beleza está na construção contínua.
E se somos feitos de mudanças, que sejam elas sementes — germinando futuro, fortalecendo raízes, iluminando o presente.
De que vale a vaidade, se no caixão não há espaço para tantas extravagâncias?
Pra que tanta ambição e avareza, se no caixão não existe cofre nem gaveta para guardar os bens acumulados por toda uma vida?
A arrogância, a ignorância e a brutalidade podem dominar este lado da existência, mas do outro lado reinam o vazio e o silêncio — e eles não vivem em guerra.
Vaidade. Ambição. Luxúria. Orgulho. Ignorância. Fiação frágil que se desfaz por aqui.
A riqueza pode alcançar os cantos mais distantes da terra, mas quando a morte chega, nem a roupa do sepultamento será escolhida por quem partiu.
Tudo é empréstimo por pouco tempo.
O corpo será devolvido ao pó.
O espírito retorna ao Criador.
Porque, no fim, nada nos pertence — tudo é de Deus.
Eu não posso conter teus pensamentos dispersos e levianos,
despidos de afeto, atenção e cuidado.
Assim como não posso partilhar contigo
as escolhas sem rumo que te consomem.
Não me uno a ideias que clamam pela minha ruína.
São teus — pensamentos em decomposição,
não meus.
Antes que me expulsem da tua vida de conflitos,
suplico piedade:
apaga-me da tua memória,
risca-me dos teus devaneios impuros.
Que permaneçam contigo os caminhos extraviados,
sem horizonte,
onde não há respeito,
nem gratidão,
nem atenção.
Sê verdadeira, ao menos em teus delírios
efêmeros, descontrolados, sem raiz.
Não me arrastes para o pântano
onde teus pensamentos jazem adormecidos, enredados no caos.
Imploro:
até em teus pensamentos,
apaga minha existência.
Deus que divida é essa que tu me cobrar tanto?
Eu não sei mas em ti confio só peço que console meu pranto!
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