Nao me Pergunte quem sou
Mil coisa acontecerão a minha volta,
mas, se o meu pensamento não estiver
focado no meu bem,
nas escolhas boas que eu faço,
acabo me desprendendo do meu ideal,
e quando eu percebo o dia já chegou ao final.
Não devemos perder o nosso dia
com pequenos aborrecimentos.
Devemos aproveitar essa nova
chance que
Deus nos deu, com alegria
e agradecimento.
Não, não existe um pote de ouro do outro lado do arco-íris.
Mas existe à felicidade quando enfrentamos a tempestade com confiança, determinação e coragem.
A amizade sincera não pede espetáculo nem jura eternidade; ela se revela no gesto discreto de permanecer quando o brilho cessa e a alma se mostra sem ornamentos. É rara porque não deseja salvar, corrigir ou competir — apenas testemunhar. E, num mundo viciado em plateia, ter alguém que veja sem invadir e fique sem possuir é uma das formas mais silenciosas de amor.
Há dores que persistem não por falta de superação, mas por excesso de silêncio. O que não encontra palavra desce, infiltra-se, organiza-se em hábito e passa a governar o ser por dentro. Quando a consciência ousa escutar o que foi empurrado para o fundo, algo se desloca: a dor deixa de ser tirana e torna-se mensageira — severa, mas justa.
Se você também sente algo — mesmo que seja uma fala venha conversar. Não peço promessas imensas, apenas presença honesta: um encontro, uma carta, um telefonema. Se não houver retorno, guardarei o que restou com gratidão; se houver, prometo escutar antes de falar, cuidar antes de julgar, e tentar, com toda a paciência que me resta, reconstruir o que for possível.
Aprendi tarde
que algumas coisas não se resolvem,
se largam.
Que nem todo peso é meu
só porque coube na minha mão.
Que sustentar demais
também cansa a alma.
Fui ficando
onde o barulho parecia compromisso,
onde o choque parecia trabalho,
onde aguentar virava virtude.
Mas o corpo avisa
quando a ligação queima.
E a paz começa
no ponto exato do desligar.
Não fiz discurso.
Não bati porta.
Soltei como quem entende
que insistir é outra forma de queda.
O mundo continuou
sem pedir minha opinião.
E, estranhamente,
funcionou.
Hoje caminho mais leve,
não por ter menos passado,
mas por não carregá-lo
como dívida.
Soltar não é ir embora.
É ficar inteiro
no lugar certo.
Não escrevo para culpar nem para exigir o que não tenho. Escrevo porque a verdade cabe melhor no papel do que no silêncio: eu tenho falta de nós. Sinto falta de dividir o trivial e o extraordinário. Se o amor mudou, que seja para melhor, talvez possamos aprender a reconhecê‑lo outra vez, com outras palavras divididas, outros gestos positivos, sem pressa na caminhada e sem medo de errar até acertar.
O amor não se extinguiu, apenas se reinventou.
Se antes era chama que ardia em palavras,
hoje é brisa suave que repousa na lembrança.
Ele não se perdeu no silêncio,
transformou-se em música secreta,
que toca dentro de nós quando fechamos os olhos.
É jardim que floresce na memória,
onde cada instante vivido é pétala guardada,
e cada esperança é semente pronta a nascer.
Assim, o amor não é ausência,
mas presença delicada,
um espaço luminoso onde o que fomos
se encontra com o que ainda podemos ser.
A brandura da palavra remete ao coração, mas o coração é de uma complexidade que não podemos entender devido ao fator físico. Algumas vezes, experimentamos o lapso de entender o nosso coração. Isola-te do mal em tua vida, pois o mal já está em queda e arruinado. Exalta-te na glória de Deus, pois Ele a compartilha com Seus amados filhos. Feliz é aquele que é filho de Deus.
Tracei rotas para cruzar horizontes juntos, mas o vento soprou sobre caminhos que não haviam sido desenhados.
A existência plena não se mede pelos sinais exteriores de aprovação, nem pelos prazeres efêmeros que a aparência valoriza, mas se revela na congruência silenciosa entre consciência, lembranças, escolhas e o discernimento das verdades que o mundo, apressado e superficial, insiste em mascarar.
À minha rainha eterna
Mesmo ausente, ainda és presença.
Não te vejo, mas em cada lembrança habitas inteira,
como se o tempo não ousasse apagar-te
da luz que deixaste em mim.
Em teu silêncio, aprendi que a ausência não é vazio,
mas um território sagrado onde o amor se expande.
Cada lágrima que surge é um espelho da beleza que foste,
cada suspiro é o eco da eternidade que habitas.
Tu és o meu instante mais verdadeiro,
a memória que me sustenta
quando o mundo pesa e as cores parecem desvanecer.
E mesmo que a saudade me arranque lágrimas,
sei que amar-te é tocar o infinito
sem jamais perder-te.
Minha rainha, minha luz, meu grande amor,
a tua essência não se mede em dias,
mas em cada batida, em cada pensamento que me habita.
Em ti, aprendi que o amor é resistência,
e que lembrar não é sofrer,
é reconhecer que o que é verdadeiro nunca morre.
"Ás vezes as pontes não cruzam os rios ...sao simplesmente parênteses
segurando memórias...na paisagem "
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