Nao me Pergunte quem sou

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Não importa o quanto nos achamos fortes, um dia todo mundo sucumbe aos sentimentos..

Não gosto de ir a sepultamento.

Não gosto de ir a sepultamento,
Porque não suporto o fingimento dos filhos e parentes, quando ouço a lamúria, dá vontade de vomitar em cima dos hipócritas que fingimem ao falecido amar.
Teve oportunidade, nunca abriu o coração para dizer ao falecido: "eu te amo, meu irmão".
Do mesmo modo acontece com os seus genitores, jogam nos abrigos e nunca vão visitar; mas quando a morte os levam, os miseráveis se põem a chorar.
Por esse motivo não vou a sepultamento, pois meu coração não suporta tanto fingimento.

Do que se trata viver?


Viver trata-se de entender a própria dor, para que assim não se atinge os males e socos que o mundo nos dá.


Se trata de viver sabendo que valerá cada segundo o dedicado no que estamos fazendo.


Saber que, de uma hora ou outra não veremos os rostos que estamos assimilarizados


Morrer, sabendo o que foi viver.

"⁠Os povos não são escravos porque obedecem, mas porque confundem a voz de seus líderes com a própria consciência; e assim, aclamam como virtude o que não passa de hábito de submissão disfarçado de esperança."

O bom profissional muitas das vezes não está no grau de conhecimento que o mesmo possui, e sim na coragem e persistência que define a vontade de tentar mais uma vez.

⁠Eu não estou melhor que você, você não está pior que eu, você só está do lado daí e eu do lado de cá.

Eu não sei o que fazer com tanta dor.

Você não é o Centro das Atenções de Deus e nem do Universo.

Não é somente focar no foco único mas na excelência do serviço e até onde ter equilíbrio e sanidade mental de se fazer mais de uma tarefa.

“Meu amigo falando pra não ligar pro que os outros pensam… enquanto mede a vida pelo número de likes.”

“Sabe quando você percebe que o motorista não tá indo pro mesmo destino que você…?”

Não rezo pedindo a Deus que me cure os sentimentos internos.


Se não os houvesse, o que seria de mim sem meu amor por ele?


Não rezo pedindo a Deus que mude o coração, os pensamentos…


Constantemente eu peço que leve a resposta a tudo aquilo que ele ainda não decifrou.


Meu coração não cabe pouca coisa, e eu não sei ser pequena por dentro.


Sou nova, mas penso em centenas de sonhos.


Me casar, ser mãe…


Eu, como qualquer outro ser humano, também tenho minhas dúvidas.


Mas, devo me lembrar que a constância não é pra qualquer um.


Já furei a bolha. Já quis deixar de sonhar alto por medo da solidão, às vezes até da felicidade em excesso. Medo dos meus sentimentos em excesso.


Ele me jogou em um turbilhão de emoções onde eu aprendi como lidar com todas elas, junto dele.


Eu aprendi a lidar com a enfermidade, aprendi a lidar com a calma, com a paciência na espera, até com a dor da incerteza…


Mas, se eu tivesse que listar, citando todas as vezes que ele me fez sorrir… não existiria papéis o suficiente no mundo para escrever tudo.


Ele me faz sonhar e respirar.


Hoje eu tive a certeza que ele carrega as minhas felicidades com ele. E eu o agradeço muito por isso.


Vou sentir falta quando acabar

Ler e estudar não é opcional é obrigação, ter o pensamento crítico e uma Fé Racional é obrigação, tudo envolve a Ciência Secular e informações analíticas, nada é pela emoção barata.

A grandeza não está no que se mostra, mas no que se conquista em silêncio. O tempo revela o que o esforço constrói.

Não há contradição com a existência do objeto a priori; o que existe é uma expansão do sentido.

A interpretação não apenas revela o objeto, mas cria o próprio sentido da coisa em si.

Sobre o livro que escrevo... "Este livro não é um guia de conforto, mas um mapa para a verdade. Sua jornada exigirá que você confronte e desmantele a fantasia da realidade na qual você vive. Se você se sentir perdido no Vazio que precede a criação, lembre-se: o Nada é apenas o silêncio fértil onde a sua Visão Abstrata tece. A Desintegração não é o fim, mas o preço da entrada para a Amortalidade."

À Mulher de Fogo e Símbolos


És rito e renascer, não simples carne,
És brisa e chama, e o verbo que desperta;
Tua pele ,mapa antigo guarda em tarde
Os segredos que a lua, em ti, desperta.


Pagã, não por negar, mas por sentir:
Crês no vento, no toque, no instante.
Em teus olhos, o sol vem redescobrir
O que o mundo esqueceu .o vibrante.


Tens tatuada em ti a própria história,
Runas e flores, feras e destino;
Cada traço é canto, dor e glória,
Códice vivo do teu desatino.


E eu, mero homem, que em ti me perco,
Busco o mistério que em ti reside;
És templo e tentação, caos e berço,
A chama antiga que o tempo divide.


Se um dia fores minha por um segundo,
O mundo em ti caberá inteiro;
E serei, não dono, mas o fundo
Eco do teu riso verdadeiro.

Bom dia...
Boa trajetória...
Que não seja ventania,
Mas sim, a brisa suave da vitória...

CONQUISTA


E eu estou ainda por aqui.
Não desembarquei do envelope.
Viajo lentamente, enquanto observo quem me ultrapassa a galope.
E, entre um minuto e outro, já nem sei se eu estou viajando — ou se a viagem sou eu.
Onde estaria o que de fato criei, para chamar de meu?
Porque, a cada frame que passa, menos certeza tenho dessa ideia de conquista.
Não que eu seja perfeito: de defeitos, tenho uma lista.
Também nunca me faltou bravura — nem no ringue, nem na pista.
Eu não sei chegar sozinho; minha vista é altruísta.
E, ainda que só, eu quisesse chegar… seria uma mentira. Eu posso explicar.
Na verdade, eu nem sei se realmente saí.
Pois, ao me ver em busca de coisas novas,
parece que fiquei. E gostei.
Ou talvez eu fui e voltei. Não sei.
E essa é a minha maior alegria: não me completar.
Sim.
Se eu já tivesse chegado, talvez, o restante da minha viagem fosse a dor mais angustiante que teria.
Ao passo que tenho muitas. Algumas de longos dias. Mas todas bem administradas.
E o tempo — que para muitos é um tormento — se assustou em me encontrar viajando para dentro.
Foi a principal estação onde parei, fiz faxina, entrei em guerra e venci.
O meu maior inimigo: eu.
Depois de me reconciliar comigo,
fui apreciando o belo que em mim foi feito, mas que eu desaprovava.
E, admirado de meu estado de maturação interpretativa, tive certeza.
Depois tive dúvida.
Ainda deu tempo de sentir na pele a volta da minha humanidade.
Esta esteve endurecida.
Mas, a dádiva do servir a emudeceu —
para não julgar, para não comentar,
apenas para dirigir.
E eu, que achava que poderia chegar,
me vi levando outros de carona.
A viagem para dentro de mim,
ao invés de me dar um mapa,
me deu pessoas, responsabilidade, serviço, deontologia.
E um sentimento de complétude sem completar.
Mas eu, sobre mim?
Parece que não vai dar.
Pois, até aqui ou ali, não cheguei.
Na verdade, eu, de mim mesmo nunca cheguei —e, se estou em algum lugar,
tenho plena certeza de que fui sempre conduzido.


Sérgio Júnior