Nao me Pergunte quem sou
Se sou amado,
quanto mais amado
mais correspondo ao amor.
Se sou esquecido,
devo esquecer também,
Pois amor é feito espelho:
-tem que ter reflexo.
Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,
E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos...
Nota: Versão adaptada do "Soneto LXIX" de Pablo Neruda
Tento ser uma mulher, mas sou uma menina. Tento ser simples, mas sou complicada. Tento ser resolvida, mas sou mal resolvida. Tento sentir dor, mas não consigo. Tento sorrir, mas também não quero. Tento ser o que eu não sou, não sou feliz completamente mas também não sou triste intensamente. Sobrevivo contando os dias, mas odeio o relógio. Sou confusa. Guardo nossa história em uma caixa de madeira, com um cadeado rosa que há impressão que lá, ela estará segura, bom, pelo menos, por enquanto.
Autorretrato em Palavras
Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.
Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.
Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.
Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.
Pensam que sou louca, mas loucura mesmo é acreditar que o certo é viver calada, engolindo o que dói, fingindo o que não sou. Minha lucidez está em me permitir sentir — e isso, poucos entendem.
Sou um pedinte perdido no vale sombrio, lugar onde meus sonhos são assombrados por abantesmas que brotam de minha mente conturbada.
Porque você me deixou aqui para queimar?
Sou muito jovem para estar tão machucada
Me sinto presa nos quartos de hotéis
Olhando para a parede
Olhando as feridas e estou tentando fechar todas
ESSE SOU EU...
Sou desse jeito, meio louco, meio normal, as vezes chato e as vezes legal.
Sou carinhoso romântico, apegado, gosto de agradar, mas também sou safado, atentado e gosto de brincar.
Sou meio desastrado, mas quando preciso presto atenção, sou meio família e sou muito coração.
Gosto de coisas simples, mas as vezes é bom extravasar, sempre sorrindo e parecendo forte, as vezes tem coisas que me fazem chorar.
Parece que sou bipolar, estou bem e de repente estou ruim, ser ser bom mas também sei ser mal.
A noite a saudade vem e as lembranças tomam conta de mim, fico imaginando mil coisas e sonhando alto.
Na madrugada sou safado, gosto de provocar, se eu tiver alguém quero a a madrugada toda para amar.
Pela manhã sou meio lesado, um pouco desastrado, mas faço meus planos pra logo praticar.
A tarde me dedico ao que quero e faço acontecer, esperando conquistar antes de anoitecer.
Sou uma pessoa de fases, mas agora não sei em qual fase estou, as vezes me sinto perdido e penso que ninguém me ama, logo estou bem gostando de alguém e fazendo de tudo pra dar certo, imaginando que vou ser amado para o resto da vida.
Sou uma pessoa indecisa, mas quando quero sou decidido, quando gosto vou atrás, quando sofro, sofro em silêncio, quando amo, me entrego e me jogo de cabeça.
As vezes não sei quem eu sou, mas sei o que quero, não sei onde vou, mas sei para onde quero ir, não sei quem eu amo, mas sei quem eu quero amar, não sei quem me ama, mas sei quem eu quero que me ame.
Sou uma pessoa de duvidas e incertezas, gosto de me jogar de cabeça, mas tenho medo do que pode acontecer.
Esse sou eu, meio malicioso, mas as vezes inocente, tenho pureza no coração mas quando quero sou indecente, quente e não reconheço minha mente.
Esse sou eu...
Eu converso sozinho, me pergunto e me respondo, me machuco e me perdoo, sou meu melhor amigo, as vezes pior inimigo, não existe ninguém que me suporte mais do que eu mesmo.
eu sou uma ótima cia pra mim quando eu sou capaz de estar me reinventando pensando no que eu preciso fazer de melhor
Queria fazer você sentir tudo o que você me faz sentir. O quanto você me faz bem e o quanto sou dependente de você, até mesmo do seu silêncio. Quem sabe um dia você perceba o tamanho do amor que sinto por ti. Ou talvez perceba só a metade. Porque todo esse amor é meio grande demais para ser visto apenas com dois olhos. A distância não se compara a nada, me apeguei ao teu jeito. E a cada dia te sinto aqui. Percebo meu amor por você por culpa da sua capacidade de me deixar com um sorriso apenas por ler um ‘Oi’ seu. Você tem o poder de me fazer sorrir, de fazer eu me sentir bem. Você tem o poder de fazer eu te amar. Só quero que isso nunca se perca, que você nunca se esqueça de mim. Porque eu te amo demais, e nunca vou esquecer de você.
Sou uma fortaleza.
Sem colunas para me sustentar.
Possuo um interior confuso e bagunçado, repleto de rachaduras, algumas dessas, até já foram reformadas pelo tempo, mas as lembranças insistem em reabri-las.
O chão, por muitas vezes me falta, confesso.
O teto, dia após dia teima em se despedaçar e desabar sobre meus ombros já cansados.
Mas minha fachada, esta sim me enche de orgulho, com seus muros de rocha bruta, sempre enfeitada com um lindo sorriso e muito iluminada com o brilho dos meus olhos.
Eu sou assim: sem "meio termo", sem "porquês", sem "mais nem menos", ou "é" ou "não é", não tem meia estrada e nem rodeios. Não sei fazer nada pela metade, nem de qualquer jeito, não sei amar um pouco, não sei ser "meia amiga", não sei dizer MEIA VERDADE. Sou o que sou, assim, simples, verdadeira, intensa, sou como o vento que passa e registra sua presença. Priscilla Rodighiero
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