Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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Traga teus abraços para os meus braços,
traz o teu carinho pro meu aconchego.
Cadê teus beijos quentes, molhados — estão longe de mim.
A tua ausência faz falta; a tua lembrança extrapola.
Cadê o teu cheiro que não mora em meus pulmões.

Por onde andará você — mulher, rainha do meu desejo?
Onde vagueia neste mundo.Envie um sinal,
um sopro de vida que permita ao universo conspirar a nosso favor.
Onde subirem as fábricas da fumaça, lá estará o fogo,
a chama viva que não se apaga esperando o amor regressar.

Quer o meu abrigo nas horas frias, quer o meu corpo contra a tua solidão;
mas pedes o meu amor como quem pede calor — sem saber acolher o coração do outro.

Por que medir o meu regresso com um passado já esquecido? Dias melhores sempre virão para quem busca um futuro feliz, abençoado pela graça do Criador.

Meu amor, minha vida, minha paz… felicidade, alegria, bondade e carisma. Eu preciso estar ao teu lado. Você é a companheira fiel, justa e meiga, que suporta meus costumes, manias e defeitos, e ainda assim me acalenta, olha nos meus olhos e diz: Eu te amo. Sou grato por você existir e fazer parte da minha vida.

O teu amor é meu, e o meu olhar é teu. Nossas memórias vividas, palavras bem ditas, formam uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.

Ao nosso amor: o teu amor é meu, o meu amor é teu. Em nossas vidas cruzadas, em memórias vividas e palavras bem ditas, ergue-se uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.

Se Você Estivesse Aqui


Se você estivesse aqui
Eu contaria, detalhe por detalhe
Do meu sonho – aquele
Em que nós dois pudemos estar juntos


Acordei com teu cheiro
Invadindo meus pulmões
Sem saber ao certo
Onde ficaram meus pensamentos
Quando despertei sem você


Na próxima vez que vier
Aos meus sonhos, oh feiticeira linda
Venha vestida de magia
Deliciosa depravada extravagante devastadora


Prepara-te, mulher encantadora
Perfeição do Criador
Pois, na próxima vez que vier
Viveremos um só amor.

Foi você quem envenenou minha vida,
quem abalou meu juízo — já frágil de nascença.
Mulher ardente, escandalosa, insolente e devastadora,
sensual rainha do meu ser.Teu feitiço rompeu minha timidez
e me revelou o doce abrigo do teu acalanto.
Bruxa encantadora,
tua extravagância me conduz
ao paraíso da felicidade plena.

Roubaram minha infância com mentiras, enganos, ilusões,
escravizaram meu mundo, deixando-o em desilusões.
Hoje, nada restou, só a continuidade do mesmo ciclo,
um sistema podre, repetitivo, envolto em um véu de brilho artificial.
O mundo não mudou, o sistema insiste em sua prisão real camuflado em beleza morta,
e o povo, manchado, mergulha no pântano da decomposição.

Descobri que fui prisioneiro de mim mesmo —
cativo do meu ódio, da vaidade, do orgulho, da ambição,
preso por desejos que nunca foram verdadeiramente meus.
Nesse labirinto, esqueci de viver o melhor da vida:
a plenitude do amor que habita em mim.

Foi você quem destilou veneno na minha existência,
quem sacudiu meu juízo — já frágil desde o berço.
Mulher ardente, escandalosa, insolente e devastadora,
rainha sensual que governa meu ser.
Teu feitiço rasgou o véu da minha timidez
e revelou o doce refúgio do teu acalanto.
Bruxa encantadora,
tua extravagância me arrasta
ao êxtase de uma felicidade absoluta...

Ela iluminou meu caminho em silêncio, guiando cada passo com uma suavidade única.
Agora, deseja apagar essa luz — e eu entendo, é seu direito.
Só peço que espere eu chegar em casa, para que eu possa acender a minha própria luz.
Depois disso, pode partir.
Obrigado por toda a atenção, e pela claridade que me deu quando eu mais precisei...

Devastaste meu corpo — despojado e frágil em tua presença.
Chicoteaste minha pele em brasas vivas,
e depois, com ternura, a acalentaste.
Teu fogo é bálsamo feroz e redentor,
resgatou-me da solidão,
abraçou-me em teus braços firmes e sinceros.
A carência que me consumia
rendeu-se aos teus beijos molhados de prazer.
Renascido em novo ser,
guardo em mim tua marca:
felicidade, alegria, emoção.
Ressuscitaste-me no instante exato
em que o desejo quase se apagava.
Antes de ti, eu vivia morto,
soterrado na desventura do fracasso.
És feiticeira bela, de toque angelical;
amante do amor, vivente do amar.
Bruxa selvagem, indomada,
rendo-me à tua nobreza
que só me faz bem.
Tu és o crisol da minha ternura,
a chama que dá sentido à minha vida,
o amor que quero viver
por toda a eternidade na vida vivida.

Sempre gostei de ti — e você sabe. Está no meu olhar, no cuidado que dedico a você, no carinho que escapa, involuntário, em cada gesto meu.
Quando te abraço, o calor que emana de nós desperta um desejo atrevido, que se perde no delírio do toque da tua pele quente.
É uma magia ousada — um amor maduro que insiste em renascer no coração que já não sabe ser discreto.
A fome não espera, não negocia.
Você sente: esse desejo que tenho por ti é intenso, inquieto, quase selvagem.
Cada gesto, cada atenção, clama pelo teu aconchego — pelo toque que dá forma a essa vontade que flerta com o proibido.
Não sei dizer se é amor ou apenas o devaneio de um corpo iludido, sedento por pecados e fantasias.
Mas sei que, mesmo à distância, esse sentimento não se apaga.
Não complique o que o coração já decidiu: eu te amo.
E é essa fome crua de te querer que mantém meu espírito em chamas..

Onde você estava, mulher, vem me oferecendo um amor irregular
quando meu coração ainda pulsava alegria,
quando havia sol nas manhãs e sede de futuro?
Agora vem me ofertar um amor
enfurecido e envelhecido —
aquele que outros já rejeitaram,
como se eu fosse abrigo para restos de paixão?
Não sou museu, nem curva esquecida no fim da estrada;
não sou vitrine de memórias quebradas,
nem depósito de sentimentos em ruínas.
Não me trate como ferro-velho de afetos.
Não faça isso, baby.
Não há espaço em mim
para abrigar o que foi descartado,
o que chega tarde,
carregado de ferrugem e arrependimento.
Acredite:
nem mesmo em túmulo vazio
há lugar para um amor
que não soube chegar quando era tempo,
que não soube florescer quando havia primavera.
O que vem agora,
vem como sombra,
como eco de um grito que já não me alcança.

Há em ti, bela mulher, uma essência que transcende o alcance do meu olhar.

Há um universo em você, que vai além do meu olhar, mistério de luz e magia que meus olhos desejam ver.

Que tolice imaginar que eu, em plena consciência do meu valor, vá implorar, suplicar ou mendigar aquilo que você não possui — nem em gestos, nem em essência — para me oferecer.
Mulher, és uma dádiva do Criador: meiga no trato, educada nas palavras, sincera no olhar, verdadeira nas intenções, justa nas atitudes e acolhedora como o abrigo de um lar.
Eu te enxergo além do que meus olhos alcançam — vejo tua alma, teus silêncios, tuas luzes e sombras.
Mas, ainda assim, não me permito sofrer,
porque aprendi a não esperar de quem não está disposto a doar.
Não é orgulho, é respeito próprio.
Não é indiferença, é liberdade.
E nessa liberdade, sigo em paz,
sabendo que o amor, quando verdadeiro, não se implora compartilha em simplicidade.

O meu amor por ti é fiel, justo e verdadeiro; nasce da pureza do meu coração e cresce a cada instante como uma chama que nunca se apaga. É um amor que não conhece limites, que se mantém firme estável diante das dificuldades e que floresce na alegria dos nossos dias. Em ti encontro paz, esperança e razão, e é por isso que te amo com sinceridade, lealdade e intensidade, hoje e sempre.