Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito
O seu coração
feito girassol
se voltou para o Sol
do meu amor,
E o meu coração
feito girassol
se voltou para o Sol
do seu amor,
Celebramos hoje
infinitamente
o campo de girassóis
do amor da gente.
O meu coração está com as crianças que estão sendo vítimas de guerra, com as crianças presas por regimes políticos atrozes, com as crianças vítimas de desastres naturais, com as crianças em condições humanitárias terríveis porque o Ocidente bloqueou os países delas e com as crianças do nosso Estado de Santa Catarina e do nosso Brasil.
Feliz Páscoa para todos nós com votos que a Humanidade se comprometa por uma infância saudável para as crianças do mundo inteiro, pois o nosso futuro depende que elas tenham futuro!
Só de te ver o meu
coração entra em Retumbão,
Dessa vez nós vamos
encontrar com a Marujada
no meio do estradão,
Dançando ao até o Sol raiar
e o amor nos encontrar
com o balanço deste oceano
de desejos a nos inundar,
Está escrita a poesia nas estrelas
que você já me adora,
vai me amar e se enredar.
Enquanto a música tocava,
eu dançava a Chula Marajoara
com as moças da cidade,
o meu coração você encantava
com a sua flauta mágica,
o amor sublime nos guiava,
o seu olhar tonto e fixo
no rodopiar da minha saia
escrevia o destino que nenhum
dos dois imaginava que
a intuição com o teu primeiro
sopro doce me antecipou.
Mais veloz do que
a Dança do Tambor
é a Súcia que eu vou
dançar com o meu amor.
Com meu suçador
serei boa suçadeira
dançarei a noite inteira,
e não estou de brincadeira.
Quando chegar a Jiquitaia
sem despedida do meu amor,
de mãos dadas iremos
para onde só nós sabemos.
Do centro da roda do Bambelô
ouvi você batucando,
eu tenho certeza que é amor,
Meu bonito Zambê,
O Bambelô tem o DNA
do Coco e do Batuque,
E eu te quero sem censura
e sem nenhum truque;
Você vem sem eu precisar
chamar porque colado
no meu coração é o teu lugar.
O meu nome há de ser a sua
música favorita quando menos esperar vai se pegar cantando
porque sei que o seu coração
está todos os dias embalando.
Entre Enfeitados e Mascarados
dançando com o Boi Calemba,
Sou eu a dama deste folguedo
vestida com este gentil poema.
Quando este folguedo for findado
a Lua estiver bem posta,
e sem precisar de aposta:
não me negue a serenata
amorosa de cavalheiro apaixonado.
O coração ao som
do tambor de mina
da Via Láctea
na vida nos orienta,
O amor é meu lema,
os teus olhos mantém
vivos cada poema.
As estrelas no céu da Pátria
profunda dançam
com o destino que nos brinca.
E eu não consigo pensar
em outra coisa a não ser
em me lançar no abismo
desta tua linda boca.
Sinceramente, não acho,
e sim tenho toda a certeza
que nada tem de ensaio.
Nas minhas mãos levo
o feitiço do teu amor
com destreza e me divirto
com este doidivano fascínio.
A poesia destes dias andam
gingando em campo aberto,
e que você é meu é óbvio e certo.
De soslaio você anda
desenhando a rota rumo ao paraíso,
a tua astúcia eu conheço,
no silêncio amoroso nos guardo.
Ainda insisto em ter
um amor gentil que
seja capaz de segurar
e até mesmo buscar
o meu chapéu caso
a ventania sopre
por esta Cavalhada.
Não é pedir demais
um amor que eu ame,
e também por ele seja amada.
Entre cavalheiros vestidos
de azul e de vermelho,
passam por nós a Côrte,
a nobreza e os lacaios,
e o dia nos reverencia
com toda a beleza.
Não é pedir demais
um amor que me cuide e guarde,
e eu faça o mesmo por ele.
Fino é o trote que
o destino põe o coração,
se o amor não for profundo,
é melhor que do caminho
seja desviado pelo Divino.
Não é pedir demais
um amor que seja meu e eu seja dele,
e que só em nós tenhamos o deleite.
A Dança do Barreado
que eu prefiro é
a que faço com ele no meu prato,
O Barreado é filho
do Entrudo e o quê
ele me deu e ainda
me dá quando é preparado
mantém o meu coração completamente apaixonado,
Não vai demorar muito
tempo para servir um bem
saboroso para colocar
no meu e no seu prato.
Estou vendo um assunto "submissão feminina" em alta: o meu entendimento sobre submissão feminina num relacionamento é um conceito equivocado para pontuar o papel considerado mais correto para nós mulheres.
Se eu precisar ser submissa num relacionamento é sinal que não estou fazendo o bem meu papel como mulher e nem o meu amado.
Porque eu acredito que um casamento é a união de individualidades que constroem pactos, acordos e encantamento diário ao redor de viver a cada dia melhor um para o outro.
Um casamento é a vontade de dois estarem casados sem a vontade de um se sobressair a vontade do outro.
Juro sob o testemunho
do meu generoso
Médio Vale do Itajaí
que se eu tivesse
nascer de novo como
poetisa eu escolheria
o mesmo idioma
como berço esplêndido
para cantar o mesmo
Hino Nacional Brasileiro.
Tenho na minha Língua
o meu passaporte
para onde quero,
a minha balada romântica
o meu descanso e meu protesto.
A minha Língua é Pátria
gigante celebrada
daqui da cidade de Rodeio
onde a celebro com poesia,
honro Santa Catarina
e reverencio o Brasil inteiro.
Com a Língua Portuguesa
nado de bruços, boio
e nado de borboleta
escrevendo o meu poema
pelo Rio Itajaí-Açu adentro,
Até hoje não tenho
conhecimento de outro
teorema que me faça
descrer que a minha Língua
não seja a mais língua
poética do mundo e poema.
Igual no Sul Brasileiro
o meu amor primeiro
é meu amor derradeiro
em terras catarinenses,
também sendo escrito
aqui na cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí.
A Língua Portuguesa
é o maior poema
do Hemisfério Sul,
que por mim e por todos
continua sendo escrito,
[mesmo que passe
por alguns despercebido].
O nosso amor indelével
primeiro e derradeiro que
tem asas de Sabiá-Laranjeira
rimando na Língua Portuguesa,
signo da Pátria Brasileira,
[que traz a devoção perfeita
de portar este estandarte,
guia e inabalável poema].
Idioma nascido do espírito,
escrito pelo atlântico destino,
que por nós sendo falado,
estudado, lido, escrito,
cantado, pintado, esculpido,
traduzido, conhecido, vívido
e orgulhado por cada
peito enamorado reunido.
Resolvi espalhar
o meu perfume no ar,
A minha poesia
está por todo o lugar,
O teu coração está
igual a um tambor,
E a ideia de ser meu
te coloca requebrando
no Coco de Zambê,
Para retribuir você
só falta mesmo
é uma atitude sua
para tudo acontecer.
Você foi transformado por mim
em Poemário Nacional
sem a expectativa de que
tu haverá de ser meu no final.
Porque algo me diz que você
é o próprio Boto-Cor-de-Rosa
que brinca com as moças
durante a festa e depois
sempre acaba voltando para o rio.
A última coisa que quero é
me preocupar se um dia você
volta porque obrigar alguém
a amar na vida não compensa.
Perto da beira do Rio sou o Pau-Rosa
que não tem espinhos que fico
muda e quieta a espera de que você
perceba que eu sempre ali estive enquanto passava como um cometa.
Meu bonito Boto-Cor-de-Rosa
conforme a lenda com o rosto encoberto e Poemário Nacional
feito por mim para que se renda
e na vida tenha uma mulher-poema.
Cada verso que tenho
escrito é um prato
premeditado para te servir
com todo o calor do meu amor,
Porque eu te quero
satisfeito e bem cuidado;
Estou me preparando
para fazer Chiclete de Camarão,
ganhar de vez o seu coração
e te derreter com a minha sedução.
Para você te ofereço
o meu amor quente,
O meu poético
Baião de Dois Cearense
tudo aquilo só pertence
a gente e ninguém
mais cabe participar,
Você é meu na grandeza
e neste oceano de amar.
Como a Casa Branca de MBororé
te coloco sob a proteção
do meu amor por onde quer
que você esteja,
Que contigo ninguém se atreva,
porque quando menos você
imaginar eu estarei
aparecendo por todo o lugar.
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