Não me Engane

Cerca de 500 frases e pensamentos: Não me Engane

⁠Não se engane, existem pessoas que precisam de muito dinheiro para manter a pobreza e pessoas ricas que não detêm um centavo.

Não se vende aquilo que não se pode entregar.
Ou você é, ou não é. Não se engane.⁠

⁠Não se engane. O meu silêncio, faz mais barulho do que o som da voz de muita gente.

⁠A falsa felicidade
Não se engane, nem tente enganar
Não viva de aparência e de fingimento
Seus entes queridos, seus poucos amigos, as pessoas que realmente se importam com você jamais poderão te ajudar de alguma forma se não souberem da tua realidade.
Quando eu vejo pessoas com sorrisos muito largos, quase que encostando nas orelhas, eu sei que ninguém é tão feliz assim, a ponto de ultrapassar seus limites e querer fazer parecer que a felicidade dos outros é menor que a dela.
Não esconda seus medos, os seus problemas, as derrotas, as decepções.
Mas também não se exponha tanto, tudo que você faz, tudo que você é ou o que você tem
Reserve-se 90% pra si mesmo
Os outros 10% você compartilha 9% com os conhecidos e 1% com os estranhos nas redes sociais, e isso já é muito.

⁠Não se engane, a inteligência coletiva é capaz de realizar grandes feitos mas a burrice coletiva também é capaz de cometer gigantescos erros

Se você assim como eu acredita que o mundo é um universo de saberes, então não se engane. Ninguém sabe tudo!

Não se engane com a natureza do Amor:
não é passiva ou complacente com o mal:
O verdadeiro amor é como um Sol
Ele ilumina a todos sem distinção
Mas requer cautela a aproximação:
Aquece os que estão prontos
e queima os imaturos e egoístas...

Não se engane, não use algo porque a outra pessoa gosta, pior do que enganar o outro, é enganar a si mesmo.

Não se engane, aprendi a perdoar e não a esquecer.

Tem gente que chega tranquila,
mas não se engane:
É um furacão disfarçado de brisa...

Não se engane com vitrines perfeitas; todo mundo carrega bastidores silenciosos.




Janice F Rocha

Os palhaços são as pessoas mais tristes, não se engane.

Não se engane.. Eu sei de coisas que você acha que eu não sei..

Não se engane achando que uma pessoa que sempre se mostra forte jamais vai precisar de seu apoio. Ela pode apenas ser do tipo que, mesmo nos momentos mais críticos, não sai gritando por socorro.

Ah não se engane com a fragilidade da beleza das flores... as mais belas resistem aos mais terríveis invernos.

A vida é um grande plantio
Mas não se engane:
nem toda semente floresce,
nem todo desejo merece colheita.
Você pode cavar a terra com esperança,
regar sonhos com suor e fé,
mas a vida, impiedosa, só entrega
o que você tem força para carregar.
Quer ser feliz?
Entenda de uma vez:
flores só nascem em mãos feridas,
raízes só se firmam onde há luta,
e o que não resiste… o vento leva.
A vida não perdoa preguiça,
não protege ilusos,
não embala quem espera sem agir.
Ela cobra, molda e testa.
E se você não aprende,
arranca pela raiz,
para ensinar na pancada
o que o coração insiste em negar.

A Ditadura do Vencimento


Não se engane, caro leitor. Não somos mais Homo sapiens. Somos, essencialmente, Homo Boléticus. Nossa vida não é medida em anos de felicidade ou de sabedoria adquirida; é contada na dolorosa sucessão de datas de vencimento.
O boleto não é apenas um pedaço de papel (ou, mais modernamente, um QR Code azul). Ele é o nosso antagonista existencial, a prova incontestável de que, no grande teatro da vida moderna, nosso papel é o de um mero alimentador de um dragão invisível chamado Sistema.
O ciclo começa sempre com a doce, breve ilusão. É o dia 5, ou 10, e a conta bancária está sorrindo para você. Por um breve, glorioso momento, você se sente um magnata, flertando com a ideia de comprar algo desnecessário. Mas o magnata dura pouco.
Mal o dinheiro assenta, e lá vem ele, o Mensageiro da Ruína, a notificação silenciosa no celular: Seu boleto da fatura X está disponível. É o chamado do dever. O dinheiro chegou com hora marcada e, antes que a endorfina do salário baixe, ele já tem donos mais urgentes que a sua alegria.
A pior parte é o Boleto Fantasma. Aquele que você não esperava, que se materializa na sua caixa de entrada, geralmente vindo de um serviço que você contratou em 2017 e jurava ter cancelado. Ele surge como um fantasma vingativo, exigindo não apenas dinheiro, mas também a humilhação de ter que ligar para o atendimento ao cliente.
E quando finalmente chega o Dia D (Dia de Desembolsar), a cena se repete: você entra no aplicativo do banco e executa o balé da quitação. É um ritual de sacrifício. A cada confirmação, um pedacinho da sua alma — ou, pelo menos, do seu churrasco de domingo — se esvai. Você paga o aluguel, o plano de saúde, o streaming que você não assiste e, finalmente, a conta de luz, que sempre parece estar cobrando o custo da sua culpa por ter deixado o carregador na tomada.
O ápice cômico-trágico é quando, após pagar rigorosamente todas as contas, você olha para o extrato e percebe: você trocou todo o seu trabalho mensal pela permissão de continuar trabalhando no próximo mês. A vida moderna não é sobre acumular riqueza; é sobre zerar dívidas para que novas dívidas possam surgir.
O boleto é a única prova de que você existe e consome, e isso, de alguma forma, nos conforta. É a nossa âncora na realidade.
No fim, a gente se deita, suspira aliviado por ter vencido o mês, e mal a cabeça toca o travesseiro, o cérebro sussurra: Só mais 30 dias... E o IPTU, você já viu?
A vida é isso: a arte de sobreviver entre um vencimento e outro. E a única certeza que temos é que, enquanto houver vida, haverá boletos. É a nossa maldição e nossa métrica.

Não se engane com o calendário: há maturidade em quem tem 20 e uma alma de menina em quem já passou dos 30

"Não se engane, cidadão brasileiro. Em outros tempos roubavam muito mais do que hoje; havia muito mais político gatuno do que hoje, mas nem sempre divulgavam, porque as falcatruas eram quase geralmente escondidas a sete chaves nas gavetas dos poderes, e, ninguém, ou muito, muito poucos ficavam sabendo. Mas, felizmente, as gavetas antes trancafiadas, agora são cada vez mais abertas ou totalmente escancaradas."

“Não se engane: a calma estratégica é arma dos fortes.” — Guilherme Abner de Lima