Nao me Deixa te Odiar

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Deixa-me triste (dói-me) saber que a história da minha vida será julgada por aqueles que não a conhece. Furucuto,2025

Deus deixa você ir para o inferno por sua própria opção, não que Ele seja mal, mas, para de lá você possa ver a plenitude do Céu e entender o quanto você perdeu.

Não compartilhe seus segredos com qualquer pessoa. Quando você expõe aquilo que é íntimo, está deixando de se respeitar. Mesmo que não esteja mais comigo, preserve-se e não entregue sua história a quem vier depois. Respeite-se. Furucuto,2025

O amor deixa um legado. A forma de você tratar outras pessoas, não sua riqueza ou suas façanhas, é a influência mais duradoura que se pode deixar neste mundo. Como disse Madre Tereza: "Não é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz que realmente importa". O amor é o segredo de uma herança duradoura.

Rick Warren
Uma vida com propósitos (2002).

O futuro não me assusta, porque sei que o Deus eterno vai comigo. Ele não me abandona, não me deixa, não me solta.

⁠“Não sei o que você tem, mas


quando some, parece que deixa


um espaço seu aqui.”

⁠“Tem algo no seu jeito que não dá pra copiar. E isso te deixa perigosa.”

Vigiai e Orai: Quem não ora deixa apagar a Lâmpada do Senhor, e sem Luz, perde-se na escuridão do mundo; quem não vigia caminha entre sombras, sem perceber o abismo que se abre à sua frente.

“Não morremos, apenas o corpo material deixa de ser a morada da alma...”

Quando você deixa de se ver em um relacionamento, algo se perde.
O amor não é pra te apagar, é pra te fazer florescer. 🌿
Amar é ser você — inteira, leve e suficiente. 💔✨

O erro não está em amar.
Está em continuar quando o amor deixa de existir, e em chamar de amor aquilo que só fere e desgasta.

Chega um ponto da vida em que a dor já não alcança mais você.
Há um instante em que a dor deixa de ter poder sobre você.
Um dia, a dor não te atravessa mais: você atravessa ela.
Chega o tempo em que a dor não te toca — você se torna maior que ela.


–Purificação

"Castigar um filho com vara não é disciplina, é violência que deixa cicatrizes psicológicas — aumentando risco de ansiedade, depressão, agressividade, baixa autoestima, perturbações do apego e prejuízos cognitivos e comportamentais ao longo da vida — e por isso, além de ser eticamente reprovável, o Brasil sancionou a chamada “Lei da Palmada” (Lei nº 13.010/2014) para proibí‑la e orientar medidas educativas e de proteção; a evidência científica é clara: punição corporal não educa, só perpetua o ciclo da violência e compromete o desenvolvimento infantil. "

“O que mais mata é o cotidiano que não diz adeus: ele rouba aos poucos o que você amava e deixa só a falta, intacta e infinita.”

PRESENÇA ADVAITA

A travessia do ser que deixa de lutar contra si



A cidade ainda não dormiu.

O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.

Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.

Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.

A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.



Não é iluminação, é pausa.

Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.

No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.

É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.

Viver é sentir.

Sentir é o único gesto que não mente.



É quando você acontece.

Não chega, se revela.

Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.

O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.

O silêncio ao seu lado tem temperatura.

Parece uma mesa posta no meio da alma.



Você toca o lugar em mim que sempre esperou,

e algo, enfim, consente.

Ainda com medo, eu consinto.

Não há urgência, há respeito.

A ternura não anuncia sua entrada,

ela simplesmente chega e fica.

O medo, visto de perto, se torna pequeno.

A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.

O que antes era abismo agora é chão molhado,

com marcas de quem passou e ficou.



O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.

Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.

Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.



Antes da calma houve deserto.

Antes da ternura, ferida.

Já temi o que mais amava,

já fugi do que me curaria.

Até que o orgulho se desfez,

e a suavidade entrou pela fresta da noite.



Nem tudo em mim é paz.

Ainda há grito guardado,

e o eco às vezes volta sem aviso.

Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.

O amor que prende é medo disfarçado de zelo.

O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.

Nele, dois seres se olham sem truques.

Ambos feridos, ambos atentos.

Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.



Eu tropeço.

Duvido.

Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.

Mas é a dúvida que me devolve à fé,

essa fé pequena, feita de respiração e paciência.

Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.



Com você, o tempo não desaparece, ele respira.

A casa continua casa, o mundo continua áspero.

Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.

Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,

um espaço simples onde a ternura sobrevive.

Não busco eternidade, busco verdade.

Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.

O que é real não morre, apenas muda de rosto.

A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.



Não há promessa, há encontro.

Não há destino, há travessia.

Você não chega, acontece,

como chuva breve em tarde quente,

lavando o pó do que restou.



A plenitude não está em domar os sentimentos,

mas em atravessá-los inteiros.

Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga

e vira casa com portas que abrem por dentro.

Nem tudo que acalma cura.

O silêncio também corta,

mas é corte que limpa,

como mar depois da tempestade.

Às vezes a luz arde antes de iluminar.

Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.



Se o tempo nos afastar, a presença não parte.

O sentir muda de tom, como maré que recua

só para lembrar que voltará.

Você é travessia,

o agora entre duas incertezas,

a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.



Se o silêncio for tudo o que restar,

ainda assim haverá amor.

O que é verdadeiro não precisa ser dito.

O toque fica mesmo quando a mão já se foi.

A lembrança não pede voz,

a pele ainda sabe o caminho.



Ser forte não é erguer muralhas,

é continuar sensível quando o mundo pede dureza.

É olhar o outro e ver o mesmo espanto,

a mesma fome de não ferir.



Escolho te sentir.

Não para possuir, mas para reconhecer.

Não para vencer, mas para ser verdadeiro.

Se o sentir trouxer dúvida, que venha.

Que confunda e console.

Que assuste e cure.

Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.



Entre nós talvez não haja nome,

e tudo bem.

O real prefere ser vivido a ser explicado.

O amor que nasce quieto é o que mais permanece.

Ele não disputa palco, respira.

É o som do ser se reconhecendo no outro.



Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

A sabedoria não nasce da força,

mas da entrega.

Do instante em que o ser para de fugir de si

e percebe que nunca houve vazio,

apenas verdade esperando espaço.



A cidade enfim silencia.

Uma janela apaga, outra acende.

O ar cheira a terra molhada.

E no reflexo do vidro, eu me reconheço.

O silêncio me olha,

e nele eu ainda vejo.

Escute o barulho
Que te traz paz.
Não o silêncio que
Te deixa em guerra.

Me dói por dentro, sabe? Ainda dói — mas não como antes.
Hoje, a dor existe, só que é menor.
Deixar para trás nunca é fácil, mas é necessário.
As consequências chegam para ambos, fruto das atitudes que tomamos.
Então seja você quem decide o rumo da sua vida.
Não permita que ninguém dite, meça ou diminua quem você é.
Seja o rei da sua própria história, a luz no fim do túnel,
o guia da sua trajetória.

E, acima de tudo,seja o pilar do que você é — e do que ainda vai se tornar.

Às vezes Deus te chama, mas o barulho do mundo não te deixa ouvir.

A ansiedade me deixa em pânico.
É uma mistura de medo, sufoco e pensamentos que não param.
Às vezes parece que o corpo quer gritar e a mente só quer sumir por um instante.

Me ignora, me deixa de lado, e fico isolada sem você. Para que serve ser sua amiga se você não me vê?...