Nao me Deixa te Odiar

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⁠⁠Não morre quem não viaja, morre a cada dia um pouco quem não ama o lugar que está.

⁠Todo mundo um dia passa por um sentimento, uma reflexão ou uma sensação que não sabemos explicar. Relaxe, respire fundo, pegue tintas e comece a criar coloridamente o que sente. A arte que fazemos instintivamente, pergunta e responde a maior parte de nossas dificuldades camufladas com a maior exatidão.

⁠Tenho muito medo de tudo que faz, eu perder meu tempo e não tornar este tempo em que vivo, um lugar mais digno, colorido, justo, feliz e com amor.

Não me alinho aos ⁠egoístas, manipuladores e perversos, em qualquer meio.

Toda sociedade contemporânea, hoje está muito doente quando não tem paciência, perspicácia, sagacidade e reflexão para entender o comportamento autista de alguns privilegiados escolhidos pela vida. A mesmice, por si só tornou se um padrão mais fácil e a taxação de anomalia comportamental em uma solução errônea e mais rápida.

Os nativos brasileiros devem ser chamados de nações de povos originais, e não indígenas por que na língua portuguesa, este prefixo in é pejorativo como exemplo a palavra indigente.
Este lugar que não foi descoberto em 1500 pelos portugueses e sim ocupado, por que não se descobre um lugar que já era habitado e sim se ocupa, antes de 1500 já tinha sido dividido pelo Tratado de Tordesilhas, e a parte da coroa portuguesa se chamava na língua original Pindorama.

O tempo de cada um nesta dimensão está predeterminado. Sendo assim, não podemos acrescentar dias em nossa breve existência mas podemos sim, por generosidade e gratidão acrescentarmos dias felizes, mais suaves e amorosos, a vida de muitos irmãos de jornada que encontramos orfaos pelos caminhos.

Não se planta um caroço pensando que se vai no futuro, comer um fruto da arvore que vai nascer. Assim, que existimos em vida no caminho do bem.

Nunca encontra a objetiva verdade, toda alma inquieta daquele que não sabe ao certo o que busca, incessantemente, todas as horas pelos diversos e oblíquos caminhos.

A viagem começa a acabar, quando a verdade, a sanidade e a coerência nos são indiferentes e não nos valem mais a pena.

Vou deitar-me, com as tristezas do mundo pelo bem que não pude fazer. Ao acordar, hei de participar das alegrias e das justiças do mundo, em um novo dia, na esperança que poderei mais um pouco fazer.

Nunca fui bom exemplo para nada mas existo e persisto viver pelo bem que acredito. Não sou menos e nem mais importante que as menores das criaturas, que neste tempo comigo, habitam este mundo. Tudo tem sua razão de ser, neste momento e pela eternidade.

Na nova realidade global, não existe segredo bem guardado, falado perto de um celular, e em alguns casos mesmo ele estando desligado.

Não importa a cor do céu, quem faz o dia ficar colorido é você. Acorde sempre em paz, agradeça a vida por mais uma chance e leve as cores do arco-íris na alma. Coloridamente tudo será diferente.

O grande autor não é sempre aquele que responde sobre os assuntos abordados em seu livro, muitas das vezes o grande autor é aquele que faz perguntas, para que cada leitor busque as respostas em sua vida, diante o seu tempo e a realidade em que vive.

Tenho orgulho da pessoa que por vezes sou, pois sei que perfeito não somos, e bom não podemos ser a todo momento, mas minhas falhas e meus defeitos ja não tomam a mesma proporção que antes, e o bem que habita em mim prevalece, tornando-me melhor, transformando-me a cada dia.

⁠⁠A guerra já não era os dias nem as noites, mas os suspiros que ardentemente sopravam as entrelinhas da vida. As manhãs eram suavizadas pela calma brisa, tal vento soprava do norte, de onde vinha os raios mais vívidos do amanhecer. Ao abrir os olhos, deparava-se com sua demasiada frieza interna, de forma a se debruçar em suas lágrimas e tornar sútil o torpor dos membros.

- Aquilo fez o tempo parar dentro de mim, fui sequestrado por uma presença que não era minha, e ao ouvir aquela frase, eu senti algo que jamais sentira antes. Seja qual for a mensagem que o destino queira me entregar, eu simplesmente fechei meus olhos e a abracei. Abracei como se não houvesse o instante seguinte, como se o sutil toque do relógio parasse, e como se aguardasse meu suspiro para dar sua badalada seguinte, sua resposta, ali parados, envoltos, foi também a minha.

Te olham e podem notar a glória, mas não podem sentir o sacrifício, a dor e o propósito até aqui.

Às vezes o medo me rasga por dentro
e eu já não sei distinguir
o que é intuição
do que é trauma gritando alto demais.

Eu gosto.
E isso me apavora.

Hoje eu quis chorar até faltar ar,
não por drama,
mas porque as lágrimas são a única água
capaz de atravessar os muros que levantei.
Eu queria que elas lavassem
o peso das dúvidas,
o cansaço de ter que ser forte o tempo todo.

Eu tive medo.
Medo do caminho,
medo de apostar,
medo de cair outra vez
no mesmo abismo com nome de amor.

Quando foi que amar virou ameaça?
Quando foi que sentir passou a doer
antes mesmo de acontecer?

Em que ponto a gente desaprende
a confiar?
A se entregar sem medir o risco,
sem contar as chances de perder,
sem calcular a dor futura?

Eu quero amar com a alma em carne viva,
com o corpo que treme,
com o coração que sangra,
mas ainda escolhe ficar.

Quero o amor nos detalhes,
no toque que não machuca,
no silêncio que acolhe,
no olhar que não foge
quando vê minhas cicatrizes.

Quero que o amor volte a nascer em mim
como um sol que não pede licença,
rasgando o céu cinza,
aquecendo o que ficou frio,
provando que nem tudo o que queima
destrói.

Eu queria renascer.
Sem defesas.
Sem medo.
Sem passado mandando em mim.

Renascer para amar sem barreiras,
mesmo sabendo que amar
é sempre um risco.

Mas é o único risco
que faz a vida pulsar