Nao me Deixa te Odiar
"A prova da eleição não está na certeza do céu, mas na qualidade do amor e da justiça aqui na terra."
Dizem que a fé move montanhas.
E eu acredito que sim.
Mas o Criador, com todo o Seu poder,
não moverá um dedo
onde você mesmo pode agir.
Não se apavore se nem tudo o que deseja acontece.
Isso também é resposta.
E ela é simples:
o Criador não é teu empregado
para atender vontades na hora que queres.
No fim das contas,
o servo é você.
A verdadeira essência da vida não está em fazer o que se ama, mas em amar o que se faz, encontrando propósito até nos caminhos mais simples.
– Jess.
Não vou cantar. Não sou cantor.
Sou um poeta, ex sonhador...
Eu sonhei demais e me machuquei.
Amando alguém distante ,eu só vacilei.
Não vou cantar. Não sou cantor,mas,um triste poema, eu irei compor.
Poema de amor e desilusão.
Poema é remédio
para o coração.
Em pleno Verão, o Inverno chegou, naquele ano não
houve as demais valor, somente o frio, algumasflores resistentes do jardim, continuaram a florescer,na esperança da Primavera retornar, o Sol raiar e o coração voltar a aquecer. Aguardando o ciclo virar em um breve alvorecer
Quem amou de verdade não consegue encontrar a felicidade em outro alguém, mas aprende a viver sorrindo mesmo estando incompleto. Quem amou de verdade nunca esquece o toque, o olhar, o sorriso, e os momentos vividos com aquele que amou.
Chega um hora em que cansamos de dar murro em ponta de faca, de sangrar sozinhos. Não é fácil escolher a leveza ao invés do peso das correntes e da bola de ferro que nos prende ao outro. É necessário dizer chega, não quero mais! É necessário doses e mais doses de amor próprio. É necessário cessar as expectativas colocadas em algo que já não nos faz bem e trilhar um novo caminho.
Os momentos bons vividos ficaram guardados na memória, onde quando quiser poderá passear, revisitar. Porém, não esqueca os ruins, seja alquimista e transforme tudo em aprendizagem. Entenda que quando o seu querer não bate com o querer da outra pessoa, se torna um querer sem poder.
Não se esforce demais para permanecer na vida de alguém. Quem te quer dá a chave de casa, abre a porta e ainda faz café.
Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.
"Não queira viver consertando histórias para você caber dentro delas. Quem lhe quer, coloca você dentro da própria história com vontade, sem que você precise implorar por isso. Quem lhe quer, transforma o próprio enredo, para você ser a parte mais bonita. Quem lhe quer, deseja fazer parte da sua história, do seu mundo, dos seus castelos."
O pior dia do luto não é o dia do enterro,
nem a missa de sétimo dia,
nem a dor silenciosa do primeiro aniversário.
O pior dia do luto é um dia comum.
Um dia em que a vida segue, tranquila,
e algo acontece, algo tão simples
que te faz pensar em contar pra aquela pessoa.
Mas, de repente,
a realidade te atravessa e te esmagada pela dor da realidade que ela não vai mais voltar.
Que a minha dor não me impeça de ver a Tua graça.
Mesmo quando tudo em mim parece cansado, quando o coração pesa e as forças se vão,
que eu ainda consiga perceber a Tua presença me sustentando em silêncio.
Que as minhas lutas não me façam duvidar da Tua fidelidade.
Nos dias em que os caminhos parecem confusos e as respostas não chegam,
ensina-me a confiar no Teu tempo, a descansar em Teus planos e a esperar com fé.
Que a escuridão que hoje me cerca não me faça desistir de buscar a luz.
Que eu não perca a esperança de que há um novo amanhecer preparado por Ti, mesmo quando a noite parece não ter fim.
E quando as lágrimas insistirem em cair,
lembra-me, Senhor, de que elas também regam o terreno onde brotarão novos sorrisos.
Que eu jamais me esqueça de que, após o choro, vem a alegria;
após o inverno, a primavera; após a dor, a Tua paz.
Sustenta-me com Teu amor, renova em mim a fé,
e faz-me enxergar que, mesmo nas horas mais difíceis,
a Tua graça continua me envolvendo e me conduzindo à vida.
Amém.
Porque no fim, é a coerência que te define, não o brilho das tuas palavras, mas o peso dos teus gestos.
De nada adianta falar sobre verdades se a tua prática é mentira.
De nada serve falar de amor se o teu trato é desrespeito.
A vida não se convence com discursos, ela reconhece exemplos.
É fácil impressionar por um instante, difícil é sustentar quem se é todos os dias.
A constância é o verdadeiro caráter, e a ação é o espelho da alma.
Quem cumpre o que diz, constrói confiança; quem apenas promete, espalha ilusões.
No silêncio das atitudes, é onde se revela a essência.
Porque o mundo não muda com palavras bonitas, mas com gente que faz, que honra, e que permanece.
♡
Há um tipo de silêncio que não acontece fora, ele se instala dentro.
Não grita, não quebra nada, não faz cena.
Ele apenas ocupa.
Ocupa o espaço onde antes morava a certeza, a alegria distraída, a versão de nós que acreditava que algumas coisas eram para sempre.
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
A dor não avisa quando chega.
Ela não pede passagem, não explica o que veio ensinar. Apenas atravessa e, no caminho, desmonta certezas, derruba expectativas, desfaz versões nossas que já não se sustentavam. No início, a gente luta contra ela. Questiona. Implora respostas. Revira o passado como quem procura um detalhe capaz de mudar o fim. Mas a dor não negocia. E o tempo não responde. Ele apenas segue.
É nesse silêncio que algo começa a se mover por dentro.
Nada muda de repente. Não existe virada bonita, nem cura cinematográfica. A mudança acontece nos intervalos, entre um choro contido e outro, entre noites em claro e manhãs que chegam sem prometer nada. A dor vai afinando o olhar, desacelerando o coração, quebrando a pressa de ser forte o tempo todo.
Sentir dói, mas não sentir custa mais caro.
Porque é no excesso de sentimento que moram a coragem, a entrega e a verdade. Não há fraqueza em sentir fundo. Há humanidade. Há risco. Há vida.
Com o passar do tempo, aquilo que era ferida aberta começa a fechar. Não some, transforma. Vira marca, vira memória, vira aprendizado silencioso. A cicatriz não grita mais, mas conta histórias. Lembra que fomos frágeis e ainda assim seguimos. Que acreditamos em promessas que não ficaram, mas não deixamos de acreditar no amor. Que nos perdemos e mesmo assim encontramos outros caminhos de volta, ainda que levassem a versões diferentes de nós.
Depois da dor, o mundo muda de tom.
A gente passa a enxergar valor no que antes parecia pequeno. Um abraço que não exige explicação, um olhar que permanece, um silêncio que acolhe. Aprende a não mendigar presença. Aprende a não ficar quando não há verdade. Aprende a ir quando o coração já disse tudo. Isso não é frieza, é maturidade. É entender que nem tudo que machuca precisa ser resolvido. Algumas dores só pedem espaço para existir.
Sentir continua sendo o centro de tudo.
É o que dá densidade ao amor, profundidade à saudade e sentido ao tempo. E o tempo não apaga, ele ensina. Ele suaviza o desespero, transforma ausência em lembrança e dor em sabedoria. Quando percebemos, já não somos os mesmos. O que antes feria, agora orienta. O que quebrava, agora molda. O que partiu permanece apenas como parte da história, nunca como o final.
A dor não vem para nos destruir, apesar da aparência.
Ela vem revelar forças escondidas, camadas que só emergem quando tudo parece ruir. E quando o barulho interno finalmente silencia, a gente entende, com calma e verdade.
Sobreviver ao que um dia achamos que não suportaríamos é uma das formas mais bonitas de continuar vivendo.
Os piores pesadelos não acontecem quando fechamos os olhos, mas quando precisamos abri-los e encarar a realidade.
Eles não se dissipam com o despertar, pelo contrário estão ali, imponentes diante de nós exigindo coragem, escolhas e renúncias, mesmo tremendo por dentro.
Eles se escondem nas decisões difíceis, nas perdas inesperadas, nas verdades que preferiríamos não ouvir.
A diferença é que, acordados, não há como fugir deles ao despertar, e enquanto os sonhos ruins da noite se desfazem com a manhã, os pesadelos da vida real permanecem, testando nossa força, nossa paciência e nossa fé à luz do dia.
Eles não podem ser simplesmente evitados, mas precisam ser enfrentados.
E é nesse confronto, doloroso e inevitável, que descobrimos o quanto somos maiores do que aquilo que nos assombra.
São aqueles momentos em que não podemos simplesmente fugir ou esperar que passem, mas sim respirar fundo, sustentar o olhar e atravessar.
E, ainda que doam, são esses pesadelos vividos acordados que nos mostram do que realmente somos feitos.
Se não fosse o cuidado e o direcionamento de Deus, eu já mais teria suportado as armadilhas do homem mau
A verdadeira questão não reside nos problemas em si, mas na maneira como os percebemos e interpretamos.
