Nao me Deixa te Odiar
O não nem sempre deve ser visto como algo negativo, mas como algo positivo. O ''não poder'', o ''não é o momento'', o ''não agora'' não deve ser visto como uma punição, mas como uma forma de nos educar, educar o outro. Pode ser uma forma da vida nos dizer que ainda não temos o preparo, ou não é o melhor caminho para determinado momento. Saber amar não é dizer sim para tudo, é também aprender a dizer não. Porque até pra amar precisa ter responsabilidade.
Amor não é bagunça. Para amar é preciso de maturidade. É entender que nem sempre será primavera. O amor trará o verão, o outono e o inverno. E está tudo bem em ser assim. Cada fase traz uma experiência, um aprendizado novo. E juntos a gente cresce com isso.
O homem que não acredita em nada, nunca terá um propósito e sempre será um indivíduo que vaga sem destino.
"Aprenda a não se sentar à mesa onde se fala mal dos outros, pois cada palavra dita ali vira assunto, e cedo ou tarde você será o próximo."
A dor não me afundou — me ensinou a respirar.
Até o naufrágio me mostrou que é possível viver debaixo da dor sem morrer nela.
Não perdi paz, ganhei forma.
Porque a alma só se entende depois de se despedaçar.
E a dor… não me apagou.
Ela me acendeu — e fez da ferida, luz.
Fez das sombras, o lugar onde aprendi a brilhar.
—Purificação
Tudo o que me afundou, me ensinou a respirar.
A dor não veio pra me quebrar, veio pra me moldar.
Não perdi partes — encontrei formas.
Às vezes, é só quando a alma se despedaça que entende quem é.
Porque o que apaga o fraco, acende o forte.
E há feridas que não doem mais — iluminam.
—Purificação
“Não precisei implorar por nada — lutei por tudo, e vou continuar lutando até conquistar o que é meu.”
O trabalho danifica o homem
Não, você não leu errado, o título dessa crônica está correto. Brinquei com um ditado popular que todo mundo conhece, até confesso que concordo com ele até certo ponto, mas existem as entrelinhas e são nelas que mora o problema.
Ninguém é maluco aqui de invalidar as benesses que o trabalho nos proporciona, na verdade os frutos do trabalho, todo mundo precisa comer, se vestir, se divertir e ter uma vida digna. Porém, há coisas obscuras, mas nem tão obscuras, elas estão “na cara” como falam por aí. Sensações que todos possuem, mas que mantemos guardadas porque o status quo não vê com bons olhos quem reclama, quem fraqueja, quem admite suas limitações.
De tanto trabalhar para ganhar a vida estamos perdendo a vida para o trabalho, jornadas extenuantes e esgotamento tomam conta de nós. Um nome chique para algo hediondo “Burnout” que em bom português significa que o seu trabalho está te mantando.
Cansaço, irritação, desmotivação e estresse crônico são alguns dos sintomas desse mal que assola muitos trabalhadores. No início a pessoa acredita que é foi só uma preguicinha que lhe acometeu, uma indisposição. Mas, como uma bola de neve a situação aumenta e fica insustentável, nosso corpo pede socorro.
Eu sempre brinco e digo “a espécie humana foi feita para catar umas frutinhas, comer e depois tirar um longo cochilo seguido de um banho de igarapé”. Nosso corpo clama para que voltemos a nossa origem.
