Nao me Conte seus Segredos

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A vida é feita de encontros e desencontros. Encontrar você não foi apenas um encontro marcado pelas mãos do destino, mas sim um encontro marcado pelas mãos do infinito chamado Deus.

Não te desejo mal. Desejo apenas que o mundo gire e gire e te mostre todas as coisas que você precisa enxergar.

Quando encontrar um espadachim, saque da espada: não recite poemas para quem não é poeta.

Aquele que não é capaz de amar um animal não é capaz de amar ninguém.

Comigo você não vai acalmar as coisas dentro de você,
não sou antídoto, sou puro veneno.

A despedida não é o fim, pelo contrário, é o começo de uma nova aventura.

A verdade é um estranho que não nos olha nos olhos. É mais difícil de entender, mais complicada de se aceitar. Mais difícil de acreditar, e mais ainda de se dizer.

É difícil acreditar que não há ninguém por aí.
É difícil acreditar que estou completamente sozinho.
Ao menos tenho seu amor.

Red Hot Chili Peppers

Nota: Trecho da música Under The Bridge.

Acordei feliz. Meu primeiro dia sem você foi exatamente como eu planejei. Sim! Eu não estou sentindo a sua falta. Aliás, estou aqui me questionando, como pude viver tanto tempo com alguém do seu tipo? São esses detalhes que só o tal amor pode explicar, se é que aquilo era amor mesmo. Dormi até mais tarde, foi ótimo acordar e poder me espalhar na cama sem a sensação de estar ocupando espaço alheio. Liguei o som a toda altura quando tocou exaltassamba, algo que você vivia reclamando, pois criticar meu gosto musical era seu esporte favorito, eu sei. Mas hoje foi diferente. Hoje é meu primeiro dia sem você aqui. Depois de alguns anos, enfim, eu conquistei minha alforriai. Tomei um banho gelado e bem demorado, coloquei aquele vestido florido que você sempre achou ridículo, juro que não foi para te provocar. Me maquiei e confesso que exagerei no lápis preto por pura vontade, é ótimo não ter que parecer uma mocinha comportada que jamais trairia o querido namorado. O silêncio no café da manhã não tem comparação. Entrei no carro e enquanto dirigia fui escutando Elis Regina, parecia que estava escutando sua voz perguntando porque mudo de um gênero para outro tão rápido, mas acho que foi uma mosca que invadiu o carro, assim como você fez quando entrou na minha vida. Cheguei no trabalho mais feliz que nunca. Ainda escutei comentários para não tocarem no seu nome, motivo: você tinha me abandonado. Aposto que todos estão com pena de mim e imaginando o tamanho do meu sofrimento,mal sabem eles do meu alívio. Na hora do almoço fui naquela cantina da esquina que você sempre achou brega por ser simples demais. Fui com o Rodrigo. Sim, com ele mesmo e foi uma ótima companhia, muito mais agradável do que você que só sabia reclamar de tudo. Minha tarde de trabalho transcorreu sem nenhuma novidade aparente. Sai mais cedo e foi uma sensação incomparável saber que chegando em casa eu não iria te encontrar. Seria só eu e minha solidão, só eu e minhas manias, só eu e meus filmes, só eu e minhas músicas, só eu sem você. Hoje eu realmente me senti uma mulher por não ter você me tratando como uma menina. É inacreditável, mas ontem enquanto discutíamos, eu cresci em duas horas o que não cresci em dois anos. E foi hoje, sozinha, que eu pude ver como o mundo é imenso sem você.

É certo que não passo de um viajante, um peregrino nesta terra! Mas e vós, sereis mais?

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar (e cantar e cantar) a beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita.

Não Gosto de Nada Morno

Não gosto de coisas mornas. Que seja frio, estupidamente gelado, que esfrie a cabeça, refresque a alma. Que seja quente, ardente, fogo puro e queime. Mas morno não. Nunca.
Gosto de temperos. A falta deles deixa um sabor insosso nas coisas. O dia destemperado tem um gosto ácido e cinza que amarga a boca e o humor. Amor sem tempero é insípido, deixa vazio o estômago e a alma. Tempero tudo, faço da vida uma deliciosa salada.
Não gosto de esperar. Esperar significa inércia. E parar com tanto movimento dentro de mim seria indolência. Não espero nada nunca. Faço o que for preciso, mas faço agora.
Gosto do silêncio. Amo música. As vezes preciso de um espaço sem sons para ficar sozinha vagando pelos meus sonhos, buscando o "eu" em mim. Outras vezes, a fome de soltar meu "eu" pede melodia, preciso da música para marcar o ritmo da vida, uma orquestra para interpretar meus pensamentos e ecoar as partituras emocionadas do meu coração.
Gosto do que é intenso, do verdadeiro, do desafio, de arriscar.
Quero paixão ardente, comida quente, beijos molhados e demorados, voltas ao mundo, amores de cinema, sorvete com muita, muita calda de chocolate.
Quero praias desertas, mistérios e descobertas, festas sem fim, ducha fria no verão, calor de cair no rio, amor na chuva, na cama, amor na vida, a vida inteira.
Quero cinema completo, com pipoca e arrepio, quero montanha russa, surpresa, aniversário. Adoro aniversário. Quero muitos presentes, brigadeiro, beijinho, e não importa a idade, quero "parabéns" e velinha.
Quero conversa, andar de bicicleta, passear de mãos dadas.
Quero flerte, quero paixão, quero dar risada.
Mas não quero nada morno, sem tempero ou parado.
Quero viver a vida, apostar no tudo, ser feliz e fazer feliz quem cruzar meu caminho.
Só assim a vida vale, de outra forma, para mim, não vale nada.

Prefiro não me apegar ao amor de ninguém, amor pra mim tem prazo de validade, hoje a pessoa diz que te ama, amanhã arruma uma pessoa melhor e não fala mais com você.

Um coração ferido por amar errado ou amar sozinho, não volta a ser o mesmo jamais, sempre irá existir as cicatrizes e toda vez que ele desejar bater por um novo alguém se lembrará de quão difícil é se recuperar de uma decepção, quão doloroso é descobrir que só ele amou na relação , quão massacrante é descobrir que ele foi usado e descartado por alguém que só o adotou por um tempo e depois o abandonou em uma pista qualquer…Enfim sempre existirá o medo de amar demais, dar amor demais e receber de menos…

— Meu coração fez uma biografia e eu decidi ler.

Obrigado por fingir que era meu amigo. Obrigado por não estar lá quando eu precisei de alguém pra conversar comigo sobre meus problemas. Obrigado por nunca retornar minhas ligações, você não imagina o quanto isso me magoou. Obrigado por não confiar em mim, e nunca deixar que eu confiasse em você. Obrigado por sempre fingir que tudo era perfeito quando tudo estava uma droga. Imagino que fingir que tudo estava perfeito até que de alguma forma, essa farça se tornasse realidade era o único jeito de alguma coisa estar bem pra você... Obrigado por fingir que você se importava comigo, e por sempre perguntar sobre a minha sanidade, mesmo que você nunca estivesse interessado. Obrigado por nunca dar a mínima pros meus sentimentos. Obrigado por nunca dizer "eu te amo" como se você estivesse falando sério. Obrigado por sempre deixar claro que eu não deveria acreditar nas coisas que você me dizia. Obrigado por ser uma pessoa fria. Obrigado por sempre me fazer chorar até dormir, obrigado por sempre tirar meu sono. Obrigado por se fazer de perfeito e depois mostrar todos os seus defeitos de uma vez só. Obrigado por me fazer chorar de irritação, obrigado por nunca me deixar com boas lembranças suas. Obrigado por ser tão falso, obrigado por aceitar a minha falsidade sempre que eu disse todas aquelas coisas amáveis que agora eu vejo que só disse por obrigação... Obrigado, assim você só facilitou as coisas pra mim, pensando assim é muito mais fácil apagar você da minha vida. Eu agradeço muito.

Me odeie por quem eu sou, eu não ligo. Pelo menos eu não estou fingindo ser uma coisa que eu não sou.

Não busque pessoas perfeitas por que não somos, busque apenas pessoas que te valorizam.

Conquistar um coração não significa que ganhou um amor, mas sim, que precisa nutri-lo diariamente para merecê-lo.

Se não pode com minhas curvas, não cruze minha estrada!

Não te Amo

Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n 'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

Almeida Garrett
GARRETT, A. Folhas Caídas. Mem Martins: Europa-América. 2ª ed. 1987