Nao me Comove mais
Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...
Se existo a virtude é pensando.
Nada mais tenho certeza que as ideias sao livres,
Nada neste mundo se cria se copia se compartilha,
Mesmo o fogo renasce cada instante das nossas vidas mais fogo é mesmo que começou a evolução humana.
Pense e critique pois existência uma só errar humano aprender com erros te faz transcender os problemas te faz evoluir.
O Espelho do Vazio
Por Celso Roberto Nadilo
Cavas dos seres mais profundos, na ilusão do ser fanático: eu.
Premissa do eu, epílogo e epifania desnaturada; o oblíquo de se ser.
As flores no fundo da alucinação coletiva são luzes mortas,
um aglomerado de estrelas que caem e morrem dentro de sóis recém-nascidos,
diante da radiação cósmica e das ondas de rádio que viajam pelo espaço.
O ser "eu" é um pingo no oceano de anomalias,
o despertar do desconhecido.
Seres obliteram os formatos de novas conexões nas constelações.
Como a água que deságua na cachoeira,
vemos o algoritmo ser envolvido por imagens de IA,
num mundo oriundo das virtudes e da gravidade de uma supernova.
Os sentimentos são expostos pela luz capturada na imensidão;
um evento massivo no horizonte de tantas possibilidades.
Mas o "eu" aparece em meio ao que sou, nos limites do espaço comum.
Os ossos parecem a luz contida em estruturas de Dyson.
Enquanto a estrutura se divide entre passado e futuro,
construímos cubos dentro de cubos.
As asas da evolução tornam-se o barco de outras eras que encontrou as Américas.
Atento, o ser flui pelas heranças do destino.
O ar comprime o peito quando o fôlego falta.
No inferno do horizonte, somos apenas pequenos lampejos de pensamento;
abrimos portas num arco do esquecimento.
Lábios rachados pelo frio intenso.
A fumaça parece sair de um filme, e o vazio grita no silêncio.
Tento compreender melhor: a mesma luz cálida que inflama a alma se torna olvido.
Tentamos enxergar o horizonte de eventos.
Trazendo o espelho, olho para o desejo de despertar diante de mim
— o algoritmo que ressoa pelas linhas do tempo.
Frágeis sensações nos aspectos da penumbra.
Os braços cansados no exato momento em que acordamos.
Nos lapsos da memória, somos os olhos que observam as sombras,
enquanto a alma permanece doce diante dos sentimentos que invadem os pensamentos,
fragmentados pelo cansaço de caminhar em uma estrada de informações.
Vemos aglomerados urbanos que se transformam no próprio espaço,
amarrados ao fluxo do tempo.
O expurgo de ideias nasce da sensação do que somos diante do todo;
o "eu" espairece no "eu".
De repente, sons atravessam a madrugada,
dando a impressão de que o mundo desaparece
diante do universo de almas cansadas que acordam e dormem,
perdidas na solidão das estrelas.
No frio do deserto, ainda podemos observar os sonhos que nos restam.
Diante da esperança, temos a conexão entre o espelho do vazio e a urgência de existir.
No vácuo do espaço, as lágrimas secas revelam uma voz rouca que clama pela vida.
No mesmo momento, revelo as forças que a madrugada me entrega.
Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.
Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.
Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.
Teoria Poética na Poeira do Espaço
O buraco negro nada mais é que uma panela de pressão se consumindo até acabar a água quente, enquanto o espaço vazio, refletido em alta velocidade, se torna um mero borrão.
O núcleo gira tão rápido que a constante se transforma em um fenômeno visual: anéis de uma massa faminta orbitando a uma velocidade colossal. Daqui de dentro, parecemos olhar pela janela de um trem em movimento, onde o reflexo se projeta como uma onda contínua de espaço e matéria.
A realidade se molda à visão de quem a observa. A mente impõe desafios e verdades relativas — válidas até que se prove o contrário. Cada verdade constrói um pensamento dentro de outra verdade, desde que fundamentada no conhecimento. E esse conhecimento nos lembra de algo fundamental: o núcleo só existe porque antes existiram teorias, possibilidades e probabilidades.
Trata-se da verdade reconhecida por sua própria base: a causa e o efeito; a soma necessária para se obter um resultado. Tudo o que vemos parece um quadro binário, até que a curiosidade nos força a enxergar a multirealidade e a imaginar como é, de fato, o vácuo da imensidão.
Quem está dentro da caixa sente-a chacoalhar. Não sabe o que há lá dentro; apenas ouve e espia pelas frestas. Ao escutar o tik-tak, tik-tak, a associação mental deduz que se trata de um relógio. Mas vivemos em um jogo de caixas pretas — uma dentro da outra — onde até um brinquedo chinês pode simular o tempo. A própria observação, no entanto, altera o resultado: o brinquedo está quebrado porque o ato de observar o quebrou.
O buraco negro é uma passagem tridimensional para outro plano de existência; um funil que deságua em um buraco branco através de uma ponte de minhoca. O pulsar é a simplicidade abandonada pelo pensamento da antimatéria. É a matéria escura que preenche as lacunas enquanto a caixa balança. A compreensão está perto ou longe daquilo que ouvimos?
O buraco na caixa é a toca do coelho: outra passagem no tempo-espaço para a interação da matéria escura. Olhamos para o microcosmo e vemos a partícula colapsar pelo simples ato de testemunharmos sua existência. A relatividade do emaranhamento quântico nos faz pensar no tik-tak, enquanto olhamos para a própria mente tentando decifrar os lampejos neurosinápticos dos neurônios.
É um pensamento denso, complexo, mas a caixa continua lá, flutuando no vazio do espaço.
Ela nos mostra a gravidade em plena ação: dobrando o espaço, curvando o tempo e alinhando pensamentos que nada mais são do que fragmentos desse mesmo tik-tak. Como olhar para dentro da caixa sem saber qual brinquedo foi quebrado? Olhamos espantados para os resultados. A genialidade consiste em aplaudir o nexo temporal — a percepção de que o tempo foi apenas um borrão no espelho multiversal da física.
O efeito da causalidade pode ser visto na gravidade; ouvimos os sussurros de nossas próprias mentes enquanto encaramos a caixa. Enquanto isso, no microuniverso, vemos espelhos quânticos. A vida emerge sem que tenhamos dimensão da ação lógica da gravidade. Quando as dimensões balançam a caixa, ouvimos os ecos mais humanos — as vozes de "papai, papai" e "mamãe" — e vemos aglomerados de estrelas serem absorvidos por nossa consciência.
Essas experiências nos dão a informação exata do tik-tak. As dimensões infinitamente sobrepostas finalmente dão sentido à escuridão do buraco negro e à gravidade sendo consumida por um núcleo em colapso.
Diante do complexo inigualável da gravidade, olhamos para dimensões menores. Os lampejos dos neurônios dão o tom dos sons que ecoam na mente. Nesse instante caótico, avançamos pela escuridão dos nossos próprios pensamentos — feitos, afinal, de fragmentos de estrelas.
Nossos pensamentos viajam na luz e no espaço, dando sentido às teorias. E o espelho temporal, envolto em nossas memórias, revela-se em elipses de espaço e tempo na constante e infinita construção do universo.
Ainda sentimos o roubo de nossas almas quando tiramos uma foto.
Lapidado o espaço e o tempo numa convergência de memórias.
— Por Celso Roberto Nadilo
A consepção de uma inovação é menos parecida com o big bang e mais próxima a estrutura de uma cebola.
Por mais disruptiva que seja, foi concebida por camadas de ideias em torno de um conceito e não de uma exoplosão única e casual.
Arte
É a expressão mais elevada,
completa e complexa,
pela qual o seres humanos
podem expressar as suas ideias,
emoções e visão do mundo
Rhodium - Ródio
É metal precioso
tem mais valor que o Ouro!!
Por isso,caro,
Muito raro ,
e cobiçado!
É metal transição.
Encontrado pelo casal
Pierre e Marie Curie
Numa escavação.
Rhodium da família da Platina
Por isso ,ele chega e fascina!
Na joalheria para fazer o brilho
na joia de ouro branco.
Gera estilo e encanto!
E também, dá resistência a peça!
Para o consumidor isso interessa!
Na automotiva está no compressor
de escape do veículo .
Evita a poluiçãodo ar
nas grandes cidades.
Isso é Verdade!!
Na Cirúrgica, Rhodium
Fica no "Podium"
Está nas Clínicas e hospitais
Na instrumentação e muito mais...
Agora ,Rhodium é da hora!
Viaja pelo mundo afora!
A humanização
é o estágio
mais perfeito
para vivenciar_se
todo tipo
de relacionamento.
E ponto chave
para que haja
segurança em todos
os ambientes.
Tem Trem
Repensar esse transporte antigo,
Modernizado
ele passa a ser mais amigo !
As linhas férreas
são suas ruas e avenidas
Transporte aprovado
para toda vida.
O Tinhoso é um Gênio: arregimentou as almas inocentes para salvar o país e nunca mais parou de tentar rifá-lo
para se salvar.
Talvez essa seja uma das mais antigas ironias da história.
O mal raramente se apresenta como tal.
Quase sempre veste a roupa da virtude, empunha a bandeira da esperança e promete um futuro grandioso.
Não seduz pelo medo, mas pela convicção de que existe uma causa tão nobre que justifica qualquer excesso.
Quando pessoas deixam de pensar por conta própria para acreditar cegamente em quem se diz dono da verdade, deixam de defender princípios e passam a defender pessoas.
Nesse instante, a pátria deixa de ser um bem comum para se tornar propriedade de um projeto, de uma ideologia ou de um líder.
É aí que a armadilha se fecha.
Em nome de “salvar o país”, toleram-se abusos.
Em nome da “causa maior”, relativizam-se injustiças.
Pelo “bem”, aceita-se o mal como um mal necessário.
E, sem perceber, aqueles que acreditavam lutar pela liberdade acabam ajudando a construir as correntes que um dia também os prenderão.
O mais inquietante é que essa lógica não pertence a uma época nem a uma ideologia específica.
Ela se repete sempre que a paixão substitui a razão e a idolatria ocupa o lugar da consciência.
O fanático nunca percebe quando deixa de servir à verdade para servir ao próprio ego de quem conduz a multidão.
O Tinhoso não precisa convencer a todos.
Basta convencer os mais fervorosos.
Eles fazem o restante do trabalho, transformando dúvidas em heresias, críticas em traição e adversários em inimigos absolutos.
Assim, a divisão cresce, a confiança desaparece e o país, que deveria ser protegido, torna-se apenas moeda de troca para a sobrevivência de grupos que juram representá-lo.
No fim, a maior vitória do mal talvez não seja destruir uma nação, mas convencer pessoas honestas de que qualquer sacrifício vale a pena, desde que seja feito em nome da salvação.
Porque, quando os princípios são abandonados para preservar líderes, já não se está salvando o país.
Está-se apenas tentando salvar aqueles que aprenderam a usá-lo.
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