Nao me Comove mais
Por mais motivos que eu tenha para sorrir, em meio ao meu sorriso sempre haverá o reflexo da tua presença... ÚNICA! Por mais que tua presença seja saudade, tua essência está eternizada em mim.
Flávia Abib
Na minha concepção, ter Paz é sentir-se mais Leve!
Como conseguir isso?
Através da "limpeza" de pensamentos, sentimentos e atitudes. Ter/praticar ações que deixe-me em Paz!
Estar Serena, sem medo, culpa ou qualquer sentimento que incomode-me.
Sentir-se Purificada! Sem máculas, manchas ...De cabeça erguida!
Muitos dizem que o ano do vestibular é o mais importante de nossas vidas. Mentira! É apenas mais um de varios que veem pela frente. A unica coisa que ele vai determinar é o valor do seu contra-cheque....
A chuva cai, mas o vento é canção
O tempo ensina a ter mais paixão
Entre tropeços, risos e paz
É contigo que tudo se refaz - Frase da música Dia Após Dia do dj gato amarelo
Os melhores sorrisos,
os melhores abraços
são os nossos!
A mais linda história de amor
está sendo escrita
com duas letras que
representam felicidade!
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
… mas uma coisa boa, boa mesmo seria ter agora um pouco mais de atitude. Atitude para mudar de vida, abandonar os velhos costumes já enferrujados de tanto se repetirem e sorrir um pouco mais. Esses dias cinzentos já passaram da hora de terminar.
Ás vezes preciso desse bate papo com o coração. Ás vezes preciso escutá-lo mais, ao invés de apenas fingir que tô prestando atenção. Ele entra no meu quarto, se acomoda na cama, coloca em cheque minhas escolhas. Aponta, aponta, faz anotações e esclarece: 'menina, vê se cresce e ama com mais razão'. Ás vezes ouço, ouço com clareza. Ás vezes coloco o fone no ouvido e grito: 'dessa vez NÃO'.
Se um dia Deus nos perguntar sobre o que mais sentimos falta na terra. Responderemos: “Nossos caminhos e memórias”
E quando nada mais restar,
que fiquem as lembranças.
Que tudo seja como a brisa,
que sopra leve e se vai.
Deixar-se sensibilizar é um ato de coragem: quem se permite sentir profundamente vive com mais sentido, empatia e verdade.
Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.
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