Nao Magoe uma Mulher

Cerca de 774748 frases e pensamentos: Nao Magoe uma Mulher

Quero tornar-me aquilo que sou: uma criança feita de luz.

É necessário que os princípios de uma política sejam justos e verdadeiros.

Muitas vezes uma cidade inteira pagou por um homem mau.

O acaso é uma palavra inventada pela ignorância.

Qualquer carreira no mundo artístico é uma montanha-russa, e muitos sucessos resultam da combinação de várias circunstâncias felizes. Mas deve existir algo mais também.

Antes de desejarmos fortemente uma coisa, devemos examinar primeiro qual a felicidade daquele que a possui.

No mundo, a tirania e a injustiça começaram por uma coisa infinitamente pequena.

Quando uma pessoa má pratica o bem, pode avaliar-se por tal esforço todo o mal que prepara.

Nenhum lugar proporciona uma prova mais evidente da vaidade das esperanças humanas do que uma biblioteca pública.

Infringir a tradição também é uma tradição.

Entrei para a associação dos casados anônimos. Quando me dá vontade de casar, eles mandam-me uma mulher de roupão e rolinhos no cabelo, para me queimar a torrada.

Explicar o que é responsabilidade para publicitários é como tentar convencer uma pessoa de 8 anos que relações sexuais são bem mais gostosas do que um sorvete de chocolate.

Ninguém consegue ser subversivo após uma feijoada.

Nenhum gênero epistolar é menos difícil do que uma carta de amor: apenas é preciso amor.

Ter falta de amizades é muito mais consequência da secura de coração do que resultado de uma força de alma superior.

A coragem é uma coisa que se organiza.

no mesmo galho
uma formiga a passeio
outra a trabalho

As mulheres e os elefantes nunca esquecem uma ofensa.

Já escrevi e estou sempre disposto a voltar a escrever o seguinte, que se me afigura de uma evidente verdade: "É com os bons sentimentos que se faz a má literatura." Nunca disse, nem pensei, que só se fazia boa literatura com maus sentimentos.

Lamentares a sorte dos que morreram é uma forma oblíqua e subtil de te julgares imortal.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992