Nao Magoe um Alguem

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Não conseguimos livrar-nos de uma coisa evitando-a, mas apenas atravessando-a.

A política é uma praga tal que eu aconselho todos a não se meterem nela.

Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão.

No edifício do pensamento não encontrei nenhuma categoria na qual pousar a cabeça. Em contrapartida, que belo travesseiro é o Caos!

Para mim, não há nada mais importante no futuro que o desenho. É a alma de tudo o que é criado pelo homem.

Querer saber - o que parece tão difícil - se não é errado, entre tantos seres vivos que praticam a violência, ser o único ou um dos poucos não violentos, não é diferente de querer saber se seria possível ser sóbrio entre tantos embriagados, e se não seria melhor que todos começassem logo a beber.

A economia é uma virtude distributiva e consiste não em poupar mas em escolher.

O álcool tira as ilusões. Depois de alguns golos de conhaque já não penso em ti.

Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma.

Antes de se amar profundamente, não se viveu ainda; e, depois, começa-se a morrer.

Não gosto do trabalho, ninguém gosta; mas gosto do que é no trabalho a ocasião de se descobrir a si próprio.

A mente não deve ser modificada pelo tempo e pelo lugar. / A mente é o seu próprio lugar, e dentro de si / Pode fazer um inferno do céu, do céu um inferno.

Devemos chorar as pessoas à nascença, e não aquando da sua morte.

Falar de touros não é a mesma coisa que entrar na arena.

O que é, afinal, uma erva daninha senão uma planta da qual ainda se não descobriram as virtudes?

Não é o amor que se deveria pintar de olhos vendados, mas sim o amor-próprio.

Pois a flecha não fere os covardes.

O único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum.

O mundo não será feliz a não ser quando todos os homens tiverem alma de artista, isto é, quando todos tirarem prazer do seu trabalho.

Auguste Rodin

Nota: Trecho do texto conhecido com o "Testamento" (1911) de Rodin, reproduzido em "Histoire Générale de L'art Franc̜ais de la Révolution à nos Jours", de André Fontainas e Louis Vauxcelles, 1922 (volume 2, p. 259-261).

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Não arriscar nada é arriscar tudo.