Nao Magoe um Alguem
(...)é como um começo sem fim: Ser feliz em um agora,sentindo o depois do para sempre; que achamos que é o amor que é amar(...)"
As vezes me sinto um náufrago
Sem saber o que fazer
Sem saber para onde ir
Só deixar a maré que é a vida
Me levar.
O amor é a peça principal de um quebra-cabeças que une duas pessoas para serem felizes para o resto da vida.
Terminei de Ler "O Demonologista" de Andrew Peper. A luta do bem e do mal, um livro de Terror, com uma pitada de Medo, o livro segue um caminho, sobre as mazelas da vida e vicissitudes encontradas ao longo de sua trajetória como ser humano, mortal, e isso faz o protagonista embarcar nos seus silogismos entre o certo e errado, realidade ou paranoia, o leitor escolhe. Não vamos esquecer que todas as referências sobre o Diabo e Deus são tirados do Clássico PARAÍSO PERDIDO de John Milton.
Cesário Verde!
Autor de apenas 35 poemas, Cesário é tido e havido como um dos três mais importantes poetas portugueses do século XIX. Os outros dois são Antero de Quental e Camilo Pessanha.
Isso, que fique claro, segundo Fernando Pessoa, que dispensa comentários.
Meu contato com Cesário se deu, primeiro, no antigo 2º grau e, depois, no curso de letras. Mas o interesse, de fato, pela produção poética dele é mais recente e foi motivado por um livrinho, que me chegou de Portugal pelas mãos de Alessandra Lisboa. Tudo a ver.
A partir daí, não só li a obra dele – pequena, mas substancial – como também venho lhe dedicando alguma homenagem – pequena, mas sincera – na forma de crônica ou artigo, grato que sou à oportunidade de ter conhecido alguém tão caro à literatura portuguesa. À literatura brasileira, também, por que não?
Dele, estas "Manias" tão atuais que tenho o prazer de compartilhar com vocês:
O mundo é velha cena ensanguentada.
Coberta de remendos, picaresca;
A vida é chula farsa assobiada,
Ou selvagem tragédia romanesca.
Eu sei um bom rapaz, - hoje uma ossada -,
Que amava certa dama pedantesca,
Perversíssima, esquálida e chagada,
Mas cheia de jactância, quixotesca.
Aos domingos a deia, já rugosa,
Concedia-lhe o braço, com preguiça,
E o dengue, em atitude receosa,
Na sujeição canina mais submissa,
Levava na tremente mão nervosa,
O livro com que a amante ia ouvir missa!
As pessoas em sua maioria tendem a errar. Um erro pode ser fatal dependendo de como é feito e o que se faz no final com ele.
Os humanos são como atores no teatro chamado terra.A terra é como um campo de concentração onde vivemos pra guerra.
Desenhar um sonho
Quero desenhar um sonho
com brilho, cor e som...
Num olhar invisível de carinho
ao ritmo de alguma emoção
no Azul de um caminho
que dança no meu coração.
Sem pincel nem tela
quero fazer-me uma pintora,
criando o quadro que habita nela
colorindo-o de eterna sonhadora.
Rabiscando esboços de sentimentos
tento formas de Amor e Amizade
perpetuando mínimos momentos
sonho... sonhos serem uma realidade.
Às vezes sou como um homem de papel...
Já fui escrito por diversas histórias de diversas mãos.
Já rasurei alguns erros escritos, mas que ainda assim estão marcados em mim.
Já tive bons escritores, que já não se fazem mais presentes;
Porém, alguns ainda continuam escrevendo.
Já pensei diversas vezes que o fim da minha história estaria próximo.
Mas o que aprendi ao longo do tempo, é que toda história termina com um ponto final.
Não com uma virgula, ou ponto e virgula, mas com um ponto final.
Não sei como ou quando será escrito o meu fim.
Mas seja como for, as histórias que foram escritas valeram a pena serem lidas.
Reverenciar a natureza é um ato de respeito pelo seu princípio é dançar e reconhecer, fazer parte dela.
Quando existe algo que incomoda,mesmo sem transmitir,do silêncio mais profundo,lidos são,cada detalhes,sem tentar fugir . Gesto nobre ,seja breve , mude atitudes de pensamentos ,porque todos os véus ,lhe serão tirados ,sem escolhas e tempo ,para chorar pelo que perdeu,mas reconhecer o que não soube dar valor.
"Existe uns momentos na nossa vida que um fim, pode dizer que um ótimo recomeço é mais que possível é certeza!"
O ego é um subproduto do viver com os outros, ele é dado de graça sem aviso prévio e sem prescrição . É um fenômeno cumulativo e vive continuamente em busca de atenção, de alguém que o aprecie ou "muitos alguéns". Não vejo problema se durante o caminho da busca do seu próprio eu , o ego seja utilizado como uma ferramenta para o autoconhecimento . O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso . E a partir deste pensamento se entende que o ego não precisa ser jogado fora pois corre-se o risco de incubar um outro ego que agora o diz : "Sou humilde
O pequeno errante Arameu, desce um morro e comtempla o horizonte, de longe cai a mesma chuva cinza que tanto lhe persegue e dificulta o caminhar...
Por um segundo imagina o céu como antes, a vida como antes...
O Sol o ar puro e as pessoas ...
Há as pessoas essas sim, conclui o Arameu, são o que lhe mais fazem falta...
Muito embora o fardo de andar le seja pesado, alivia a lembrança dos momentos...
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