Nao Magoe um Alguem

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Noite de um inverno

De repente, sinto que estou triste.
Triste pelo que sou,
Triste por tudo que não fui.
Mas, não me aborrece
Essa tristeza ,que vem
E que flui através
Do cinza-azulado da fumaça
Do cigarro, projetada no teto
Mal pintado de meu quarto.
O silêncio amigo que habita
Meu apartamento
Divide comigo o frio da noite,
Que também se vai.
Penso em voltar, penso em partir,
Em estar contigo,
Em dividir essa tristeza
A dois…
Que grita dentro de mim,
Dentro do quarto quieto,
Frio, de ar viciado
De teto mal pintado.
Vejo as marcas incertas
Do pincel,
Como a arranharem
Também dentro de mim
A saudade do que era
E a ansiedade do que será.
Fecho os olhos,
Molhados
E penso num poema que faria,
Se meus olhos molhados
Não estivessem cansados,
Fechados,
Tentando esquecer
Essa tristeza….

E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.
- Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para cadeia!
- Não era para mim não. Era para vender.
- Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!
- Mas eu vendia mais caro.
- Mais caro?
- Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
- Mas eram as mesmas galinhas, safado.
- Os ovos das minhas eu pintava.
- Que grande pilantra...
Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.
- Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
- Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio.
Ou, no caso, um ovigopólio.
- E o que você faz com o lucro do seu negócio?
- Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
- Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está
milionário?
- Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
- E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
- Às vezes. Sabe como é.
- Não sei não, excelência. Me explique.
- É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa.
Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui preso, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.
- O que e isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
- Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
- Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

O AMOR DEIXA MUITO A DESEJAR

A Rita Lee fez uma música com a letra tirada de um artigo que escrevi, sobre amor e sexo.
A música é linda, estou emocionado, não mereço tão subida honra, quem sou eu, quase enxuguei uma furtiva lágrima com minha "gélida manina" por estar num disco, girando na vitrola sem parar com Rita, aquela hippie florida com consciência crítica, aquela hippie paródica, aquela mulher divinamente dividida, de noiva mutante ou de cartola e cabelo vermelho que, em 67, acabou com a caretice de Sampa e de suas lindas "minas" pálidas.

A música veio mesmo a calhar, pois ando com uma fome de arte, ando com saudade da beleza, ando com saudade de tudo, saudade de alguma delicadeza, paz, pois já não agüento mais ser apenas uma esponja absorvendo e comentando os bodes pretos que os políticos produzem no Brasil e o Bush lá fora. Ando meio desesperançado, mas essa canção de Rita trouxe de volta a minha mais antiga lembrança de amor. Isso mesmo: a canção me trouxe uma cena que, há mais de 50 anos, me volta sempre. Sempre achei que esse primeiro momento foi tão tênue, tão fugaz que não merecia narração. Mas, vou tentar.

Eu devia ter uns 6 anos, no máximo. Foi meu primeiro dia de aula no colégio, lá no Meier, onde minha mãe me levou, pela Rua 24 de Maio, coberta de folhas de mangueira que o vento derrubava. Fiquei sozinho, desamparado, sem pai nem mãe no colégio desconhecido. No pátio do recreio, crianças corriam. Uma bola de borracha voou em minha direção e bateu em meu peito. Olhei e vi uma menina morena, de tranças, com olhos negros, bem perto, me pedindo a bola e, nesse segundo, eu me apaixonei. Lembro-me de que seu queixo tinha um pequeno machucado, como um arranhão com mercúrio-cromo, lembro-me que ela tinha um nariz arrebitado, insolente e que, num lampejo, eu senti um tremor desconhecido, logo interrompido pelo jogo, pela bola que eu devolvi, pelos gritos e correria do recreio. Ela deve ter me olhado no fundo dos olhos por uns três segundos mas, até hoje, eu me lembro exatamente de sua expressão afogueada e vi que ela sentira também algum sinal no corpo, alguma informação do seu destino sexual de fêmea, alguma manifestação da matéria, alguma mensagem do DNA. Recordando minha impressão de menino, tenho certeza de que nossos olhos viram a mesma coisa, um no outro. Senti que eu fazia parte de um magnetismo da natureza que me envolvia, que envolvia a menina, que alguma coisa vibrava entre nós e senti que eu tinha um destino ligado àquele tipo de ser, gente que usava trança, que ria com dentes brancos e lábios vermelhos, que era diferente de mim e entendi vagamente que, sem aquela diferença, eu não me completaria. Ela voltou correndo para o jogo, vi suas pernas correndo e ela se virando com uma última olhada.

Misteriosamente, nunca mais a encontrei naquela escola. Lembro-me que me lembrei dela quando vi aquele filme Love Story, não pelo medíocre filme, mas pelo rosto de Ali McGraw, que era exatamente o rosto que vivia na minha memória. Recordo também, com estranheza, que meu sentimento infantil foi de "impossibilidade"; aquele rosto me pareceu maravilhoso e impossível de ser atingido inteiramente, foi um instante mágico ao mesmo tempo de descoberta e de perda. Escrevendo agora, percebo que aquela sensação de profundo "sentido" que tive aos 6 anos pode ter marcado minha maneira de ser e de amar pelos tempos que viriam. Senti a presença de algo belíssimo e inapreensível que, hoje, velho de guerra, arrisco dizer que talvez seja essa a marca do amor: ser impossível. Calma, pessoal, claro que o amor existe, nem eu sou um masoquista de livro, mas a marca do sublime, o momento em que o impossível parece possível, quando o impalpável fica compreensível, esse instante se repetiu no futuro por minha vida, levando-me para um trem-fantasma de alegrias e dores.

Amar é parecido com sofrer - Luís Melodia escreveu, não foi? Machado de Assis toca nisso na súbita consciência do amor entre Bentinho e Capitu:
"Todo eu era olhos e coração, um coração que desta vez ia sair, com certeza, pela boca."
Isso: felicidade e medo, a sensação de tocar por instantes um mistério sempre movente, como um fotograma que pára por um instante e logo se move na continuação do filme. Sempre senti isso em cada visão de mulheres que amei: um rosto se erguendo da areia da praia, uma mulher fingindo não me ver, mas vendo-me de costas num escritório do Rio... São momentos em que a "máquina da vida" parece se explicar, como se fosse uma lembrança do futuro, como se eu me lembrasse ali, do que iria viver.

Esses frêmitos de amor acontecem quando o "eu" cessa, por brevíssimos instantes, e deixamos o outro ser o que é em sua total solidão. Vemos um gesto frágil, um cabelo molhado, um rosto dormindo, e isso desperta em nós uma espécie de "compaixão" pelo nosso próprio desamparo, entrevisto no outro.

A cultura americana está criando um "desencantamento" insuportável na vida social. Vejam a arte tratada como algo desnecessário, sem lugar, vejam as mulheres nuas amontoadas na internet. Andamos com fome de beleza em tudo, na vida, na política, no sexo; por isso, o amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver. Todas essas tênues considerações, essas lembranças de lembranças, essa tentativa de capturar lampejos tão antigos, com risco de ser piegas, tudo isso me veio à cabeça pela emoção de me ver subitamente numa música, parceiro de Rita Lee, "lovely Rita", a mais completa tradução de São Paulo, essa cidade cheia de famintos de amor.

Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor.

" Cuidado com quem você confia... Lembre-se que o diabo era um ANJO ... "

Um viva ao álcool, a causa e a solução de todos os nossos problemas!

Na Dúvida

Hoje sei que te amo
amanhã pode ser um engano.
Mas pode ser também
que eu diga que te amo muito mais.
Mas vou tentar te querer, pode ser?

Mas pode ser que eu suma,
que eu me esconda,
que eu fuja ou
que eu nunca mais apareça.
Se for assim quero que me esqueça,
se cuide e que você cresça.
Olha na direção do seu nariz e seja feliz,
contente consigo mesma.
Porque o mundo não acaba hoje
e nem no dia em que dá tudo errado
ele acaba no dia que você acaba.
Por isso enquanto viver, viva!

Mas eu juro.
Eu queria dizer que te amo
mas não é isso que amo fazer,
sem ter a certeza de que quero te ter.
Juro que o meu sonho
é gritar para o mundo que encontrei meu amor.
Falar pra todos que hoje
eu sei quem sou.
Que eu tenho uma grande mulher do meu lado
e que vou ser seu eterno namorado.

A consciência é a bússola de um homem.

Vincent van Gogh

Nota: Trecho de carta ao irmão Theo, escrita em dezembro de 1882.

‘‘A pior coisa que pode acontecer a um homem é pecar e ainda assim ser feliz.’’

Descubra do que você tem fome. É um desperdício imperdoável passar a vida empanzinado daquilo que não nos sacia.

Sarah Westphal

Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.

Feche os olhos e finja que é só um sonho ruim, é assim que eu faço.

Capitão Jack Sparrow

Nota: Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Um dia me disseram para ter paciência porque a saudade é um sentimento nobre que poucos podem ter...
Que somente as pessoas que realmente tem capacidade amar podem senti-lo...
Mas infelizmente tudo tem seu preço...
Porque quem sente saudade é sinal de algo no passado foi inesquecível...
É sinal de alguém não apenas passou por sua vida e sim que permanece... E que faz grande falta....

- Você trouxe um lobo para minha casa?
- Trouxemos um alfa.

Voilà! À vista, um humilde veterano vaudevilliano, apresentado vicariamente como ambos, vítima e vilão pelas vicissitudes do Destino. Esta visagem, não mero verniz da vaidade, é ela vestígio da vox populi, agora vacante, vanescida, enquanto a voz vital da verossimilhança agora venera aquilo que uma vez vilificaram. Entretanto, esta valorosa visitação de uma antiga vexação, permanece vivificada, e há votado por vaporizar estes venais e virulentos verminados vanguardeiros vícios e favorecer a violentamente viciosa e voraciosa violação da volição. O único veredito é a vingança, uma vendeta, mantida votiva,não em vão, pelo valor e veracidade dos quais um dia deverão vindicar os vigilantes e os virtuosos. Verdadeiramente, esta vichyssoise de verbosidade vira mais verbose vis-a-vis uma introdução, então é minha boa honra conhecê-la e você pode me chamar de V.

Preciso amar e ser amado

Eu vivo em um mundo de sonhos
onde meu Maior pesadelo é a realidade

Realidade essa de q eu não nasci pra ser feliz
muito menos ser amado, amado de verdade

É verdade que não sou amado como amo
mesmo assim nunca deixarei de amar como devo

Devo amar da melhor maneira possível
amar com toda sinceridade

Sinceridade é o que eu mais quero
Sinceridade é o que lhe peço

Peço que não me diga um "Eu te amo"
sem realmente me amar

Amar é o que eu mais faço
Amar é o que eu mas quero

Quero você aqui comigo
Quero você aqui me amando

Amando meu mundo fica completo
Amando tudo fica perfeito

O Perfeito não existe
è o que todos dizem

Dizem que o que passa em minhas veias
e faz meu corpo viver , é Sangue
no meu caso é diferente
O que passa em minha veias é amor
O Amor é vital para mim
Sem amor eu não vivo
Sem amor eu não existo.

Em uma folha de papel amarelo com linhas verdes
ele escreveu um poema
E o intitulou "Chops"
porque era o nome de seu cão
E era o que estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A
e uma estrela dourada
E sua mãe o abraçou à porta da cozinha
e leu o poema para as tias
Era o ano em que o padre Tracy
levava todas as crianças ao zoológico
E ele deixou que cantassem no ônibus
E sua irmãzinha tinha nascido
com unhas minúsculas e nenhum cabelo
E sua mãe e seu pai se beijavam tanto
E a garota da esquina mandou para ele
um cartão de Dia dos Namorados assinado com vários X
e ele teve de perguntar ao pai o que significava X
E seu pai deixou que ele dormisse na sua cama à noite
E era sempre lá que ele dormia
Em uma folha de papel com linhas azuis
ele escreveu um poema
E o intitulou "Outono"
porque era o nome da estação
E era o que estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A
e o pediu para escrever com mais clareza
E sua mãe não o abraçou à porta da cozinha
por causa da pintura nova
E as crianças disseram a ele
que o padre Tracy fumava cigarros
E largava as guimbas no banco da igreja
E às vezes elas faziam buracos
Que era o ano de sua irmã usar óculos
com lentes grossas e armação preta
E a garota da esquina riu
quando ele pediu para ver Papai Noel
E os garotos perguntaram por que
a mãe e o pai se beijavam tanto
E seu pai não o cobria mais na cama à noite
E seu pai ficou furioso
quando ele chorou por isso.
Em um pedaço de papel de seu caderno
ele escreveu um poema
E o intitulou "Inocência: Uma Questão"
porque a questão era sobre uma garota
E isso estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A
e um olhar muito estranho
E sua mãe não o abraçou à porta da cozinha
porque ele nunca o mostrou a ela
Foi o primeiro ano depois da morte do padre Tracy
E ele esqueceu como terminava
o Creio em Deus Pai
E ele pegou a irmã
se agarrando na varanda dos fundos
E sua mãe e seu pai nunca se beijavam
nem mesmo conversavam
E a garota da esquina
usava maquiagem demais
O que fez ele tossir quando a beijou
mas ele a beijou mesmo assim
porque era a coisa certa a fazer
E às três da manhã ele se aninhou na cama
seu pai roncava alto
É por isso que no verso de uma folha de papel pardo
ele tentou outro poema
E o intitulou "Absolutamente Nada"
Porque era o que estava em toda parte
E ele se deu um A
e um corte em cada maldito pulso
E se encostou na porta do banheiro
porque nessa hora ele não pensou
que poderia alcançar a cozinha.

Perdoe e esqueça. Quando você enterra um cão raivoso, nunca deixa a cauda dele de fora.

Se põe sua alma e seu coração em um sonho, o universo conspira para ajudar-te a consegui-lo.

Um brinde ao novo! A um recomeço com esperança e renovação

Bom como começar e recomeçar... que difícil mudar! Ir de encontro ao desconhecido e sair da rotina, do comodismo e enfrentar os medos. Mas para ser feliz precisamos buscar sempre o melhor.

Tantas coisas aconteceram nesses últimos seis meses que me fizeram rever minha vida e ver que para ser feliz mudar era preciso. Chorei, culpei pessoas, questionei a Deus e fiz muitos "porquês" a Ele, tantas coisas tinham acontecido e em tão pouco tempo, me senti completamente perdida nos acontecimentos e nos meus pensamentos, que pareciam não querer ficar dentro da minha cabeça e iam atropelando uns aos outros me fazendo parecer que ia enlouquecer com tudo aquilo!

Mas Ele me mostrou com paciência e com o tempo que era preciso tudo aquilo para que pudesse me abrir ao novo e hoje agradeço pelo aprendizado, pelas pessoas que me ajudaram, direta e indiretamente, e pelo amor com que fui cuidada por Ele nos momentos de angústias, onde era nos braços dEle que eu me acolhia.

Agradeço por me mostrar o melhor caminho, as melhores pessoas, as não confiáveis por mais que essa descoberta me fizesse sofrer, rever alguns valores, vontades e desejos, me fez querer ser uma pessoa melhor não só para com os meus, mas sim pra mim mesma.

Esses seis meses não foram só de "coisas ruins" muitas coisas boas aconteceram, e em maior número, grandes pessoas entraram na minha vida, outras que eu julgava fazer parte estão em quarentena! rs Sim parece estranho, mas é a mais pura verdade! São aquelas que você ainda questiona os prós e os contras se valem a pena ou não insistir.

Tive perdas inenarráveis! Algumas pessoas saíram de vez e deixaram saudades, outras já foram tarde! rs Algumas tentaram entrar, mas não obtiveram sucesso...

APRENDI com todas elas, consegui separar e escolher cuidadosamente quem eu quero das quem eu não quero na minha vida. Egoísta? Não! Apenas uma mulher, sim uma mulher com face de menina, querendo ser feliz e não somente passar pela vida sem perspectivas, sonhos, atitudes, histórias, sem nada pra oferecer muito menos condições de receber algo de bom de um outro alguém.

Decido que eu me escolho, não vou mais ir contra as minhas vontades e crenças para agradar um outro alguém. Essa sou e espero, espero não, exijo, ser respeitada, assim como vou respeitar até mesmo aqueles que em algum momento me desejam, desejaram ou fizeram algum mal.

Pode parecer hipocrisia o que estou escrevendo aqui, muitas pessoas vão pensar assim, vão até apontar e dizer que tudo não passa de uma imagem a ser vendida, a essas pessoas pouco me importa o que pensem! O que vale é o que eu estou sentindo... o resto é resto!

Mas haverá aquelas pessoas que permaneceram ao meu lado que conhecem e acreditam no meu caráter, a essas o meu muito obrigado, vocês fazem parte de mim e eu jamais me esquecerei disso.

O que vai ser daqui pra frente? Não sei!

O futuro a Deus pertence, e eu coloquei o meu ao dispor dEle! Fiz meus propósitos e eu tenho certeza de que serão concedidos quando for o momento certo, quando eu puder aproveitar com plenitude.

Enquanto isso vou seguindo meu caminho, com altos e baixos como todo mundo, mas satisfeita por ter conseguido dar o primeiro passo...

Feliz aniversário, meu amor!
Mais um ano se passou em tua vida, contudo, tenho a impressão de que o tempo não passou para nós dois.
Tua imagem ficou congelada nas páginas do tempo desde o primeiro dia em que te vi.
Serás para sempre o meu menino, aquele garoto gentil, educado, honesto e apaixonante que conheci e que continuo conhecendo dia após dia.
Sim, eu não me canso de repetir: eu te amo. Amo sem entender os rumos e caminhos escolhidos pelo coração.
Já não possuo mais o domínio do meu ser, minha paixão tomou posse da minha razão. Confesso, perdi o controle das minhas emoções.
E eu, que sempre sonhei em ser livre, em voar com as minhas próprias asas, foi então que tu apareceste. O amor aconteceu e inusitadamente encontrei a liberdade. Sim, encontrei nos teus braços e sob as estrelas a liberdade de amar.
O tempo passou e já não somos os mesmos, mas as lembranças do passado, do presente e os meus sonhos de construir uma vida ao teu lado são tão presentes que jamais teria a capacidade de esquecê-las.
Feliz aniversário, sim, feliz, porque para mim este dia é razão de alegria infinita.
Os sentimentos que invadem minha alma hoje se tornam inexplicáveis, porque nem mesmo esta poesia é capaz de traduzir esta data tão especial.
Hoje é tempo de paz, é a vida que deve ser celebrada, é a vida do homem que amo e que deverá ser contemplada por mim.