Nao Magoe um Alguem
📖 Um convite para ler...
Há livros que contam histórias. Outros despertam novos olhares para a vida.
"Fábulas para se ler além da escola" nasceu do desejo de mostrar que a literatura não pertence apenas à sala de aula. Ela mora nas conversas em família, nas descobertas das crianças, nos momentos de imaginação e nas reflexões que levamos para toda a vida.
Embarque nessa leitura, compartilhar essas fábulas com quem ama e permitir que cada página desperte valores, sensibilidade e o encantamento pelas palavras.
O livro está disponível gratuitamente para download em:
📚 https://janimedeiroseducacao.com.br/
Que esta leitura ultrapasse os muros da escola e encontre lugar no coração de cada leitor.
Bom dia, meu amor.
Que seu dia seja leve e cheio de paz.
Quando damos um pouco mais de tempo ao coração, enxergamos caminhos que antes não víamos.
Desejo que hoje lhe traga serenidade e boas inspirações.
Um beijo.
Aceitar a realidade machuca no primeiro momento, mas também tira um peso enorme dos seus ombros e abre espaço para a sua própria paz.
Em um pedacinho de tempo, um fragmento da vida,
Cada vírgula, cada linha, uma jornada compartilhada.
Na lista dos amigos, cada nome é uma estrela,
Brilhando no céu da nossa existência passageira.
Uma mensagenzinha, uma lembrança etérea,
Guardada como tesouro, um elo que não se quebra.
Antes de partir, deixamos nossas palavras,
Como sementes lançadas, no solo das memórias guardadas.
Se um dia eu não mais estiver, se a vida me levar,
Que essas palavras cheguem, como um abraço a consolar.
Não quero que pensem que abandonei, que me esqueci,
Cada amigo, cada riso, cada lágrima que vivi.
Mas às vezes, o destino cruel nos leva,
E da lista dos amigos, algumas almas se ausentam.
Três nomes que partiram, deixando um vazio,
Aceitar é difícil, dói como um desafio.
Então guardo essas lembranças, como um tesouro precioso,
Cada amigo que parte, deixa um legado valioso.
E mesmo na tristeza, encontro a luz,
Na lista dos amigos, cada nome é uma cruz.
Por isso, celebro cada encontro, cada momento compartilhado,
Na lista dos amigos, cada vínculo é sagrado.
E mesmo que o tempo passe, e a vida nos separe,
Nossas histórias permanecem, em cada verso a ecoar.
Resposta
Queria um cafuné e amor seu, só pediria isso e mais nada. O toque suave dos seus dedos em meu cabelo, como se cada fio fosse uma corda de violão, ressoando uma melodia de paz e aconchego. Ah, se eu pudesse ter pedido apenas isso, teria sido o suficiente para iluminar meus dias sombrios.
Deveria ter visto mais o sol se pôr. Deveria ter aproveitado mais aqueles momentos simples, onde o céu se tingia de cores que só o amor sabe pintar. Será que eu sei que você era mesmo tudo aquilo que me faltava? Hoje, nas entrelinhas do crepúsculo, vejo que sim, você era a peça que completava o meu quebra-cabeça de sonhos.
Hoje eu leio as poesias que eu fiz pra nós, cada verso carregado de uma esperança que parecia infinita. Não sei por que razão tudo mudou assim. Ficaram as canções e você não ficou. E nas melodias que ainda ecoam, sinto a ausência do seu ritmo, da sua voz.
Ainda lembro o que eu estava lendo, tentando encontrar nas páginas a resposta para o vazio que você deixou. Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz. E ainda espero resposta, como quem aguarda o desabrochar de uma flor em pleno inverno.
Quando chegar o momento, esse meu sofrimento vou cobrar com juros, juro. Não por vingança, mas por justiça ao coração que te amou sem medidas. Que coincidência é o amor, cruzando nossos caminhos em momentos tão precisos e, ao mesmo tempo, tão incertos.
A nossa música nunca mais tocou, e cada nota ausente é um lembrete do que perdemos. Pra que usar de tanta educação, pra destilar terceiras intenções, desperdiçando o meu mel? O amor verdadeiro não precisa de subterfúgios, de máscaras ou disfarces.
Devagarinho, flor em flor, você foi beijando novas primaveras, enquanto eu permaneci no outono do adeus. Entre os meus inimigos, beija-flor, encontrei a solidão como companhia constante, lembrando-me que o amor, de dentro pra fora, ainda é o que mais me define.
E Ele Será Amado
Um Hino à Perseverança e Cumplicidade no Amor Jovem
E ele será amado, eu sei,
Não só em dias de sol,
Mas nas tempestades que virão também.
Nem sempre são arco-íris e borboletas,
Mas é um acordo que nos ajuda a seguir,
Meu coração está cheio, e minha porta, sempre aberta,
Venha a qualquer hora que quiser.
Jovens somos, enfrentando mares emocionais,
O desejo constante de estar ao seu lado,
Oferecendo amor e apoio incondicionais.
Nós rimos juntos, brincamos na simplicidade,
E em cada momento, a cumplicidade se faz.
Desentendimentos virão, eu sei,
Mas nosso amor se fortalece,
Na vontade de estar juntos,
No desejo ardente de sua companhia.
Toda a sua beleza, cada sorriso,
Observarei com atenção e carinho,
Um amante dedicado, persistente,
Pronto para enfrentar qualquer tempestade.
O amor verdadeiro é paciente,
Persiste, mesmo diante de rejeições,
É a luz que guia, a força que inspira,
E ele será amado, com toda a intensidade,
Nos momentos de sol e nas noites sombrias.
Porque amar é estar presente,
É oferecer o coração,
E saber que, apesar de tudo,
O amor sempre prevalecerá.
Eu posso te amar,
mas quem me assegura
que esse amor encontraria em ti
um lugar para repousar?
Se o teu coração não quiser abrigo,
que destino teria o meu?
Eu posso te oferecer minhas marés,
minhas mariposas de ternura,
meus silêncios cheios de cuidado.
Mas o que me garante
que tu não deixarás tudo escapar
pelas frestas da tua distância?
Há amores que nascem pássaros
e outros que vivem como sombra.
O meu — este que te busca —
é feito de voo e entrega,
mas precisa de mãos abertas
para não se perder no ar.
Se não fores tu,
se teu peito não desejar,
que eu não me transforme em vento triste
rondando a tua porta.
Que eu aprenda a voltar para mim,
mesmo querendo tanto ficar.
Minha luz das estrelas, imenso e desmedido amor, que invade e fim.
Se eu pudesse eleger um amor puro, atravessaria os oceanos sob o infinito céu azul para encontrar-te, meu bem-querer.
E, se necessário fosse, mil vezes transporia a Linha do Equador, desafiando distâncias, ventos e destinos, somente para repousar meu olhar no teu.
Pelas horas silenciosas da noite, caminharia solitário, com a coragem serena de um samurai, percorrendo ruas e esquinas, na esperança de encontrar-te escondida em um simples e precioso "boa-noite".
A doidice invade-me a mente; então, faço-me milagreiro, recorro à alquimia dos sentimentos, na vã tentativa de curar o mal de mim, essa ausência que me consome e me faz sentir como quem vive faltando um pedaço da própria alma.
Abro a janela e contemplo a vastidão do Cerrado: o capim dourado, que no outono se reveste de tonalidades ainda mais nobres e formosas, capazes de seduzir até mesmo o mais errante dos corações ciganos.
Eu te devoro com a avidez de quem, após longa peregrinação, encontra enfim o alimento que lhe restaura a vida, como quem sacia a fome numa tigela de açaí oferecida pelos deuses da abundância.
É fato consumado, já não existe rota de fuga, nem refúgio possível.
O tempo acelerou seus passos, e eu não posso permanecer sem ti.
Tu és minha Flor-de-Lis, passado que me habita, presente que me ilumina, e futuro que me chama.
És a síntese de tudo o que fui, de tudo o que sou e de tudo o que ainda sonho ser.
Uma casa para morar,um doce lar para eu viver
Um lençol para eu me embrulhar, teu sangue para me aquecer
Teu coração para me bombear, tua mente para me entender.
Dentro de nós existe um universo que nem sempre conseguimos compreender. Guardamos sonhos que esquecemos, dores que escondemos e desejos que nunca revelamos. A maior descoberta de uma vida não é conquistar o mundo lá fora, mas ter coragem de explorar o mundo que existe dentro de nós.
-Jouberth Toffoli
Depois de algumas decepções, muitas pessoas trancam o amor dentro de um quarto da própria mente e jogam a chave para longe. O coração não deixa de sentir; apenas aprende a esconder seus sentimentos até acreditar que será seguro abrir essa porta novamente.
-Jouberth Toffoli
Às vezes, a mente já aceitou o fim, mas o coração continua revivendo tudo o que um dia fez sentido. É nessa distância entre razão e sentimento que nasce a saudade.
-Jouberth Toffoli
"A consciência tornou-se uma arte rara, um farol solitário em um mar de mentes anestesiadas. Triste é o tempo em que o homem escolhe vegetar em cativeiro, entregando o leme da própria alma a um comando digital. Vivem aprisionados no horizonte estreito de um cercadinho ilusório, onde a verdade foi achatada e o mundo deixou de girar."
"O pessoal acha que ser marginal exige um figurino específico, mas a verdade é que o crime gourmetizou! Tem marginal que usa Wi-Fi para espalhar fake news, tem o que faz Pix de rachadinha e o que sonega imposto jurando que é o ápice da cidadania. E para quem fica na internet defendendo esse combo de absurdos: parabéns pelo cargo de cúmplice no contrato de prestação de serviços da ilegalidade!"
O MEDO — E A CORAGEM DE RECOMEÇAR
Medo de quê?
Já reparou que vivemos em um mundo que, silenciosamente, tenta nos roubar a paz, a felicidade e até mesmo a capacidade de amar? Um mundo que transforma sentimentos naturais em motivos de insegurança e faz com que tenhamos medo de encarar aquilo que, no mais profundo de nós mesmos, sabemos ser verdade.
Temos medo das mudanças. Medo do desconhecido. Medo de perder. Medo de recomeçar.
E, muitas vezes, parece mais fácil permanecer infeliz em um lugar conhecido do que atravessar o abismo necessário para construir uma nova história.
Assim, pouco a pouco, tornamo-nos prisioneiros de um mundo que nos impõe regras que nem sempre escolhemos. Somos cercados por discursos, expectativas, comparações e ameaças. Somos manipulados pelo medo — e, quando o medo governa, a liberdade começa a morrer dentro de nós.
Todos os dias somos bombardeados por notícias de guerras, fome, violência, desastres, crises e tragédias. Até mesmo o tempo, que deveria ser apenas parte do ciclo natural da existência, muitas vezes nos é apresentado como uma ameaça permanente.
Quanta sobrecarga pode suportar uma alma?
E quando o homem já está cansado, chegam as redes sociais, oferecendo vitrines de felicidades cuidadosamente fabricadas. Vidas aparentemente perfeitas. Corpos perfeitos. Famílias perfeitas. Amores perfeitos. Sucessos constantes.
E então comparamos o nosso bastidor com o palco cuidadosamente iluminado dos outros.
Pouco a pouco, muitos vão se paralisando.
Alguns deixam de sonhar.
Outros deixam de lutar.
Alguns abandonam a esperança.
E existem aqueles que, de tanto sofrer, começam a desistir de si mesmos.
Mas onde está a fé?
Onde está a esperança?
Onde está o amor?
Até mesmo aqueles que deveriam anunciar o bem, a verdade e a liberdade, algumas vezes transformam a fé em instrumento de poder. Criam regras segundo seus próprios interesses, distorcem a Palavra para justificar comportamentos, constroem sistemas em benefício do ego, do dinheiro ou da influência.
E o homem, que buscava Deus, acaba encontrando apenas homens falando em nome de Deus.
É preciso despertar.
Porque existem medos que não nascem dentro de nós. São alimentados todos os dias. Repetidos até se tornarem pensamentos. Pensamentos repetidos tornam-se crenças. Crenças transformam-se em prisões.
E uma mente aprisionada pelo medo pode começar a acreditar que não existe saída.
É nesse momento que o medo deixa de ser apenas uma emoção e passa a ser uma força destrutiva.
Há algo de profundamente maligno em uma realidade que convence o ser humano de que ele não vale nada, de que não existe amanhã, de que sua história terminou, de que sua dor será eterna.
Não aceite essa sentença.
A vida não pode ser reduzida às circunstâncias que hoje nos ferem.
O homem não é apenas aquilo que lhe aconteceu.
Ele também é aquilo que decide fazer com aquilo que lhe aconteceu.
Talvez a verdadeira liberdade comece quando deixamos de perguntar “o que o mundo espera de mim?” e começamos a perguntar:
“Quem eu sou quando não estou sendo governado pelo medo?”
É preciso voltar ao centro.
Voltar àquilo que é essencial.
Voltar à fé, não como instrumento de controle, mas como encontro com o divino. Voltar à esperança, não como ingenuidade, mas como resistência. Voltar ao amor, não como fraqueza, mas como a mais profunda forma de coragem.
A comunhão com o divino não elimina todas as dores da existência, mas muda a maneira como atravessamos cada uma delas.
Porque quem reencontra o sentido não deixa de sofrer — apenas deixa de ser destruído pelo sofrimento.
Então, homem, volte.
Volte a ser aquele que um dia acreditou que poderia vencer.
Volte a olhar para dentro de si.
Afaste-se daquilo que continuamente adoece sua alma. Não permita que pessoas manipuladoras definam o seu valor. Não permita que uma sociedade dominada pelo medo determine o tamanho dos seus sonhos. Não permita que a vida dos outros seja usada como régua para medir a sua própria existência.
Crie seus próprios caminhos.
Escolha conscientemente aquilo que merece ocupar sua mente.
Aprenda a dizer não.
Aprenda a partir.
Aprenda a recomeçar.
E, acima de tudo, aprenda a confiar.
Porque talvez a grande vitória não seja viver em um mundo sem medo.
Talvez seja viver em um mundo cheio de razões para ter medo e, ainda assim, escolher não se tornar escravo dele.
Você não controla todas as circunstâncias.
Não pode impedir todas as perdas.
Não pode silenciar todas as vozes.
Não pode mudar tudo aquilo que acontece ao seu redor.
Mas pode escolher quem será diante de tudo isso.
O medo pode escrever capítulos da sua história, mas não precisa ser o autor dela.
Transforme suas feridas em sabedoria.
Suas perdas em maturidade.
Sua dor em força.
Seu passado em aprendizado.
E seus medos em história.
Porque existe dentro de você algo que o medo não consegue destruir:
a capacidade de recomeçar.
E talvez seja justamente aí que começa a verdadeira liberdade.
Não quando o mundo deixa de ser assustador.
Mas quando você finalmente compreende que, apesar de tudo, não nasceu para viver de joelhos diante do medo.
Nasceu para caminhar.
Para amar.
Para crer.
Para resistir.
E, sempre que necessário,
para recomeçar.
Cada um tem sua forma de desistir, uns de se vestir bem, de se cuidar fisicamente, perdem os desejos, descuidam da saúde, param de tirar fotos, se escondem dentro de si mesmo, deixam de lutar pelos próprios sonhos...
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
Perazza .'.
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