Nao Machuque o meu Coracao
Amar a Amazônia, como ela é muito alem de como conseguimos vê-la... me alertava meu querido amigo, mestre o artista e intelectual amazonense Moacir Andrade. Amar verdadeiramente selvagem para entende-la.
Pensar diferente diante da mesmice posicionada pela maioria, fundamenta a meu ver, todas as melhores possibilidades de que no futuro tudo possa ser melhor.
Independente de meu humor, semeio o bem todos os dias por onde vou e todos os lugares me são receptiveis, amáveis e prósperos.
Gosto de viver entre alegrias e a melhor parte de meu riso, é quando por pressa, faço algo estabanado e dá tudo errado, assim rio muito de mim mesmo.
Nem tudo que reluz é ouro, muitas vezes pela internet ligam meu nome a obras de arte brasileiras e latino-americanas, bem enfeitadas, algumas até bonitinhas mas verdadeiramente falsas. Não valem o valor de uma bala Juquinha.
Construção Diária
Reconhecer as minhas fraquezas é o primeiro passo para o meu crescimento.
Enfrento dias desafiadores, momentos de incerteza e erros que me ensinam a ter mais humildade. A minha caminhada é feita de altos e baixos, mas a intenção de melhorar permanece inabalável.
Sigo em frente com os pés no chão, focada em aprender, corrigir o que for preciso e evoluir um dia de cada vez.
Desejo tudo quando o que me faz bem está ao meu lado, a posse de um sonho parece fácil quando a felicidade predomina no meu corpo.
Já não sei se me engano ou estou enganado, talvez os dois pois meu cérebro tenta de uma forma lúdica se encaixar no mundo.
Diz tu o que eu sinto, só assim sou capaz de criar coragem pra discordar!
Tente me me parar quando de longe te observo sem dar nem mesmo um passo em minha direção!
Desejo até mesmo para mim um simples fim, mas pra ti quero o apodreçimento de tuas memorias junto com a vida e que tu... Resto de pó, torne-se inquieto enquanto balança no vendaval de fúria.
Ouse sentir o que eu sinto e falhe até como uma miserável existência.
Desde que eu vim de longe, exatamente dos restos das estrelas que sucumbiram ao tempo o arrependimento se tornou maior que a distância entre eu e você.
Qual queima mais rapido? O orgulho ou a ganância? Só sei que quando quem me faz bem está perto o espaço chega ao 0 absoluto.
Absolutamente fatal em meus versos, andando entre dois males, minha sinceridade ou meu egocentrismo,
Realmente incompreendido pela dádiva do homem, peço até que me mude, mas não de residência, mas algo imaterial, pois a vida e incompreendida pelo homem ou pela ciência,
E procurando um caminho entre a sanidade e comprometimento, escolhi ser louco, pois a espiritualidade nos entregou um livro de poucas páginas, com trajetórias fatais, entre os homens.
Ou seja algo que nenhum homem decifra, e simplesmente a espiritualidade, pois mesmo a ciência tem níveis probalistico incertos.
Entre céu e inferno?
Céu ☁️
Eu tô me demasiando entre versos, me sentindo embriagado de palavras e reescrevendo meu mundo que eu mesmo criei para que ninguém o tire de eu.
E agora, José?
A sexta chegou,
meu dinheiro acabou,
o advogado sumiu,
o juiz nem me viu,
você que tem nome,
que zomba dos outros,
não susta o protesto,
e agora, José?
Estou sem mulher,
estou sem recurso,
estou sem carinho,
já não posso comer,
pois não posso pagar,
fugir eu não posso,
a onça pegou,
o amigo não veio,
recurso não veio,
marmitex não veio,
não tenho farinha,
e tudo acabou,
e tudo sumiu,
e nada mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Essa meia palavra,
esse instante de febre,
minha gula e jejum,
minha prateleira vazia,
minha geladeira vazia,
sem grana emprestada,
pura incoerência,
o ódio me aflora!
Com a defesa na mão
quero abrir a porta,
mas trancaram a porta;
quero chegar ao juiz,
mas o juiz recusou;
quero ligar pra Brasília,
Brasília não atende.
José, e agora?
Se eu gritasse,
se eu ofendesse,
se eu recusasse
a defesa gratuita,
se eu pagasse,
se eu quisesse,
que o juiz morresse,
Mas ele não morre,
ele é duro, José!
Sozinho na vida
qual bicho-do-mato
com muita agonia,
sem moradia própria
para me abrigar,
sem amigos fiéis
que queiram ajudar,
que falta de sorte,
vou me mudar,José!
José, para onde?
(Nota: Paródia político-jurídica inspirada no poema "José" de Carlos Drummond de Andrade)
Meu peito primaveral
celebra a estação
no Hemisfério Austral;
Floresce a primícia
do ciclo da vida,
e põe a teus pés
amor, paixão e sinestesia.
Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.
E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.
Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.
Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…
Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.
Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.
Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.
E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!
Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.
Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.
Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.
Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.
Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.
É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.
E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.
É Jacó mancando depois de muito insistir…
É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.
A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.
Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.
O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.
Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.
É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.
Que ligação?
Meu
telefone
só recebe Pix.
Talvez essa seja uma das frases mais sinceras dos nossos tempos.
O telefone, que um dia serviu para aproximar pessoas, ouvir a voz de quem estava do outro lado e perguntar, simplesmente, “como vai você?”, hoje parece ter adquirido uma nova função: lembrar que tudo tem preço.
Já não esperamos tanto por uma ligação de alguém que sente saudade.
Esperamos o aviso de transferência.
Não perguntamos “você chegou bem?”.
Perguntamos: “Caiu na conta?”.
E, entre uma notificação e outra, vamos confundindo presença com pagamento, afeto com conveniência e amizade com utilidade.
O problema não é o Pix.
Até então, ele é uma das sete maravilhas do país, quiçá do mundo.
O problema é quando ele passa a ser a única linguagem que ainda entendemos.
Vivemos conectados a milhares de pessoas e, paradoxalmente, cada vez mais distantes delas.
Temos aplicativos para conversar…
Chamadas de vídeo, mensagens instantâneas, redes sociais e toda sorte de tecnologia necessária para diminuir distâncias.
Mas, às vezes, falta justamente aquilo que nenhuma tecnologia consegue transferir: tempo, atenção, escuta e afeto.
Talvez o telefone continue recebendo ligações.
Nós é que desaprendemos a atendê-las.
E talvez seja hora de perguntar, antes de olhar para a tela: quem está tentando falar comigo — e por que eu só me lembro de ouvir quando há alguma coisa para receber?
- Relacionados
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases de saudade para dizer tudo o que o coração sente
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Amor não correspondido
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
