Nao Ligo pra o que Voce Pensa

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Quando você chegar
a gente acende a luz baixinha
e dança um forrozinho coladinho
com o dedo na boca, manha e carinho


e no ouvido vai tocar baixinho:
_"tão bom te ver chegar..."_
aí a gente esquece a distância
e só vamos bailar.
(Saul Beleza)

Através desses teus olhos, você me vê da forma que lhe convém. Mas se fechar os olhos, além de me ver lá no fundo da alma, vai sentir a mimha dor, por não te enxergar com os olhos que te merece.
(Saul Beleza)

*Estacionado no teu passo*

Até quando você vai viver na minha loucura?
A saudade grita baixinho dentro do peito,
os pensamentos pegam estrada sem mim,
e eu...
eu fico aqui.
Estacionado no teu passo.

Não consigo seguir em frente,
não posso recuar.
Só espero o vento assoprar e levar
o que ainda dói,
e deixar o que ainda ama.

Talvez um dia eu aprenda
a desligar o motor,
sair desse ponto
e caminhar com as minhas próprias pernas.
Mas hoje...
hoje a saudade ainda é o timoneiro.
(Saul Beleza)

*"Minha Canção Entalada"*

Você é a minha canção preferida
que sempre está entalada em minha garganta
nas noites de total solidão.

A canção que embarga minha voz
que soluça nas rimas que são tuas...
cada verso um gole seco,
cada refrão um nó no peito.

Ninguém ouve.
Só eu, a madrugada,
e essa música que não sai
mas também não me deixa em paz.
(Saul Beleza)

*"Minha Sesta"*

Na minha sesta do almoço,
olho pra cesta de frutas
e vejo você a me espiar.

Cajamanga aqui da horta, maçã vermelha,
uva em cacho fazendo fofoca...
e no meio delas você.
Com essa cara de "tô te olhando".

E ainda nem é sexta.
Nem tem desculpa pra beber.
Nem tem motivo pra sonhar com você.

Mas aí tá você,
na fruteira da minha cozinha,
me tirando do sério às 12h02
de uma segunda-feira qualquer.
(Saul Beleza)

Pague o resgate


Venha me resgatar
desse inferno
que é pensar em você.


pague o preço,
questione o valor,
me julgue depois,
mas venha.


porque até esse inferno
tem gosto de céu
quando é você que me prende nele.


é tortura e abrigo,
é dor e casa,
é o lugar de onde eu quero fugir
de onde eu fico
te esperando.
(Saul Beleza)

Se tenho você, eu tenho tudo
no coração.

• Ela erra
• Você sofre
• Você perdoa
• Tudo alivia
• O erro volta
E quem vai se quebrando é você,
não a relação.

⁠A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.

⁠As mulheres nunca pedem desculpas... Elas apenas dormem sem roupas e você decide se continua com raiva ou não...😂

⁠Simplesmente por ser Você, serás evitado e odiado por Todos que são iguais a todos os outros.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.


Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.


No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.


Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.


Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…


Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.


Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.


É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.


Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…


Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…


Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.


E, depois disso, não há retorno.


Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.


Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.

Se está ruim para você, imagina para o Galão que nem água para o banho pega mais.

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.


Há uma estranha e rica beleza naquilo que não permanece.


Talvez porque a finitude da vida seja a moldura invisível que dá valor a tudo o que vivemos.


Se os encontros fossem eternos, talvez não soubéssemos reconhecê-los; se os dias não terminassem, talvez nunca aprendêssemos a contemplar a beleza da luz que os atravessa.


A vida nos ensina, muitas vezes sem pedir licença, que nada pode ser segurado para sempre.


Pessoas, momentos, lugares, versões de nós mesmos — tudo segue seu curso.


E, embora a despedida carregue um peso muito difícil de suportar, ela também revela a profundidade do que foi vivido.


Sofremos porque amamos.


Sentimos falta porque houve presença.


Choramos porque existiu significado.


A finitude não é apenas o fim; é também a razão pela qual cada gesto importa.


Um abraço demorado, uma conversa simples, um silêncio compartilhado, um olhar que diz mais do que quaisquer palavras.


São essas pequenas e singelas eternidades, escondidas dentro do próprio tempo, que permanecem quando tudo o mais parece partir.


Talvez o grande desafio não seja vencer a impermanência, mas aprender a caminhar com ela.


Aceitar que a beleza das coisas está justamente em sua fragilidade, em sua finitude.


Que o amor não se mede pela duração, mas pela intensidade com que transforma quem o vive.


Que algumas presenças continuam habitando a nossa existência mesmo depois de partirem.


E, quando chegar o momento em que não houver mais nada a acrescentar, que reste ao menos a serenidade de saber que a vida foi compartilhada com — e em — verdade.


Porque, no fim, não levamos absolutamente nada do que juntamos ou acumulamos, mas os afetos que construímos e tudo o que espalhamos.


Não permanecem os bens, os títulos ou as certezas; permanecem as marcas deixadas nos corações que tocamos.


Por isso, repito, se este for realmente o abraço derradeiro, que ele não seja lembrado como um adeus, mas como a celebração silenciosa de tudo o que vivemos.


Que nele estejam contidas as risadas, as lágrimas, o medo e a fraqueza, a força e a coragem, os recomeços e os sonhos…


E que sua memória repita, para além da linha do tempo, aquilo que talvez seja a mais humana e necessária das verdades:
Valeu a pena, porque houve amor!


A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


Sintam-se carinhosamente abraçados!

⁠Todos
os dias que você Desistiu de Desistir
— também —
foram dias vencidos.


Nem toda Vitória faz barulho.


Algumas não recebem aplausos, medalhas ou reconhecimento.


Há dias em que vencer significa apenas levantar da cama, respirar fundo e continuar, mesmo quando tudo dentro da gente pede para parar.


Todos os dias em que você Desistiu de Desistir também foram dias vencidos.


Foram dias em que a esperança falou mais alto do que o desânimo, em que a coragem não apareceu como ausência de medo, mas como a decisão de seguir apesar dele.


A vida nem sempre é feita de grandes conquistas.


Muitas vezes, ela é construída nas pequenas e silenciosas escolhas: continuar tentando, recomeçar depois de um fracasso, acreditar mais uma vez quando as circunstâncias dizem o contrário.


Não subestime essas vitórias “invisíveis”.


Elas fortalecem o caráter, amadurecem a fé, ampliam a resiliência e preparam você para os dias em que os frutos finalmente aparecerão.


Se hoje você apenas conseguiu não desistir, celebre.


Você venceu uma batalha que poucos enxergam, mas que pode ser a mais importante de todas.


Porque, às vezes, o maior triunfo não é chegar ao destino.


É decidir, mais uma vez, continuar caminhando.


Força e Fé!

⁠Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.


Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.


A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.


É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.


E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.


Prosear é muito mais do que trocar palavras…


É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.


Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.


Que as agruras sejam passageiras.


Que os aprendizados permaneçam.


E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.


Gratidão pela boa prosa!?!


Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.


Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!

Se a noite veio vestida de chuva, você chegou vestida de tentação. Tem mulher que ilumina a rua... e tem você, que bagunça até a imaginação.

Que essa noite te abrace devagar, com o frio do lado de fora e um sorriso daqueles que aquece qualquer coração.

Carta ao Leitor (e ao Mundo Invisível)


Se você chegou até aqui, talvez também sinta que há lugares dentro de si onde nunca esteve —
mas que, de alguma forma, sempre lhe pertenceram.


Lugares que sussurram com a voz do vento,
que sonham em línguas que você não aprendeu,
mas que o seu coração reconhece como lar.


Talvez você também tenha olhado para o céu
e sentido que era um espelho de dentro.
Que não somos apenas corpo, nome ou tempo —
mas fragmentos do Todo, carregando memórias que não lembramos,
e futuros que já nos habitam em silêncio.


Eu não pretendendo te guiar.
Eu apenas seguro tua mão por um instante no escuro,
Apenas digo: "Você não está só. Nem perdido."


Porque mesmo se o espelho que nos reflete cair,
ele não se quebrará em dor —
ele se multiplicará.


Seremos milhares de espelhos menores,
cada um revelando uma parte do que fomos, do que seremos,
do que ainda arde, e do que já floresce.


Pois somos um só ser em muitos —
e muitos sendo um só suspiro no universo.


Antes de ir, te deixo perguntas
não para serem respondidas,
mas para ecoarem em ti como constelações antigas:


Quantas vidas moram em você que ainda não despertaram?
Se você se permitisse lembrar… de onde você realmente veio?
E se quebrar não for o fim, mas o começo de se ver inteiro, em todas as direções?


Vá.
Mas leve o espelho.
Mesmo em cacos, ele ainda é sagrado.


Com luz e sombra,
Dominique, uma Existência de Caos